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Alerta » Covid-19 » RN

Rio Grande do Norte tem 84% das cidades em área de alerta para Covid-19

116567043 gettyimages 1224335824 Rio Grande do Norte tem 84% das cidades em área de alerta para Covid-19

O levantamento mais recente do Indicador Composto, que reúne uma série de informações sobre o quadro da pandemia no Rio Grande do Norte, aponta que 84,8% da população potiguar está em área de alerta, entre o sinal amarelo (3 e 4 pontos) e vermelha (5 pontos). A análise por região mostra que apenas o Alto Oeste conta com mais da metade de sua população em áreas de sinal verde (1 ou 2 pontos), apesar de ainda contar com 11,3% em sinal vermelho. O documento foi publicado no início desta semana durante reunião do Comitê Científico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN).

Na outra ponta, a Região Metropolitana está com toda a população em sinal amarelo, seguida do Agreste (94,6%), do Oeste (88,2%) e do Vale do Açu (84,3%). O acompanhamento do indicador composto nas regiões, em comparação com o levantamento feito na última semana de abril, elenca que 78 municípios pioraram a situação, outros 80 mantiveram-se estáveis e apenas nove melhoraram de condição.

O indicador composto é fruto do trabalho da Sesap, do Comitê de Especialistas e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob a coordenação do professor Kênio Lima. O estudo permite um monitoramento da pandemia em todo o Estado. O estudo reúne nove variáveis – casos ativos, ocupação de leitos, óbitos, entre outras – que traçam um olhar mais apurado sobre a situação de cada município e um escore que mostra a evolução a cada semana. Os dados servem de subsídio para a tomada de decisões na gestão da pandemia.

Brasileira » Covid-19 » Nova Zelandia » Vida Normal

Brasileira relata vida na Nova Zelândia: “Sem distanciamento, sem máscara. Vida normal”

Marina Petrolli (Foto 1: Arquivo Pessoal)

Marina Petrolli é natural de São Caetano do Sul, em São Paulo, mas há 4 anos vive em Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia. A coordenadora de marketing de 32 anos conversou com Marie Claire e relatou como tem sido a vida no país desde o início da pandemia da covid-19. Ela contou que até sente dificuldade em descrever a sensação de ter a “vida normal” de volta, uma vez que o país ficou apenas um mês e meio em isolamento. “Estou pensando aqui. É meio difícil falar porque a gente teve 6 semanas de lockdown, nos meses de março e abril do ano passado. Ficou tudo fechado. Todo mundo em casa, só saía pra dar uma volta na rua mesmo, e a recomendação era estar sempre a um metro e meio das pessoas que não moram comigo”, disse.

A brasileira contou que as medidas de segurança para conter o vírus eram colocadas em prática quando um caso era detectado na cidade. “Desde então, a vida está normal. Teve um ou outro caso na comunidade, colocando a gente no nível 3 de isolamento (somente serviços essenciais podiam permanecer abertos). Eu continuei trabalhando normalmente. Os eventos só poderiam ter até 50 pessoas para evitar que o vírus se espalhasse”, disse.

Marina conta que a vida dos moradores de Auckland está normal e que nada a tem impedido de frequentar os locais onde gosta de se divertir. “Eu tenho ido a bares, restaurantes e eventos… Tudo normal, sem usar máscara ou nada. A única recomendação é usar o Tracer App, um aplicativo criado pelo governo que gera um QR code para cada estabelecimento. Então, toda vez que saio, preciso escanear esse QR code e fica registrado que eu estive lá. Se alguém contaminado estiver no mesmo lugar, eles entram em contato comigo e eu preciso ficar duas semanas em quarentena”.

Ela comemorou experiência de ir ao primeiro show realizado desde o início da pandemia. A banda neozelandesa Six60 realizou uma apresentação no estádio Eden Park. Na ocasião, cinquenta mil pessoas estiveram no local. “Semana passada eu fui em um show sem distanciamento, sem máscara. Vida normal. Mas é difícil falar, porque aqui a gente não sofreu muito com o vírus, sempre tivemos vida normal comparado com o Brasil ou outros países”, frisou. “Eu brigo muito com a minha família que está no Brasil. Peço para ficarem em casa, e eles respondem que é fácil falar, porque só fiquei por seis semanas e foi isso. Mas é um sentimento estranho, até de culpa. Quando eu posto algo no Facebook ou no Instagram, sei que meus amigos e minha família não estão tendo acesso ainda”, lamentou.

Apesar disso, ela tem esperança de ver o Brasil na mesma situação que a Nova Zelândia em breve. “Torço muito para que as coisas melhorem o mais rápido possível, porque não posso ir para o Brasil, e quero muito ver meus pais, abraçá-los novamente.”

Blog do BG
Covid-19 » Morte

Ator Paulo Gustavo morre de Covid no Rio, aos 42 anos

O ator e humorista Paulo Gustavo morreu no Rio nesta terça-feira (4), aos 42 anos, de complicações da Covid-19. O criador de Dona Hermínia — e de outros personagens inesquecíveis — estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul.

A piora no quadro de saúde do ator aconteceu na noite de domingo (2). Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu uma embolia pulmonar.

Nesta terça, novo boletim disse que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. Às 21h12, no entanto, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.

G1
Covid-19 » Currais Novos » Vacinação

CURRAIS NOVOS: Idosos com 60 anos recebem a D1 contra a Covid-19, nesta terça (04)

Com a previsão de chegada de mais um lote de vacinas contra a Covid-19 ao município de Currais Novos nesta segunda-feira (03), o Setor de Imunização dará seguimento a vacinação nesta terça-feira (04), aplicando a primeira dose em idosos com 60 anos.

Os locais de aplicação serão os mesmos:

AERO CLUBE
• Áreas de abrangência: UBS Bernadete Xavier, UBS Joaninha Parteira, UBS Manoel Salustino I e II, UBS Sílvio Bezerra
• Bairros: Centro, Gilberto Pinheiro, Antônio Rafael, Manoel Salustino e Silvio Bezerra de Melo

INSTITUTO VIVALDO PEREIRA
• Áreas de abrangência: UBS Maria das Dores, UBS Santa Maria Gorete, UBS Expedito Araújo e UBS José Vilanir.
• Bairros: Santa Maria Gorete, Parque Dourado, Paizinho Maria e Alto de Santa Rita

ESCOLA ESTADUAL ESTER GALVÃO
• Áreas de abrangência: UBS JK I e II, UBS José Dantas, UBS Ferreirinha e Radir Pereira.
• Bairros: JK e Dr. José Bezerra, Radir Pereira e José Dantas

Covid-19

Covid-19: Produção mundial de vacinas deve alcançar quase 12 bilhões de doses

Covid-19: Em 2021, serão produzidas quase 12 bilhões de doses das vacinas

Países de todo o mundo seguem na busca do principal produto do ano: as vacinas contra a covid-19 . Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que os governos internacionais já realizaram a encomenda de 11,6 bilhões de doses dos imunizantes para entrega ainda em 2021.

O montante seria o suficiente para imunizar completamente toda a população adulta do mundo, com 19 anos ou mais – estimada em 5 bilhões de pessoas.

De acordo com a própria entidade, os laboratórios mundiais possuem capacidade para fabricação deste número de vacinas. Se considerarmos apenas a podução dos imunizantes aprovados por uma autoridade nacional, ou seja, uma agência reguladora, haverá a fabricação de 11,92 bilhões de doses ainda em 2021. No primeiro semestre, a entrega seria de 4 bilhões de doses. A outras 7,92 bilhões de vacinas seriam disponibilizadas no segundo semestre.

Até a última sexta-feira (30), o site de estatísticas Our World in Data estimava que já haviam sido aplicadas 1,134 bilhão de doses das vacinas contra a covid-19 no mundo inteiro.

A velocidade da aplicação apresenta um aumento consideravel. Em janeiro, ‘apenas’ 3,7 milhões de pessoas no mundo todo foram vacinadas por dia. No mês seguinte, este número foi de 5,7 milhões de adultos. No final de março, 13,2 milhões. Em abril, 17,9 millhões. No término do último mês, em abril, foram 22 milhões de pessoas imunizadas por dia.

iG Saúde
Covid-19 » Índia

Com recorde mundial de casos de Covid, Índia identifica nova variante

A falta de leitos de enfermaria e UTI, de insumos para atendimento hospitalar dos doentes e as cremações em massa ilustram a situação de horror vivida pela Índia na segunda e mais devastadora onda da pandemia.

Em meio ao caos, o país identificou ainda uma nova variante que circulando cada vez mais e causa preocupação.

A nova linhagem, batizada de B.1.617, está sendo investigada para descobrir se é mais perigosa do que a forma original do vírus, mas sua rápida disseminação por toda a Índia e em outros 16 países já mostra que é preciso criar um sinal de alerta.

A Índia detém hoje o recorde mundial de casos de Covid por dia, com média móvel semanal de 340 mil casos por dia. Desde o dia 1? de abril até esta quarta-feira (28), o número de casos reportados em 24 horas sextuplicou.

A B.1.617 surgiu em outubro de 2020, mas, até o início de abril, ela correspondia a cerca de 24% das amostras sequenciadas do vírus no país. Já no dia 24 de abril, ela era dominante e representava mais de 80% das amostras analisadas.

Embora sua presença crescente coincida com o aumento exponencial do número de casos e óbitos no último mês, ainda não foi demonstrada uma associação direta da variante indiana com essa alta. “É uma situação complicada.

Sem medidas de distanciamento, falta acesso a sistemas de saúde, desigualdade social, tudo isso somado à presença de uma variante, e não só por ela, leva a uma crise sanitária muito grande”, explica o virologista Fernando Spilki, coordenador da Rede Corona-ômica e professor da Universidade Feevale.

Por Folhapress
Brasil » Comprovante » Covid-19 » Saúde

No Brasil, 84% das pessoas acham que visitantes só devem entrar no país com comprovante de vacinação contra a Covid, diz pesquisa

Foto: Márcia Foletto 10-12-2020 / Agência O Globo

Um estudo feito pela empresa de consultoria Ipsos para o Fórum Econômico Mundial concluiu que cerca de três em cada quatro adultos em 28 países concordam que viajantes só devem entrar em seus países (dos entrevistados) caso apresentem um comprovante de que foram vacinados contra a Covid-19 ou um documento que comprove que realizaram recentemente um teste cujo resultado deu negativo.

No Brasil, 84% dos participantes que responderam à pesquisa concordaram que turistas só devem desembarcar no país se apresentarem o “passaporte de vacinação”. Para os entrevistados, isto garantiria mais segurança à viagem e aos eventos de grande porte.

Cerca de dois em cada três entrevistados nos 28 países concordam que o acesso a locais públicos, como grandes eventos e estádios de futebol deveriam exigir o “passaporte de vacinação”. Entre os entrevistados brasileiros, a porcentagem foi um pouco maior: 75%.

Além disso, quase metade dos entrevistados concordam que o documento deve ser exigido por lojas, restaurantes e escritórios.

Na pesquisa global, uma média de oito em cada dez dizem que se sentem confortáveis permitindo que seu médico acesse seus dados pessoais de saúde e registros de vacinação. No entanto, pouco mais da metade entre os que estão empregados concorda que não se importariam se seus empregadores tivessem acesso a essas informações, e metade de todos os adultos ficariam confortáveis caso o governo acessasse esses dados. Apenas quatro em cada dez adultos ficariam confortáveis caso as informações fossem acessadas por empresas privadas, como companhias aéreas e hotéis.

No geral, os idosos tendem a se sentir mais confortáveis em permitir que o médico tenha acesso às informações sobre saúde e vacinação do que os mais jovens. Em contraste, os mais jovens tendem a se sentir mais confortáveis permitindo que seu empregador, seu governo e empresas privadas acessem suas informações pessoais de saúde. Pessoas com níveis mais altos de educação ficam um pouco mais confortáveis com o acesso de seu médico, governo e empresas privadas aos seus dados de saúde do que aqueles com níveis mais baixos de educação.

No Brasil, 77% dos entrevistados disseram se sentir confortáveis caso seus médicos tenham acesso às suas informações de saúde e vacinação; 62% não se importariam caso os dados fossem vistos por seus empregadores; e 49% ficariam confortáveis caso os dados fossem acessados pelo governo ou por empresas privadas.

A pesquisa foi realizada online com mais de 21 mil adultos entre 26 de março e 9 de abril de 2021. Foram ouvidas aproximadamente mil pessoas em cada um dos seguintes países: Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China continental, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Espanha e os EUA. E 500 pessoas em Argentina, Chile, Colômbia, Hungria, Índia, Malásia, México, Holanda, Peru, Polônia, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, Suécia e Turquia.

Outra pesquisa da Ipsos realizada online com mais de 15 mil adultos em 12 países, de 8 a 11 de abril, mostra que o público global está dividido sobre a a ideia de deixar restrita apenas àqueles que foram vacinados a permissão para participar de atividades que envolvem grandes grupos de pessoas, como andar de transporte público, viajar e participar de eventos culturais e esportivos. No Brasil, 63% concordam com esta ideia.

Covid-19 » Manaus

Manaus se prepara para a chegada da terceira onda de Covid

wilson lima Manaus se prepara para a chegada da terceira onda de Covid

Enquanto o Brasil registra aumento exponencial no número de casos, óbitos e internações por Covid-19, Manaus se encontra em uma situação bem diferente do restante do país: as taxas diminuíram. O estado do Amazonas, entretanto, já começou a se preparar para a terceira onda da pandemia. Os manauaras e os governantes locais não querem rever as imagens do sistema de saúde colapsado e famílias desesperadas tentando encontrar oxigênio.

O sinal de alerta, segundo o monitoramento do governo do estado, é o momento da pandemia da Europa, em que parte dos países apontam crescimento de casos da infecção e óbitos decorrentes da doença. Nas duas primeiras ondas, os números de picos da crise sanitária no continente europeu coincidiram com os do Amazonas.

“A Europa acaba sendo um espelho: quando agrava lá, a situação piora em Manaus, e a gente acaba sendo referência para todo o Brasil. É como se fosse um guia do que virá acontecer depois”, afirmou o governador do Amazonas, Wilson Lima, em live.

O desafio de distribuir as vacinas em um estado que tem dimensões continentais e muitas dificuldades de acesso em diversos municípios e o ritmo lento de imunização, agravado pela entrega picada de doses, são situações que podem contribuir para uma piora nos índices da doença.

Blog Robson Xerife
Covid-19 » Morte » Paraíba » Queda

Paraíba registra queda de 31% no número de mortes por Coronavírus

blood test 1 scaled 1 Paraíba registra queda de 31% no número de mortes por Coronavírus

A Paraíba segue em queda na média do número de mortes por Covid-19. A informação foi dada pelo consórcio de veículos de imprensa, na noite desta quarta-feira (14).

De acordo com o levantamento, a Paraíba registrou uma queda de 31% no número de mortes por Coronavírus. Além dele, Distrito Federal, Santa Catarina, Rondônia, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, também registraram queda no número de mortes.

A Paraíba vem registrando queda no número de mortes desde o último domingo (11). O consórcio registrou uma queda de 18%.

Nesta quarta-feira (14), a Paraíba totaliza 275.301 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Já são confirmados 6.316 mortes pela Covid-19.

Covid-19 » Morte » Rio Grande do Norte » Saúde

86 profissionais da saúde morreram de Covid-19 no RN desde o início da pandemia

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O médico João Joaquim Cavalcante Neto, de 61 anos, conhecido como Doutor João, trabalhava em Natal como pediatra nas UPAs do Potengi e de Cidade da Esperança, além do Hospital dos Pescadores e da UBS de Mãe Luiza durante pandemia da Covid-19. No início de março deste ano, ele contraiu o vírus e não resistiu à doença, morrendo no dia 29 – após 19 dias de internação no Hospital de Campanha. A família do médico ainda viveu o drama de ver a filha dele, a estudante de medicina Emilly Cavalcante Belarmino, de 25 anos, morrer dois dias depois do pai, também vítima da doença.

Em janeiro deste ano, a enfermeira mossoroense Suely Gurgel, de 40 anos, também perdeu a vida depois de quase dois meses internada lutando contra a Covid-19. Ela morreu sem saber da morte da mãe, um mês antes. Doutor João e Suely estão entre os casos recentes do total de 86 profissionais de saúde que morreram de Covid-19 em todo o Rio Grande do Norte desde o início da pandemia. Os dados constam em um relatório do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/RN) e foram repassados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) ao G1.

Segundo a pasta, ainda há 12 óbitos de profissionais da saúde sendo investigados, para saber se ocorreram por Covid-19. Os dados são referentes até o dia 4 de abril. Seis profissionais estão internados no momento.

Em relação aos casos de Covid-19, o Rio Grande do Norte registrou, ao todo, 9.816 casos confirmados da doença em profissionais de saúde, o que corresponde a uma parcela de 4,9% de todos os casos registrados no estado. Além disso, há 1.586 casos que seguem como suspeitos, além de 7.902 inconclusivos.

Segundo o relatório do Cerest, houve um aumento de casos confirmados em meados de junho de 2020, “o que permite afirmar, que neste período houve uma intensa campanha para testagem dessas categorias, utilizando os testes rápidos”. O documento aponta também que a categoria que mais se contaminou foi a de técnicos e auxiliares de enfermagem, com 3.247 casos confirmados – aproximadamente 33% do total dos mais de 9 mil casos entre os profissionais de saúde do RN. Os enfermeiros estão em segundo lugar entre os contaminados: foram 1.553 casos confirmados, que representam cerca de 15,8%. Entre os médicos, foram 789 – 8% do total.

G1 RN

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