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Chuvas

Análise inicial de chuvas para 2020 é animadora, aponta Emparn

Com base em informações da agência de meteorologia dos Estados Unidos e de análises dos sistemas meteorológicos, mesmo ainda distante para uma definição sobre as chuvas em 2020, o Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Gilmar Bristot, revelou que as condições atmosféricas no momento indicam que o semiárido nordestino poderá registrar ano que vem mais um ano de chuvas. Ele anunciou pela primeira vez a previsão para próximo ano em palestra no II Encontro Estadual de Comitês de Bacia Hidrográfica (Ecob II), que termina nesta quinta-feira (12).

Ao abordar o tema “Previsão Climática para 2020 – Primeiras Observações Visando a Segurança Hídrica”, o meteorologista da Emparn fez um histórico dos períodos mais secos e mais chuvosos no Rio Grande do Norte e no Nordeste, destacando a ligação direta com os anos de maior ou menor atividade solar com o aquecimento ou resfriamento dos oceanos Pacífico Equatorial e Atlântico Norte e Sul.

“O sol em atividade solar, quando no máximo, emite mais energia para o universo e essa energia é armazenada e transformada em calor pelos oceanos, podem influenciar na formação do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico, o que colabora com estiagens no Nordeste. O comportamento da atividade solar é cíclico, apresentando máximos e mínimos de atividade e como consequência ocorrem períodos secos como o que ocorreu entre os anos de 2012 a 2017 e anos chuvosas como foi o caso de 20o8 e 2009”, explicou.

Na análise dos meteorologistas, segundo Bristot, esse ciclo mais úmido iniciado em 2018 poderá se estender até 2022, como mostram estudos preliminares da Nasa com referência ao comportamento da atividade solar que está no seu mínimo e deverá continuar nos próximos 3 anos.

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Chuvas » Rio Grande do Norte

Emparn registra chuvas abaixo da média para julho

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou a redução de chuvas no estado em geral, tanto no interior, quanto na faixa leste, ficando abaixo da média esperada para o mês de julho em 17,9%.

“Quando se analisa os índices pluviométricos observados em julho de 2019, observou-se que em praticamente todas as regiões do RN os desvios foram negativos ou próximo disso, isto é, choveu menos do que o normal. Os maiores desvios negativos ocorreram nas Mesorregiões Oeste e Leste, e no Estado como um todo o desvio ficou em -17,9 % abaixo do normal”, explicou o Chefe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.

O meteorologista explicou que a principal causa foi a posição do centro de alta pressão do Atlântico Sul, que além de mais fraco do que o normal, esteve muito próximo do continente sul-americano, produzindo na costa leste do Nordeste, ventos fracos e soprando das direções sul/sudeste. “Essa configuração favoreceu a ocorrência de chuvas somente nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas”, disse.

Na mesorregião Leste do RN, umas das regiões aonde climatologicamente tem ocorrência maior de chuvas neste mês, a chuva esperada foi de 176,8 mm, enquanto que a observada foi de 123,4mm, representando um desvio negativo de 30,2%. No estado como um todo a média de chuva esperada era de 78,2 mm e a observada foi de 60,3 mm.

Embora as regiões do Trairi e no Seridó tenham climatologicamente índices pluviométricos baixos neste mês, essas regiões registraram desvios percentuais positivos como Monte das Gameleiras (147,9mm), Santa Cruz (90,5mm), Cruzeta (40,5mm) e São José do Seridó (38,0mm). De acordo com a análise, o município de Canguaretama, da Mesorregião Leste, foi o que registou maior volume de chuvas, com 267,7mm.

Confira abaixo tabela com os dados de chuva observada em julho de 2019, comparada com as chuvas esperadas e seus desvios percentuais.

Mesorregião Chuva Obs. Jul./19 (mm) Chuva Esperada Jul. (mm) Desvio Obs.  (%)
Oeste 19,5 27,4 -28,7
Central 27,0 26,9 0,3
Agreste 71,3 81,7 -12,8
Leste 123,4 176,8 -30,2
Estado 60,3 78,2 -17,9
PNA
Chuvas » Rio Grande do Norte

RN tem ano mais chuvoso desde 2012, aponta Emparn

FOTO: HEILYSMAR LIMA/PORTAL NO AR

De janeiro até essa terça-feira, 23 de julho, choveu, em média, entre 500 milímetros e 800 milímetros no Rio Grande do Norte. As regiões de Martins e Grande Natal registraram os maiores índices. Já as microrregiões de Pau dos Ferros, Borborema e Baixa Verde ficaram com índices inferiores a 500 mm. Estes são os dados da análise pluviométrica feita pela Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn).

Os números apontam que, em 2019, as chuvas ocorridas neste período foram melhores quando comparadas as dos últimos sete anos, no que se refere a quantidade e distribuição. “O reflexo disso é a recarga hídrica nos reservatórios do Estado que foi melhor do que em anos anteriores e a agricultura apresentou uma recuperação na produção de grãos e pastagem para os rebanhos”, destacou o meteorologista Gilmar Bristot.

Nas Mesorregiões Agreste e Central as chuvas observadas ultrapassaram a esperada, enquanto que as mesorregiões Leste e Oeste, foram abaixo. “Na análise das chuvas ocorridas em 2019, quando se olha as médias pluviométricas comparadas com a chuva esperada conclui-se que no Estado como um todo a chuva ocorrida ficou próxima da chuva esperada, comprovando a previsão divulgada pela Emparn em meados do mês de fevereiro de 2019”, disse Bristot.

O meteorologista alerta para o déficit detectado para o setor Leste do Nordeste, já que climatologicamente, o período de chuvas acaba no início de agosto e nos meses de junho e julho as chuvas foram abaixo do normal. “A preocupação com esse comportamento nas chuvas no setor leste do Estado é com a recarga das lagoas que abastecem os municípios de Agreste e a população da Grande Natal, além da monocultura da cana de açúcar que predomina na região”, avaliou.

PNA
Chuvas » Rio Grande do Norte

Volume de chuvas em julho deve ficar abaixo do esperado

O volume de chuvas em julho deve ficar abaixo do esperado, comunicou a Emparn. O motivo para estiagem no período que começa na segunda quinzena do mês, é alta pressão atmosférica no Oceano Atlântico.

As chuvas serão irregulares nas regiões Leste e Agreste do estado. Já no Interior, com o afastamento da Zona da Convergência Intertropical iniciou-se período seco afastando a possibilidade de chuvas na região.

Gilmar Bistrot, salientou, que em junho as chuvas no litoral potiguar foram ‘normais’, isso porque a pressão no Atlântico Sul favorece as precipitações chuvosas na região.

Últimos dados publicados pela Emparn mostram números de maio. Os maiores índices acumulados em maio ocorreram no Litoral Leste, enquanto que a Região Oeste apresentou os maiores desvios negativos (-24,8%). No Estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 108,7mm e a chuva observada ficou em 95,2 mm, resultando um desvio percentual negativo de -12,5%.

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Chuvas

RN: Chuvas ficam 12% acima da média nos cinco primeiros meses do ano

As chuvas registradas de janeiro a maio de 2019 no semiárido potiguar ficaram 12,1% acima da média histórica para o período, de acordo com a análise pluviométrica elaborada pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) ficaram acima da média, em 12,1%.

“A chuva esperada para o período era de 587 mm, enquanto que a registrada foi de 658 mm”, apontou o meteorologista, Gilmar Bristot. Nos últimos sete anos, o estado vinha registrando um volume de chuvas abaixo da média. Mesmo diante de um novo cenário, o estado ainda tem 148 municípios em situação de emergência por causa dos efeitos da seca.

De acordo com a Emparn, as chuvas dos cinco primeiros meses do ano foram ocasionas pela atuação de vários sistemas meteorológicos. As condições térmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico, mais aquecidas na parte Sul e mais frias do que o normal na bacia Norte, também foram fatores que influenciaram diretamente na ocorrência das precipitações, de acordo com as análises.

Já a intensificação do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico, durante o final de março e início de abril, é apontada como a causa de bloqueios atmosféricos parciais sobre a Região Nordeste, que teriam prejudicado a ocorrência de chuvas com mais intensidade, regularidade e distribuição no mês de abril.

“A influência do Fenômeno El Niño comprometeu a ocorrência de chuvas principalmente na Região do Alto Oeste, algumas áreas da Região Central e a Região da Borborema. Mesmo com predominância de chuvas acumuladas entre 400 a 800 mm e índices acima de 1000mm (Martins), observou-se desvios negativos na maior parte do Alto Oeste. Isso comprometeu a recarga hídrica do principal reservatório de água que abastece algumas cidades na Microrregião de Pau dos Ferros”, destaca Britot.

Ainda de acordo com o meteorologista, outra região que não apresentou um bom comportamento pluviométrico foi a Microrregião da Borborema Potiguar, que tem sofrido com pouca chuva nos últimos anos e que mesmo com precipitações próximas da normalidade, ainda não recuperou a reserva hídrica, que está próxima de zero.

“Chama-se atenção para essas regiões, pois no ano de 2018, apresentaram déficit de chuvas o que comprometeu as recargas nos mananciais hídricos das regiões, mantendo-se atualmente essa condição”, pondera.

Seca histórica

Em março deste ano, o governo do estado decretou situação de emergência de 180 dias por causa dos efeitos da seca em 148 dos 167 municípios do estado. O total representa 88% dos municípios potiguares. O decreto foi o 13º desde março de 2013, quando a estiagem começou a prejudicar mais intensamente a vida do sertanejo potiguar.

Já em abril, o governo federal reconheceu a situação de emergência pela seca em 144 municípios do RN. Somente no ano passado, segundo o governo, a lavoura e a pecuária potiguar somaram R$ 2,5 bilhões de prejuízo por causa da falta de chuvas.

G1
Chuvas » Rio Grande do Norte

Instituto Nacional de Meteorologia alerta para fortes chuvas no RN

Um alerta de chuvas intensas para o litoral do Rio Grande do Norte foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na noite desta quinta-feira (13). No comunicado, o Inmet avisa para “grande risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, grandes deslizamentos de encostas”. A expectativa é de chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia. No início das fortes chuvas, no final da manhã desta quinta-feira, a as precipitações em Natal causaram transtornos para motoristas e pedestres, com o registro de diversos pontos de alagamento na cidade.

Nesta quinta-feira, o monitoramento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) registrou maiores chuvas no litoral sul potiguar: entre 70 a 80mm. Na Grande Natal, as chuvas ficaram em torno de 30 a 40mm, conforme o previsto pela Emparn.

Da quarta-feira para a quinta-feira, em Natal a média de chuva foi aproximadamente de 33mm. Os dados foram captados a partir de medidores de chuva espalhados pela capital. O bairro em que mais choveu foi Neópolis: 44.8mm, seguido de Pajuçara (41.7), Ponta Negra (39), Cidade Alta (28.6), Nossa Senhora da Apresentação (28.6), Cidade Alta (28.6), Guarapes 1 (25.4), Guarapes 2 (25.2) e Nazaré (24.6), segundo o meteorologista.

Tribuna do Norte
Chuvas » Rio Grande do Norte

Maio registra chuvas abaixo da média no RN

Foto Ilustrativa: Márcio Mercante/Agência O Dia

A análise das chuvas ocorridas no mês de maio de 2019, divulgada hoje pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registra que neste ano, maio apresentou um melhor comportamento quando comparado com o mesmo mês dos últimos anos. Mesmo assim, neste ano o cenário apresenta um desvio negativo de -12,5% em relação a sua climatologia. O sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical(ZCIT) influenciado pelas boas condições térmico/dinâmicas das águas superficiais do Oceano Atlântico Sul e atrapalhado pelo Fenômeno El Niño, foi o responsável pela ocorrência das chuvas no Estado, destaca Gerente de Meteorologia, Gilmar Bristot.

A intensificação do fenômeno El Niño (Oceano Pacífico), ocorrida durante o final de março e início de abril, causou bloqueios atmosféricos parciais sobre a Região Nordeste que prejudicaram a ocorrência de chuvas de maneira normal. A influência do fenômeno El Niño comprometeu a ocorrência de chuvas no RN principalmente na Região Oeste, exceto na Serra de Martins, grandes áreas da Região Central, com exceção em alguns municípios do Seridó e Serra de Santana, a Região do Agreste exceto alguns municípios da Baixa Verde e Agreste e no Litoral Leste, atingindo principalmente o Litoral Sul.

Os maiores índices acumulados em maio ocorreram no Litoral Leste, enquanto que a Região Oeste apresentou os maiores desvios negativos (-24,8%). No Estado como um todo, eram esperados valores acumulados próximos de 108,7mm e a chuva observada ficou em 95,2 mm, resultando um desvio percentual negativo de -12,5%. A média climatológica utilizada no levantamento refere-se aos Postos Pluviométricos com mais de 30 anos de dados no período de 1963 a 2007.

PREVISÃO PARA JUNHO

No mês de junho, lembra o meteorologista da EMPARN, “tem-se o início do período seco no interior do Estado, devido ao afastamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT)”. As chuvas mais significativas ficam restritas as regiões Leste e Agreste, ocasionadas pelos sistemas meteorológicos de origem oceânicos (pulsos de leste e sistemas de brisa)”. As atuais condições oceânicas/atmosféricas mostram um enfraquecimento do Fenômeno El Niño no Oceano Pacífico e com tendência de normalidade para os próximos meses.

Esse comportamento, El Niño fraco no oceano Pacífico, associado a uma melhora nos campos da pressão atmosférica e vento na superfície do Oceano Atlântico Sul, indicam que as chuvas deverão normalizar durante a segunda quinzena do mês de junho, com índices pluviométricos que deverão variar entre 30 milímetros (mm) a 50mm no interior, de 50 a 150mm no Agreste e de 150 a 250mm no Litoral Leste.

BLOG DO BG
Chuvas » Rio Grande do Norte

RN: Junho marca início de período sem chuva no interior

FOTO: ALBERTO LEANDRO/ARQUIVOPORTALNOAR

O período seco no interior do Rio Grande do Norte – e, em grande parte do Nordeste – começa agora em junho, de acordo com a Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).

“O mês de junho, climatologicamente, marca o início do período sem chuvas nas regiões Oeste e Central do RN, isso por que a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), responsável pelas chuvas na região semiárida no período de fevereiro a maio, se afasta da região Nordeste. Ao mesmo tempo é o mês com maior índice pluviométrico no litoral leste do Estado”, diz o meteorologista Gilmar Bristot.

Para o setor leste do Estado, os sistemas meteorológicos causadores das chuvas entre os meses de abril a agosto são as Instabilidades de Origem Oceânicas e Sistema de Brisa. Esses sistemas, segundo Bristot, “dependem das condições termodinâmicas do oceano Atlântico Sul, no que diz respeito ao posicionamento e intensidade do centro de Alta Pressão Atmosférica, pois é responsável pela intensificação e direção dos ventos que sopram na faixa litorânea leste, e pela formação das instabilidades de origem oceânicas”.

A atual configuração mostra que mesmo a ZCI, afastada da região, a sua posição tem causado a formação de subsidência sobre o Leste do Nordeste, dificultado a ocorrência de chuva regulares nas regiões Leste e Agreste do Estado. “Essa condição de pouca chuva deverá continuar durante todo a primeira quinzena de junho de 2019, devendo melhorar durante a segunda quinzena”, pontuou Bristot.

Para essa semana, a gerência informa que a previsão, até quinta-feira (6), é de algumas pancadas de chuvas ao longo do Litoral Leste durante a madrugada e início das manhãs. No interior deve predominar o céu parcialmente nublado a claro. No final de semana, as chuvas deverão ocorrer com maior predominância, sobretudo entre o sábado e o domingo.

Portal no Ar
Chuvas » São Vicente

SÃO VICENTE: Chuvas que chegaram até 130mm fizeram sangrar o açude mais antigo da cidade

A noite do vicentino foi de muita alegria com uma chuva registrada na tarde de segunda-feira dia 13 de maio.

O tempo não estava para chuva, mas de repente tudo mudou, as nuvens se formaram e a água desceu.

As chuvas que na cidade registraram 105mm no Bairro Alto da Candelária (residência de Rita Iracema) , no sítio Quinquê há 4km da cidade o registro foi de 110mm e há informações não oficiais de lugares chegaram a registrar 130mm.

O que estava sendo aguardando por todos era a sangria do Açude do Bacurau, que fica as margens da Zona Urbana que já existe há 45 anos (Construído em 1974) e foi responsável por abastecer a cidade no passado.

Os moradores da cidade mesmo a noite foram visitar a sangria.

Blog de São Vicente
Chuvas » Rio Grande do Norte

RN: Chuvas no mês de abril superam a média esperada em 3,1%

A análise pluviométrica do mês de abril deste ano, da Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), aponta que as chuvas no estado superaram em 3,1% a média esperada.

Os dados revelam que as chuvas intensas ocorreram devido à atuação do sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), influenciada pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Atlântico, na parte Sul e mais fria do que o normal na bacia Norte.

Nas regiões de Mossoró, Grande Natal e na Microrregião de Serra de Santana foram observadas chuvas acima de 200mm. “Ocorreram alguns episódios de chuva intensas, com destaque para os municípios de Acari, com acumulado de 286,4mm, Currais Novos com 249,6mm (chuva que recuperou de forma expressiva o armazenamento de água no reservatório Dourados), Santana do Matos com 294,3 mm (influenciou no arrombamento de uma rodovia) e Natal, onde o acumulado no mês foi de 470,7mm”, destacou o gerente do setor, Gilmar Bristot.

Alguns bloqueios atmosféricos, que ocorreram devido a intensificação do fenômeno El Niño no final de março e começo de abril, prejudicaram a ocorrência de chuvas com mais intensidade nas regiões do Alto Oeste e algumas áreas Central e Borborema. Nessas regiões as chuvas acumuladas foi entre 100 a 150 milímetros, observando-se desvios negativos.

“A intensificação do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico, durante o final de março e início de abril, causou bloqueios atmosféricos parciais sobre a região Nordeste, prejudicando a ocorrência de chuvas com mais intensidade e melhor distribuição”, disse Bristot.

Os valores médios da chuva observada para as diversas regiões, suas médias históricas (dados do período de 1963 a 2007) e os desvios são os seguintes: no Oeste, a média observada foi de 150,4 mm, para uma média esperada de 178,3mm. Portanto, um desvio negativo de 15,7%. Na região Central, a média observada foi de 147,3mm, para uma média esperada de 151,4 mm, um desvio de menos 2,7%. No Agreste, a média observada foi de 144,3mm, para um registro positivo de 130,4mm, mais 10,7%. No Leste a média observada foi de 238,7mm, para um registro de 200,3 mm, um registro negativo de apenas 2%.

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