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Criminalidade » Homicídios

Após corte de energia na casa de um traficante, dois funcionários da Cemar são executados dentro do carro trabalhando

Dois prestadores de serviço da Companhia Energética do Maranhão (Cemar) identificados como João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva foram executados na manhã desta terça-feira (15), no bairro Sítio Natureza, em Paço do Lumiar, situado na Região Metropolitana de São Luís.

De acordo com a polícia, as vítimas teriam ido até o local realizar a interrupção de energia elétrica em uma das residências e após a realização do serviço, eles foram surpreendidos por disparos de arma de fogo quando já estavam no veículo da empresa.

João Victor e Francivaldo Carvalho não resistiram a gravidade dos ferimentos e morreram no local. A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão informou que as polícias Militar e Civil estão em diligência para coletar dados e ouvir testemunhas para localizar e prender quem cometeu o crime.

Por meio de nota, a Cemar e o Consórcio Norte, empresa prestadora de serviços, informaram que acompanharão os trabalhos de investigação pelas autoridades policiais que deverão identificar as causas que levaram ao homicídio. As empresas lamentaram o ocorrido e se solidarizaram com os familiares.

Leia a íntegra da nota “A Cemar e o Consórcio Norte, empresa prestadora de serviços, informam que irão acompanhar os trabalhos de investigação pelas autoridades policiais do homicídio ocorrido na manhã desta terça-feira (15), no Sítio Natureza, em Paço do Lumiar, vitimando os colaboradores João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva. Cabe esclarecer que a Companhia e o Consórcio Norte irão acompanhar e colaborar com o trabalho de investigação da polícia, que deverá identificar as causas que levaram ao homicídio. Neste momento as empresas lamentam e se solidarizam com os familiares e estão empenhadas em prestar toda assistência necessária”.

Criminalidade

Justiça do RN sequestra valores de contas bancárias usadas por traficantes

Três contas foram bloqueadas

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) deferiu o sequestro de valores depositados em três contas bancárias de pessoas suspeitas de envolvimento com o grupo que está preso, como forma de combater a lavagem de dinheiro obtido com o tráfico de drogas na comunidade angicana.

A medida decorre de uma ação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), em pedidos relacionados à Operação Lei e Ordem, que foi deflagrada em 21 de dezembro do ano passado, em Angicos. O Juízo plantonista da comarca de Lajes homologou o auto de prisão em flagrante e converteu as prisões de cinco pessoas em preventivas.

Paulo Geferson Silva Evaristo da Costa, Maria Laise Dantas Jota, José Carlos dos Santos, João Paulo da Silva Melo e Maria do Socorro Batista foram presos em flagrante – juntamente com um adolescente de 16 anos. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos um revólver calibre 38, um simulacro de fuzil, cerca de 1 quilo de maconha e quatro motocicletas.

Todos são suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A operação Lei e Ordem é fruto de um trabalho investigativo realizado pelo MPRN, através da Promotoria de Justiça de Angicos, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Militar, após a percepção do aumento no número de crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas na cidade.

A Promotoria de Justiça de Angicos permanece à disposição da população, para receber notícias de fatos criminosos, registrando que o combate ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e a crimes contra o patrimônio permanecerão sendo prioridades do MPRN em 2019.

As notícias de crimes também poderão ser comunicadas através do Disque Denúncia 127 do MPRN, que funciona como um canal direto para denúncias de crimes em geral. Basta o cidadão ligar gratuitamente para o número. A identidade da fonte será preservada.

Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por Whatsapp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para denuncia@mprn.mp.br.

Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No Whatsapp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.

Agora RN
Brasil » Criminalidade » Fraude » Notícias

CRIME: Cédulas falsas são colocadas à venda em site, suspeito envia para todo o Brasil

Notas de dinheiro falsificadas são colocadas à venda no site de compra e vendas OLX. Em uma publicação feita no dia 13 deste mês, o anunciante, que se identifica como Nelson Kiyoshi 144, faz uma espécie de propaganda do seu negócio ilegal. Em vídeo enviado ao G1, o suspeito mostra as características das notas e a forma em que são feitas, garantindo até a qualidade da falsificação.

Em uma conversa também registrada pelo G1, por meio de mensagens em um aplicativo de celular, o suspeito explicou que o envio do dinheiro é feito pelos Correios, porque segundo ele, o detector da empresa de correspondência não identifica as notas. “Sou de São Paulo. Faço o envio via Sedex 10. Não tem problema. O raio X dos Correios não pega papel. Após o depósito, eu envio em até dois dias úteis. Mando lacrado e chega lacrado”, disse.

Em outro trecho da conversa, o suspeito afirma que o pagamento pode ser efetuado com depósito ou transferência bancária, mas a conta não chegou a ser informada pelo autor das mensagens. “Me passa seu endereço certinho aí. Cidade, bairro, ponto de referência, nome da pessoa que vai receber. Após isso, te passo a conta para a transação”, escreveu.

A pessoa informou que trabalha com a falsificação de notas há 10 anos e que tem clientes por todo o Brasil. “Mano eu trampo (trabalho) com isso. Tenho referência do meu trampo. Tenho um cliente de Teresina, eu uso DDD de todo estado”, relatou.

Ao final da conversa, o suspeito explicou quanto custa os pacotes de notas falsas, as características das cédulas falsas. “A cada R$ 200 (em notas verdadeiras) vai R$ 2.000 (falso). R$ 300 vai R$ 4.000 até R$ 800 vai R$ 1.4000. Tamanho, recorte, alinhamento, texturas e cores perfeitas, marca d’agua, passa na caneta, fita de segurança dentro realista, fita holográfica idêntica original e não é grossa, na grossura ideal”, descreveu.

De acordo com o artigo 289 do Código Penal, falsificar, fabricar ou alterar moeda metálica ou papel moeda de curso legal no país ou no estrangeiro é crime. A pena varia de três a 12 anos de prisão e multa. Estará sujeito à mesma pena quem importar ou exportar, adquirir, vender, trocar, ceder, emprestar, guardar ou introduzir na circulação moeda falsa. Mesmo tendo recebido de boa fé, comete crime, com pena prevista de seis meses a dois anos e multa, quem a recebe e a mantém em circulação, repassando a outros.

(Foto: Reprodução/OLX)

G1 PI
Criminalidade

Operação Réprobos desarticula ‘Sindicato do Crime’ em Natal

Sete pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (27), em Natal, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas e crimes de homicídio realizada pela Polícia Civil. Segundo o delegado Odilón Teodósio, que coordenou a operação Réprobos (que significa detestado, infame), três dos suspeitos já estavam detidos em unidades prisionais da capital quando receberam nova voz de prisão. “Ainda temos mais um para prender”, revelou. “O grupo se  denominava de Sindicato do Crime”, acrescentou.

Ainda de acordo com Odilón, um dos titulares da Divisão Especializada em Combate ao Crime Organizado (Deicor), uma pistola calibre 380 foi apreendida. “Suspeitamos que essa arma foi utilizada em alguns homicídios, entre eles a morte de um adolescente de 16 anos. O crime aconteceu no dia 29 de março deste ano na zona Norte da cidade”, afirmou.

Os detalhes da operação, ainda de acordo com o delegado, serão repassados à imprensa em coletiva de imprensa que será realizada ainda nesta terça.

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