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Crime

PRF flagra homem transportando 28 pássaros silvestres no interior do RN

Homem foi preso com quase 30 aves silvestre em estrada do RN — Foto: PRF/Divulgação

Durante uma fiscalização, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 28 pássaros da fauna silvestre regional, na BR-226, em Triunfo Potiguar, região Oeste do estado. O caso aconteceu no final da tarde deste sábado (24). As aves foram encontradas presas em gaiolas dentro de um carro.

Ao todo, foram resgatados 27 azulões e um golinha. Os pássaros estavam em gaiolas, no interior de um Crossfox, com placas da cidade de Martins, também na região Oeste.

Segundo a PRF, os policiais encontraram sob o banco do motorista, 18 aves do tipo azulão e um golinha. Em uma outra gaiola, que estava no porta-malas do veículo, foram achados mais nove azulões.

“Os pássaros estavam em um ambiente muito apertado, o que poderia levá-los a morte”, informou a corporação.

O passageiro, um homem de 38 anos, assumiu ser o dono das aves, porém não apresentou nenhuma licença ou autorização para o transporte das aves. Ele ainda informou ainda que havia adquirido os pássaros, em uma comunidade na Serra de João do Vale, na cidade de Jucurutu e estaria levando os bichos para a cidade de Martins.

De acordo com a PRF, o caso é um flagrante crime ambiental e, diante disto, o veículo, os pássaros e o passageiro foram encaminhados à Polícia Ambiental de Caicó.

Ainda conforme a PRF, o Art. 29, parágrafo 1°, da lei 9.605/98, que trata dos crimes contra o meio ambiente, a pessoa infratora está sujeito a uma pena de detenção de seis meses a um ano, e multa.

Aves resgatadas pela PRF estavam em gaiolas dentro de carro, no RN — Foto: PRF/Divulgação

G1 RN
Crime » Redução » Rio Grande do Norte

RN: Combate à posse ilegal de armas e carros roubados reduziram crimes

Professor Ivênio Hermes, pesquisador do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio)

O primeiro trimestre de 2019 foi o menos violento no Rio Grande do Norte nos últimos quatro anos. De acordo com o chefe da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (Coine) da Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) e pesquisador do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio), professor Ivênio Hermes, há diversas variáveis que são responsáveis por essa redução. Duas delas, a utilização de veículos roubados e armamento para cometimento de crimes, foram combatidas ostensivamente no início deste ano.

“A equação criminal é dinâmica e composta de diversas variáveis. Elas precisam ser atacadas para haver redução no número final. No Rio Grande do Norte temos o que chamamos de ‘variável-meio’: são as armas de fogo e os veículos. Foi trabalhada a retirada dessa variável com as blitzen de operações integradas nos primeiros 60 dias deste ano. Além de retirar veículos e armamentos, também foram apreendidas de drogas”, explicou Ivênio em entrevista ao programa “Manhã Agora”, apresentado pelo jornalista Tiago Rebolo na rádio Agora FM (97,9).

Segundo o pesquisador, durante a transição do governo de Robinson Faria (PSD) para o de Fátima Bezerra (PT), houve uma estratégia criada chamada “Plano 181”. O planejamento de combate ao crime contempla os primeiros seis meses do ano.

“Houve uma série de ações deflagradas que visam a impactar nos dois tipos criminais que mais influenciam a violência no Rio Grande do Norte e no Brasil: o CVLI (Conduta Violenta Letal Intencional) e CVP (Crime Violento ao Patrimônio)”, disse o especialista, esclarecendo, ainda, que a Operação Verão, pontuada em locais e horários de profusão criminal, foi baseada nesse planejamento.

O pesquisador do Obvio explicou que em janeiro deste ano houve uma redução de cerca de 30% da taxa de crimes letais intencionais, enquanto que em fevereiro a diminuição alcançou os 40%. “Com esses dois meses juntos, temos uma diminuição de 35%. É um número substancial para esse período, e nos leva a uma reflexão do que foi feito e do que gerou efeitos positivos. Temos que continuar trabalhando dessa forma para manter a redução”.

Apesar da redução, Ivênio não acredita que a sensação de segurança no povo potiguar tenha sido restabelecida. “Para haver uma sensação mais permanente de segurança são precisos muitos meses de trabalho e redução da atuação delituosa”, pontuou.

Agora RN
Crime » Justiça » Sérgio Moro

Moro diz que Justiça Eleitoral não está apta a julgar crime de corrupção

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse nesta quarta-feira (13) que a Justiça Eleitoral não tem condições de julgar os processos envolvendo suspeita de corrupção e de lavagem de dinheiro, mesmo quando associados a crimes eleitorais.

“A posição do ministério, já externada publicamente, é de que a Justiça Eleitoral, embora faça um trabalho excelente na organização das eleições e na resolução de questões pontuais eleitorais, não está bem estruturada para julgar crimes mais complexos, como lavagem de dinheiro e corrupção”, afirmou o ministro.

Para Moro, o ideal é separar a competência para julgar os crimes eleitorais dos de maior complexidade. “O ideal é que haja uma separação. Esperamos respeitosamente que o STF profira a melhor decisão”, disse o ministro, ao participar, em Brasília, de uma reunião promovida pela Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), com a presença de comandantes das PMs (polícias militares) e dos bombeiros dos estados e do Distrito Federal.

O STF (Supremo Tribunal Federal) começa a examinar, às 14h, se o julgamento dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, quando envolverem crimes eleitorais, devem ser de competência da Justiça Federal ou da Justiça Eleitoral.

R7

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