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Chuvas » Clima » Rio Grande do Norte

Semiárido do RN pode ter chuva acima do normal em 2019

Os meses de fevereiro, março e abril devem ter volume de chuva com valores na média ou acima da média para o trimestre, que é o período mais chuvoso no semiárido potiguar. A conclusão foi divulgada nessa segunda-feira (21), durante o encerramento da Reunião Climática, realizada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), em Fortaleza/CE.

Meteorologistas dos centros de previsão climática do Nordeste, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), passaram dois dias reunidos discutindo as condições oceânicas e atmosféricas para os próximos meses e fazendo a análise dos parâmetros meteorológicos, para fazer a previsão climática do próximo trimestre.

De acordo com Gilmar Bristot, meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), a análise dos campos atmosféricos e oceânicos de grande escala (vento em superfície e em altitude, pressão ao nível do mar, temperatura da superfície do mar, entre outros), e dos resultados de modelos numéricos globais e regionais e de modelos estatísticos de diversas instituições de meteorologia do Brasil (FUNCEME, INMET, CPTEC/INPE) e do exterior indicam que o prognóstico climático para o período de fevereiro, março e abril de 2019 no Rio Grande do Norte é de chuvas de Normal a Acima do Normal

As últimas análises mostram que no Oceano Pacífico equatorial, o Fenômeno El Niño continua atuando, mas com intensidade fraca e ocupando a faixa equatorial desse oceano. A permanência dessa condição vem ocorrendo de acordo com os resultados dos modelos de previsão de anomalia de TSM, e projetam que essa condição permanecerá nos próximos meses.

Já o Oceano Atlântico vem apresentando aquecimento na faixa equatorial, desde o litoral do Nordeste Brasileiro até a costa do Continente Africano, resfriamento nas águas superficial no setor norte e aquecimento no setor sul. Essa mudança termodinâmica no comportamento do Oceano Atlântico favoreceu o deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) principal sistema meteorológico causador das chuvas no Norte do Nordeste no período de fevereiro a maio), para posições mais ao sul da Linha do Equador, o que já tem contribuído para a ocorrência de chuvas sobre a Região Nordeste durante janeiro de 2019.

Situação bem clara aqui no Rio Grande do Norte, onde o monitoramento de chuvas realizado diariamente pela Emparn, já mostra que neste mês de janeiro, até sexta-feira (18) foram 71 municípios com o volume acumulado que fica na média ou acima da média para o mês.

O mês de dezembro de 2018, foi o mais chuvoso dos últimos anos, e ano de 2018 foi também foi o mais chuvoso dos últimos sete anos, quando tivemos 6 anos seguidos de seca.

A próxima Reunião Climática vai ser realizada no Rio Grande do Norte, na segunda quinzena de fevereiro de 2019.

Clima

Médio Oeste potiguar: chuvas alteram cor da água em cidades

As cidades de Triunfo Potiguar, Paraú, Janduís, Campo Grande, Messias Targino e Patu estão com a cor da água alterada em função das chuvas. A Adutora Médio Oeste possui sua captação na barragem Armando Ribeiro Gonçalves que vem recebendo chuvas nos últimos dias. A mistura da água do manancial com a das chuvas provoca a mudança na cor. Este fato é registrado normalmente em período de inverno.

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) faz o tratamento da água conforme a legislação vigente para garantir potabilidade ao produto. Os parâmetros atendidos incluem turbidez, PH, coliformes, entre outros. A Caern continuará fazendo esforços para melhorar a cor da água oferecida a população. Mesmo com as chuvas que vêm caindo, a barragem Armando Ribeiro está com 20,37% da sua capacidade. Os dados da situação volumétrica são desta segunda-feira (21) e está disponível no site da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

Clima

Chuvas voltam a banhar a região do Seridó. Confira os registros pluviométricos:

As chuvas voltaram banhar a região do Seridó e na terça-feira (08) foram registradas novas precipitações pluviométricas nas seguintes comunidades:

Sítio Angicos (Serra Negra do Norte) – 29 mm
Sítio Alecrim (Serra Negra do Norte) – 18 mm
Sítio Conceição – 20 mm
Sítio Extrema (Jardim de Piranhas) – 45 mm
Timbaúba dos Batistas – 15 mm
Sítio Santa Cruz (Jardim de Piranhas) – 10 mm
Bairro Maynard (Caicó) – 6 mm
Sítio Frutuoso (Serra Negra do Norte) – 29 mm
Sítio Manhoso – 8 mm
Sítio Pitombeira – 15 mm
Distrito de Laginhas – 17,5 mm
São João do Sabugi – 28 mm
Barra da Maniçoba – 30 mm
Sítio Caieira (São João do Sabugi) – 16 mm
São José do Seridó – 12 mm
Sítio Várzea Redonda – 11 mm
Sítio Ramada (São Fernando) – 54 mm
Distrito Palma – 12 mm
Jucurutu – 35 mm
Riacho do Meio – 17 mm
Sítio Batalha – 68 mm
Barragem Passagem das Traíras – 12,5 mm
Barra Nova – 8 mm
Sítio Montanhas – 45 mm
Fazenda Feitosa (São João do Sabugi) – 22 mm
Sítio Cachos (São João do Sabugi) – 23 mm
Sítio Bonito (São Fernando) – 40 mm
Sítio Manhoso – 10 mm
Barra da Espingarda – 12 mm
Fazenda Angicos – 48 mm
Sítio Solidão (Caicó) – 12 mm
Sítio Jucuri – 32 mm
Nova Olinda (Caicó) – 9 mm
Sítio Samanaú (Caicó) – 12 mm
Fazenda Riachos (Jardim de Piranhas) – 40 mm
Bairro Paraíba (Sexto BPM) – 14 mm
Terceira Morada (Jardim de Piranhas) – 35 mm
Ouro Branco – 20 mm
Sítio Caibreira (Caicó) – 10 mm

Jair Sampaio
Clima

Vórtice Ciclônico permanece e chuvas no interior devem continuar; Jucurutu foi onde mais choveu no fim de semana

Reprodução/Instagram/Emparn

O Vórtice Ciclônico continua atuando sobre a região Nordeste, e causando boas chuvas no semiárido potiguar. Neste fim de semana o maior volume de chuva registrado pela Emparn, foi em Jucurutu onde choveu 100 milímetros. E a chuva deve continuar com a atuação também da Zona de Convergência Intertropical.

Jair Sampaio
Clima

Verão terá temperaturas acima da média até fevereiro no Brasil inteiro

Foto: Hypeness

Esse ano o verão demorou um pouco mais pra chegar com a força inclemente com que costuma ferver o país – nos últimos dias, porém, o sol lembrou do Brasil e elevou as temperaturas como é habitual conforme o natal e o ano-novo se aproximam. E, pelo que prometem as previsões do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o calor intenso não será passageiro: a temperatura deverá ficar acima da média histórica em todo o Brasil ao longo do verão, no período entre dezembro e fevereiro do ano que vem.

Tal elevação se dará por conta do El Niño, fenômeno meteorológico que aquece as águas da parte equatorial da superfície do Oceano Atlântico, elevando assim a temperatura. Além do calor, o fenômeno deve também alterar os regimes de chuva pelo país – no sul, especialmente em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, as chuvas serão acima do esperado para essa época.

No Norte do país, o El Niño trará o efeito inverso: as chuvas serão menos habituais, principalmente no Amapá, Roraima e no norte do Pará. Com mais ou menos chuvas, o que se promete democraticamente para todo o país é mesmo somente o calor intenso, e o sol nos lembrando incessantemente que é verão nesse país tropical.

R7, via Hypeness
Clima

TOMARA: Meteorologia prevê fim do ciclo da seca no nordeste e maior volume de chuvas para os próximos 10 anos

O volume de chuvas aumentará em 2018, segundo os meteorologistas, o ciclo de seis anos seguidos de seca severa para o semiárido do Nordeste está encerrado e não deverá se repetir nos próximos dez anos.

O prognóstico do meteorologista Gilmar Bistrot (Emparn) à reportagem da Tribuna do Norte é corroborado por Luiz Carlos Baldicero Molion, meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas. As análises apontam para um inverno que varia de normal e acima da média em 2018, abrindo uma possível sequência de nove anos com baixa possibilidade de secas repetidas.

Clima » Lagoa Nova

O “clima europeu” da Serra de Santana

Descida da "Serra de Lagoa Nova". (Foto: Facebook de Herbet Kleiber).

Descida da “Serra de Lagoa Nova”. (Foto: Facebook de Herbet Kleiber).

Um internauta clicou hoje pela manhã a névoa na descida da “Serra de Lagoa Nova”. Uma bela imagem que retrata a beleza da Serra de Santana e reforça a alcunha de “Terra do Clima Europeu”.

Clima

Meteorologistas têm previsão mais otimista para período chuvoso no RN

Aos poucos as chuvas estão chegando ao Sertão.

Aos poucos as chuvas estão chegando ao Sertão.

Os meteorologistas que participam da reunião de análise e previsão climática para o Norte e Nordeste, nesta quarta-feira (25), estão com boas expectativas para o período chuvoso no semi-árido nordestino. Ao contrário das previsões de janeiro, que apontavam para a maior possibilidade de chuvas abaixo da média, o cenário atual é mais animador.

De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, o período chuvoso depende principalmente das condições do Atlântico sul. Como houve a melhora, há também o aumento na previsão de chuvas. O meteorologista, no entanto, ainda não confirmou percentuais das probabilidades, o que será feito após a reunião entre os profissionais que analisam as condições climáticas.

Robson Pires
Clima » Previsão

Esperança: Condições apontam para bom inverno em 2015

Segundo nota na Tribuna do Norte, a possibilidade de ocorrência do fenômeno natural El Niño está sendo analisada. O meteorologista Gilmar Bistrot disse que hoje, as atuais condições, favorecem a ocorrência do fenômeno para o próximo ano, porém há uma expectativa de que entre setembro e outubro estas condições sejam enfraquecidas.

O El Niño é um fenômeno climático de caráter atmosférico-oceânico, em que ocorre o aquecimento fora do comum das águas superficiais e sub-superficiais do Oceano Pacífico. A consequência, especialmente para a região Norte e Nordeste, é de Seca Grave.  “Existe uma grande quantidade de água fria no oceano pacífico capaz de inibir este fenômeno”, explica Bistrot. Mas, uma análise final só poderá ser dita ao final do ano.

Em observação ao oceano atlântico, a região sul está mais aquecida e o norte mais resfriado, o que significa que “se estas condições predominarem nós teremos um bom período de chuvas para o próximo ano”, declarou o meteorologista se detendo a uma análise mais aprofundada para os próximos meses.

Em questão do comportamento do período chuvoso deste ano no RN, ele diagnostica como “bastante irregular. Foi uma chuva normal, mas espaçado, que não acumulou água”, diz. “Se analisarmos o semiárido como um todo, percebemos ilhas onde nos tivemos uma precipitação bem distribuída, como o caso do Seridó e Serra de Santana, e o Alto Oeste como um todo”. Acrescenta ainda que as chuvas, esse ano, ocorreram com maior frequência nas regiões que tinham maior influência do relevo: Serra de Santana, Vale do Açu, e Alto Oeste.

Do blog: Nos resta esperar e alimentar a esperança de que ainda este ano, ou mais tardar no próximo, as chuvas cheguem até o RN e abasteçam os reservatórios de água.

Tribuna do Norte

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