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Coronavírus

Mapa mostra cidades do Rio Grande do Norte com casos suspeitos de coronavírus

Foto: Divulgação

O novo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado na tarde desta sexta-feira (27), apontou que o Rio Grande do Norte tem 28 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Em mapa, a Sesap aponta quais os municípios contam com casos suspeito. No total, são 94 cidades.

Comparando com a última lista, publicada na quinta-feira, Frutuoso Gomes, Passa e Fica, Ruy Barbosa, Serra Caiada, Parazinho, Sitio Novo e Vera Cruz deixaram de ter casos suspeitos. O Rio Grande do Norte tem 1.176 casos suspeitos, entre os quais estão quatro pacientes que morreram e cujos óbitos estão em investigação. Ao todo, 282 casos foram descartados.Definição dos casos, segundo a Sesap.

Coronavírus

Mais de 110 mil pessoas já se recuperaram da Covid-19 em todo o mundo

Foto: Divulgação

O número de pessoas que contraíram, mas já se recuperaram da Covid-19 em todo o mundo ultrapassou a casa dos 110 mil nesta quarta-feira (25).

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, o total de casos curados do novo coronavírus é de 113.687. Destes, mais de 60 mil são de Hubei, na China. Irã e Itália somam mais de 9 mil recuperações cada.

Já o número total de infecções confirmadas chegou a 454.398, e o de mortes, a 20.807. Os países e territórios afetados são 172, o que significa dizer que a Covid-19 já alcançou quase todos os cantos do mundo.

Algumas das exceções são arquipélagos na Oceania, assim como países que sofrem de conflitos armados, o que torna difícil saber exatamente o que está acontecendo em seus territórios.

A China continua sendo o país mais afetado, com 81.848 mil casos, mas não registrou transmissão local nas últimas 24 horas – houve 47 novos infectados, todos contagiados fora do país.

A Itália é o segundo país com maior número de casos, com mais de 74 mil, e, nos Estados Unidos, a pandemia vai avançando, com mais de 52 mil pessoas contaminadas.

Por Jovem Pan

Coronavírus

Sobe para 28 número de casos confirmados de coronavírus no RN

Agora são 28 pacientes infectados pelo novo coronavírus no RN – Foto: Divulgação

Com mais nove novos casos da Covid-19 confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) na tarde desta sexta-feira (27), o Rio Grande do Norte passou a ter 28 pacientes infectados pelo novo coronavírus. O procedimento de testagem dos casos suspeitos do RN foi acelerado depois que o Laboratório Central do Rio Grande do Norte (Lacen) passou a analisar as amostras em solo potiguar, sem a necessidade do envio de materiais ao Instituto Evandro Chagas no Pará.

A capacidade do Lacen é de 96 testes por dia. Nesta quinta (26), a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) anunciou que adquiriu 3 mil kits de testagem e também começou a fazer exames de diagnóstico da Covid-19 no estado.

Coronavírus

Xand Avião, Príncipe Charles e outras personalidades diagnosticadas com o Covid-19

Na foto Xand Avião, o Príncipe Charles e a apresentadora Luisa Mell – Foto: Divulgação

O surto do novo coronavírus tem deixado todo o mundo em alerta máximo. O cantor Xand Avião, o Príncipe Charles e a apresentadora Luisa Mell se juntam à lista de personalidades diagnosticadas com o Covid-19. Recentemente, a jornalista Márcia Peltier e o tenor Plácido Domingo e os famosos Fernanda Paes Leme, Preta Gil, Di Ferrero e Gabriela Pugliesi também testaram positivo para a doença. Apesar do susto, eles têm mantido a calma e tranquilizado o público informando sobre os seus estados de saúde.

As celebridades, que não foram infectadas, têm reagido de maneiras diferentes com a propagação do coronavírus. Há estrelas que fizeram doações para ajudar hospitais a combaterem a enfermidade, mandando também mensagens de apoio aos fãs de países gravemente afetados. Outros artistas cancelaram shows ou tiveram eventos em que participariam adiados, como a cantora Pabllo Vittar, atração confirmada do Coachella Festival.

Na galeria, veja como o coronavírus tem impactado as vidas das celebridades brasileiras e internacionais.

Coronavírus

OMS atualiza números do coronavírus no mundo: 372 mil casos e 16.231 mortos

Foto: Divulgação

Entre estas segunda-feira (23) e terça (24) os casos e os óbitos por coronavírus no mundo cresceram: foram registrados 38.757 novos diagnósticos e 1.579 mortes, segundo número oficiais da Organização Mundial de Saúde (OMS). O planeta já possuía 372.757 pessoas com covid-19 e 16.231 mortos pela doença.

Apesar do dado parecer pessimistas, ele traz uma boa notícia: é um aumento menor do que o que houve entre domingo e segunda, quando o mundo presenciou pela primeira vez um aumento em 24h de mais de 40.000 infecções e 1.700 mortes por coronavírus .

Outro número otimista é o de casos de coronavírus curados. Dos quase 400 mil casos pelo mundo , 100 mil já foram curados , segundo diferentes serviços de saúde internacionais. Isso mostra que mais de uma pessoa a cada quatro consegue superar a doença.

Pelo planeta há 194 países e territórios com a presença do coronavírus. Mas o dado pode ser maior, já que há países em que é difícil obter dados confiáveis. É o caso das nações que enfrentam conflitos armados, como Líbia, Sudão do Sul ou Iêmen. Contudo, alguns arquipélagos da Oceania e a Coréia do Norte não registraram diagnósticos positivos até o momento.

A China é o país com mais casos registrados – foram 81 mil. Mas a Itália já ultrapassou o número de óbitos por coronavírus do país asiático e agora corre o risco de virar o país mais afetado, já que está próxima dos 70 mil casos. Os Estados Unidos, com 50 mil casos, também apresenta um cenário crítico e há chances de se transformar no novo epicentro da pandemia.

Por IG

Coronavírus » Currais Novos » Saúde

Primeiro caso suspeito de coronavírus é registrado em Currais Novos

A Secretaria Municipal de Saúde de Currais Novos informa à população que recebeu hoje a tarde, o primeiro caso SUSPEITO de Coronavírus (COVID-19).

Paciente é do sexo masculino, tem 31 anos, sem histórico de viagem para áreas de risco, mas com histórico de contatos com amigos de Natal.

Paciente teve exame de isolamento viral coletado, fez hemograma, foi medicado pelo médico, orientado pela equipe e será enviado para isolamento e quarentena domiciliar, onde irá aguardar o resultado dos exames.

Mais uma vez pedimos à população que redobrem os cuidados de higiene e, sobretudo, fiquem em suas casas, evitando o máximo possível deixar suas residências e evitem também contato físico com outras pessoas.

A Secretaria de Saúde do Município continua a postos seguindo todos os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde Estadual.

Vamos colaborar com os profissionais da saúde da nossa cidade seguindo todas as orientações.

A Prefeitura de Currais Novos reforça que manterá total transparência e não omitirá informações em relação ao coronavírus e quaisquer outros assuntos relacionados à saúde pública.

Estará emitindo boletins regulares atualizando com todas as notícias.

A população deve buscar os canais oficiais para se informar corretamente, evitando a propagação de notícias falsas (fake news).

O melhor remédio é a prevenção.

Assecom
Brasil » Coronavírus

Covid-19: Brasil tem 1.544 casos confirmados; mortes são 25

Dados foram atualizados neste domingo

O Ministério da Saúde confi rmou neste domingo (22) que o País já tem 25 mortes causadas pelo novo coronavírus. De acordo com a pasta, são 1.544 casos confi rmados da doença. Em relação aos dados divulgados no sábado, são 418 casos a mais, um aumento de 37%, e mais sete mortes, um crescimento de 39%.
São Paulo continua tendo o maior número mortes, agora são 22, e também de casos confirmados, 631. No sábado, eram 15 mortes no estado. No Rio Grande do Norte, eram 9 casos confirmados até a noite de ontem.

De acordo com o Ministério da Saúde, todos os Estados do País já têm casos confirmados – até sábado, Roraima não tinha casos, e agora registra dois. No Norte, são 49 casos, 3,2% do total. No Nordeste, 231 casos, 14,9% do total. No Centro-Oeste, 161 casos, 10,4% do total. No Sul, 179 casos, 11,6% do total. O Sudeste concentra o maior número de casos, 926 ao todo, com 59,9%, e todas as mortes, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Durante a coletiva, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que os mais de 5 milhões de testes rápidos encomendados pelo governo para os próximos oito dias virão de uma fabricante chinesa e apresentam sensibilidade de 86,43% e especificidade de 99,5%.

A expectativa é que a pasta trabalhe com uma escala de 30 a 50 mil exames por dia.

Isolamento

As autoridades sanitárias têm defendido o isolamento social como estratégia para conter o avanço da pandemia. O objetivo é evitar que muitas pessoas adoeçam ao mesmo tempo, o que vai sobrecarregar o sistema de saúde.

Na sexta-feira (20), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o sistema de saúde pode entrar em colapso em abril em decorrência da pandemia do novo coronavírus. “Para evitar esse colapso eventualmente pode ser necessário segurar a movimentação para ver se consegue diminuir a transmissão. Quando tomamos medida de segurar 14 dias, o impacto só é sentido 28 dias depois. A cadeia é sustentada e você quebra”, comentou Mandetta.

Agora RN
Coronavírus

Pela primeira vez, China não registra transmissão local do coronavírus

Boletim revela ainda que apenas 7.263 pacientes permanecem internados na China

A China anunciou nesta quinta-feira (19) que nas últimas 24 horas não registrou qualquer novo caso de Covid-19, mas verificou 34 casos de infectados que vieram do exterior. Trata-se da primeira jornada sem casos locais de contaminação desde que as autoridades locais definiram, em janeiro, os critérios de contagem.
Segundo a Comissão Nacional de Saúde, estes 34 casos “importados” constituem o maior aumento diário em duas semanas.

A Comissão também informou 8 mortes nas últimas 24 horas de pacientes do coronavírus, o que elevou o total de vítimas fatais na China continental para 3.245.

Os números revelam que a epidemia parece estar sob controle na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei e onde a Covid-19 foi inicialmente identificada, em dezembro de 2019.

O boletim revela ainda que apenas 7.263 pacientes permanecem internados na China devido ao Covid-19, que infectou mais de 81 mil pessoas no país.

France Presse
Coronavírus

Moradores de favela infectados com coronavírus podem ser isolados em navios, avalia governo

Para combater o avanço do novo coronavírus, o governo federal avalia que a “melhor solução” hoje é utilizar navios para isolar e tratar pessoas de baixa renda infectadas pela doença. O governo já identificou com empresas de cruzeiros que há aproximadamente 20 navios disponíveis.

A ideia das autoridades brasileiras é atender nas embarcações casos leves, que não exigem leitos de UTI, de pessoas que moram em regiões litorâneas.

Em outros locais, afastados do mar, está sendo estudado desde o uso de quarto de hotéis, até unidades habitacionais ainda não entregues para socorrer a população.

Segundo o último Censo do IBGE, em 2010, 10 milhões de brasileiros viviam em assentamentos, favelas e invasões.

“Temos de tratar da alimentação dessas pessoas, do monitoramento, da terapia, medicamentos que serão disponibilizados. E caso os pacientes tenham agravamento, teremos condições para que possam ser rapidamente atendidos, mesmo dentro do navio”, disse o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.

Outra preocupação, segundo ele, é com o “tratamento dos resíduos que vão ocorrer dessas pessoas (no navio) que potencialmente estarão com a presença do vírus”.

O Ministério da Saúde considera promissora a aplicação da ideia no Rio, o segundo Estado com o maior número de infectados. Cerca de 1,5 milhão de pessoas vivem no Rio espalhadas em mais de 700 comunidades. Em São Paulo, a população das favelas era de 1,2 milhão de pessoas. O governo espera que navios sejam cedidos sem custos.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a preocupação com as pessoas de baixa renda, especialmente do Rio, foi discutida anteontem em reunião reservada do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos pontos levantados é que elas não possuem sequer saneamento básico e, muitas vezes, compartilham com parentes casas com apenas um ou dois cômodos.

“Tem várias alternativas. Mas confesso que nenhuma das que estávamos vendo é melhor do que essa, de usar navios no Rio”, disse Gabbardo. “É uma preocupação. Como colocar em isolamento o cidadão que mora em comunidades no Rio, com a quantidade enorme de pessoas na mesma residência, que muitas vezes tem só um ou dois quartos”, disse. O protocolo da Saúde prevê ao menos 14 dias de afastamento.

A iniciativa com os barcos já foi adotada na Itália, um dos países mais afetados no mundo pela pandemia. Os italianos transformaram um navio em hospital para atender cerca de mil pessoas. Segundo a CLIA Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), a proposta de ceder cruzeiros foi apresentada em uma reunião com o Ministério da Saúde.

Saneamento

As preocupações com a população fluminense não se restringem aos locais para acomodar casos que precisem de acompanhamento. Como muitos centros urbanos, o Rio sofre com a precariedade do saneamento básico. Neste ambiente, hábitos de prevenção – como lavar as mãos, usar álcool gel e permanecer em isolamento social – tornam-se inviáveis para boa parte da população.

Na comunidade do Alemão, no Rio, a comunicadora Tiê Vasconcelos, de 25 anos, conta que água é item raro. Na casa dela, só chega de madrugada, quando é hora de fazer estocagem em baldes para o restante do dia.

O relato de Tiê pode ser visto no Twitter. Ela e outras dezenas de pessoas participam da hashtag #COVID19NasFavelas, criada nas redes sociais para mostrar a realidade das comunidades do Brasil “Não tem água na favela para lavar a mão? Compra! Eu não posso comprar água nem pra beber. Vou comprar pra lavar a mão? Ter água na favela pra lavar a mão está sendo luxo. Não fazem ideia da nossa realidade”, publicou.

A proposta em estudo pelo governo é vista com ressalvas. O governo, diz ela, precisaria oferecer uma “grande estrutura” para que a pessoa possa “parar a sua vida”. Além de não ter acesso a itens básicos, a maior parte deles não pode se manter em isolamento e segue trabalhando para sobreviver. Além disso, em caso de uma eventual contaminação, muitos relatam que não teriam locais adequados em suas casas para se afastar dos demais

“As três dicas para evitar exposição e proliferação não nos cabem. Lavar sempre as mãos? (falta água direto). Usar álcool gel (não tem dinheiro para). Quarentena/isolamento (Com casas de dois ou três cômodos e 6 pessoas?). Como na favela?”, questiona no Twitter o ativista Raull Santiago, que também vive no Alemão

Como alternativa, os moradores da comunidade tentam se ajudar como podem. Nas redes sociais, a ativista Renata Trajano organiza uma campanha para reunir itens para contenção do coronavírus. Quando chega água na casa da ativista, ela divulga para que outros moradores possam buscar. “Na favela funciona assim, se eu tenho e você não, vou dividir o meu com você”, disse.

Medidas
Pesquisador na área de Direitos Humanos, Dennis de Oliveira, da Universidade de São Paulo (USP), afirma que apenas medidas de isolamento não resolvem a questão. Para ele, essas pessoas precisam continuar a trabalhar para sobreviver e não podem ser isoladas sem medidas para garantir algum tipo de renda.

Ele citou como exemplo a moratória de dívidas e impostos tomada em países como a Itália. “O governo está pensando em ampliar Bolsa Família. Precisa de um mix que garanta renda para aqueles que terão dificuldade de se isolar”, disse.

Agência Estado
Coronavírus

Brasil tem confirmada a primeira morte provocada pelo coronavírus

O estado de São Paulo tem 152 casos confirmados da doença até esta segunda-feira

O estado de São Paulo registrou o primeiro caso no Brasil de morte de pessoa infectada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi divulgada pelo governo estadual na manhã desta terça-feira (17). O paciente é um homem de 62 anos.
Não há informações se ele mora na capital paulista. Ainda não há detalhes se a vítima viajou ao exterior ou se teve contato com alguém contaminado no Brasil. Esse também foi o primeiro óbito registrado no Brasil.

Nesta manhã, no momento em que a morte foi anunciada pelo governo de São Paulo, havia 301 casos confirmados pelas secretarias de Saúde dos estados de infecção pelo vírus.

De acordo com a Secretária Estadual de Saúde, o estado de São Paulo tem 152 casos confirmados da doença até esta segunda-feira, com mais 1.777 casos suspeitos de coronavírus. Em todo o Brasil são 234 casos confirmados, de acordo com o boletim do Ministério da Saúde desta segunda-feira.

O Governo de São Paulo avalia que o surto de coronavírus deve durar “de quatro a cinco meses”. No entanto, as medidas restritivas adotadas pela administração estadual, como a suspensão das aulas e a restrição de eventos, não devem ser aplicadas durante todo este período.

G1

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