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ESPORTE: Chapecoense e Atlético Nacional se reencontram após tragédia

Diz a Conmebol que a final da Recopa acontece nesta terça-feira, 19h15 (de Brasília), na Arena Condá, em Chapecó. Mas não leve isso a sério. Trata-se apenas de protocolo. A decisão começa bem antes. Na verdade, já começou. Com festejos marcados a partir de 14h, Chapecó mostrará que o encontro entre Chapecoense e Atlético Nacional é muito mais do que “apenas futebol”. Muito provavelmente, o duelo dos adversários mais unidos de todos os tempos, e desde 29 de novembro do ano passado.

Homenagem da Chapecoense à Colômbia (Foto: Reprodução)

É impossível não acordar nesta terça-feira como se estivesse saindo de uma máquina do tempo. Quem na Arena Condá não se imaginará naquele dia 30 de novembro? O jogo que não existiu. A homenagem que existiu. Tudo que cercou aquela quarta-feira estará na mente dos cerca de 20 mil presentes para decisão da Recopa – os ingressos estão esgotados. Sim, haverá uma partida, há questões desportivas que se reduzem a 90 minutos diante do todo que se espera.

Reconstruída, a Chapecoense chega para a partida embalada por cinco vitórias consecutivas e líder em todos os quesitos no Campeonato Catarinense. Os colombianos também chegam em boa fase. Em 11 partidas no ano, são oito vitórias, apenas uma derrota, e a liderança da liga local.

Expectativa alta também para o que acontecerá com bola rolando. Vale lembrar que a decisão não terá gol qualificado fora de casa, e o título será decidido em 10 de maio, em Medellín.

Homenagens

A “decisão” da Recopa começará para valer em Chapecó às 14h na praça Coronel Bertaso, no centro da cidade. Um palco foi montado em frente à catedral para mobilizar torcedores na primeira da série de seis atos em homenagem ao Atlético Nacional. Com feriado na cidade, a programação conta ainda com passeata até a Arena Condá, que será abraçada pelos torcedores, shows no gramado antes de a bola rola, entrada dos times unidos, vídeos no intervalo e show pirotécnico no final. Haja coração!

 Sobreviventes

Parte importante das homenagens será a participação de Alan Ruschel, Neto e Follmann no gramado. O trio estará na Arena Condá desde às 16h para uma série de ações e tem presença confirmada no vestiário para passar energia positiva para os companheiros. A expectativa é de muita emoção. Na manhã de segunda-feira, eles já se reuniram com os organizadores do evento e não se contiveram.

Neto, Ruschel e Follmann em momento de descontração: trio estará na Arena Condá nesta terça-feira (Foto: Cahê Mota)

Reciprocidade

A decisão da Recopa será o auge de uma relação de irmandade poucas vezes vista entre adversários no esporte. Se a Chapecoense participa da Recopa, deve-se a decisão do Atlético Nacional de abrir mão do título da Copa Sul-Americana depois da tragédia de 29 de novembro. A decisão partiu dos próprios jogadores, e muitos ainda estão no elenco. A recepção dos colombianos em Chapecó, com homenagens espalhadas por toda cidade, é outro sinal da conexão eterna entre os dois alviverdes.

Reconstrução

Apesar de todas as homenagens e do cunho emocional da partida, não dá para desvencilhar da questão esportiva. E o título da Recopa seria a afirmação de que a Chapecoense está no caminho certo no processo de reconstrução. Depois de altos e baixos no início da temporada, a equipe engrenou no Catarinense, mas precisa ainda de uma grande provação. O revés em casa para o Lanús, pela Libertadores, deixou dúvidas, mas o duelo com o campeão da Libertadores será o tira-teima para equipe que contratou 24 jogadores e renasceu após a tragédia.

Chapecoense x Atlético Nacional

Data e local: Terça-feira, 04 de abril, às 19h15 (de Brasília), na Arena Condá;
Competição: decisão da Recopa, primeira partida;
Chapecoense: Artur Moraes, João Pedro, Grolli, Nathan e Reinaldo; Girotto, Luiz Antonio e Dodô; Arthur Kayke, Túlio de Melo e Rossi;
Transmissão: SporTV (com Julio Oliveira e Raphael Rezende).

GE
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Com presença de Neto, Chapecoense inicia sua pré-temporada

A emoção marcou o início de trabalho da Chapecoense nesta temporada. Sob o comando de Vagner Mancini, jogadores das categorias de base e reforços já confirmados para a temporada tiveram a companhia de um dos sobreviventes do trágico acidente na Colômbia: o zagueiro Neto.

Utilizando muletas, em virtude da recuperação de uma cirurgia na perna direita, o defensor foi reverenciado pelo diretor executivo da equipe catarinense, Rui Costa.

“Estamos aqui com os principais nomes para a reconstrução. Eu faço agradecimento especial a um atleta que está se reapresentando aqui: o Neto. Seja bem-vindo, Neto. Seja bem-vindo à sua casa. Ao lugar que te pertence.”

O técnico Vagner Mancini manifestou-se sobre o desafio de reconstruir a Chape após a queda do avião que vitimou 71 pessoas.

“Eu já falei nas entrevistas a minha satisfação de ficar aqui e todos daqui sabem que foram escolhidos assim como eu. A nossa responsabilidade é exatamente não só devolver o bom futebol que a Chape teve durante a sua história, mas fazer de tudo para homenagear a cada dia aqueles que estavam no avião e serem lembrados.”

Em seguida, Mancini falou sobre as perspectivas para a temporada:

“Desafio realmente grande o que vamos enfrentar e estou comovido, porque sei que vamos ter êxito. Existe uma energia muito grande em volta da Chapecoense. Vamos enfrentar dificuldade naturais, como montar um time rapidamente, sem tempo hábil. Mas vamos contar com a vontade dos jogadores para queimar etapas e mostrar um bom futebol.”

O técnico agradeceu a presença de Neto na reapresentação:

“O Neto foi meu atleta e a presença dele aqui hoje nos dá muito mais força para fazer o que desejamos e queremos. Agradeço todos aqui da cidade, os funcionários, à diretoria e à imprensa. Contamos com o apoio de todos.”

 

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RECUPERAÇÃO: Goleiro da Chapecoense passa por nova cirurgia

Segundo informações do hospital, foi colocada uma haste intramedular para a fixação do tornozelo.

O goleiro da Chapecoense, Jackson Follmann, foi submetido na tarde de ontem (2) a uma cirurgia no joelho esquerdo para fusão óssea da articulação. Segundo a assessoria de imprensa da unidade Hospitalar da Unimed Chapecó, onde ele permanece internado, a operação transcorreu sem problemas.

Follmann é um dos seis sobreviventes do acidente aéreo ocorrido no dia 29 de novembro na Colômbia, no qual mais de 70 pessoas morreram entre atletas, membros do clube, tripulantes e jornalistas.

Segundo informações do hospital, foi colocada uma haste intramedular para a fixação do tornozelo. “Na mesma ocasião, a equipe revisou novamente o coto de amputação do membro inferior direito, que se encontra em franca cicatrização, sem sinais de processo infeccioso.

Operação durou três horas

Os procedimentos duraram cerca de três horas e o atleta foi encaminhado para a sala de recuperação pós-anestésica”, diz a nota da assessoria.

A equipe cirúrgica contou com o médico ortopedista da Chapecoense, Carlos Henrique Mendonça, e com os médicos cooperados da Unimed Chapecó, Marcos André Sonagli e Alexandre Bernardi (ortopedistas) e Gustavo Colonheze (cirurgião plástico), além de equipe de anestesia.

Follmann foi transferido do Hospital Israelita Albert Einstein para o Hospital Unimed, em Chapeco, Santa Catarina, no dia 17 de dezembro. Ele estava internado no Albert Einstein desde o dia 13, quando foi submetido a uma correção cirúrgica de uma fratura, com fixação da segunda vértebra cervical.

Agência Brasil
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Ruschel fala em ‘milagre’ e projeta retorno aos gramados em seis meses

Alan Ruschel, atleta sobrevivente do desastre da Chapecoense.

Primeiro sobrevivente brasileiro da tragédia da Chapecoense a ter alta, o lateral Alan Ruschel concedeu entrevista coletiva na manhã deste sábado, após deixar o hospital na tarde de sexta, em Chapecó. Muito emocionado, ele disse não lembrar do acidente, afirmou ser objeto de um “milagre de Deus” e projetou seu retorno aos gramados daqui a seis meses.

“Farei de tudo para voltar a jogar, com muita paciência. Mas farei de tudo para dar alegria ao Plínio [David de Nes Filho, novo presidente do clube], aos médicos, farei de tudo para dar alegria a esse pessoal aqui”, afirmou Ruschel. “Eu calculei três meses para calcificar a coluna, já passou um. Mais dois meses para fortalecer a musculatura. Estou só na capa.”

A entrevista foi marcada por muitas lágrimas antes mesmo do início. Emocionado, o sobrevivente do acidente aéreo que matou 71 pessoas encarou como “milagre” o fato de estar vivo e de ainda poder andar.

“Um momento que caiu aquele avião Deus me pegou no colo e falou que eu tinha mais missão aqui na Terra. Por isso ele não me levou. A única explicação são dois milagres: eu estar vivo e o milagre de eu poder estar andando. Os médicos falaram que foi uma lesão grave que eu tive na coluna. Poder estar andando é milagre de Deus”, declarou.

Abalado pela tragédia, na qual perdeu 19 companheiros de time, Ruschel disse conviver com uma “mistura de sentimentos”, em razão da morte dos colegas e da alegria por ter sobrevivido.

“Não tem palavras para explicar o que estou sentindo. É uma mistura de sentimentos, uma alegria grande por poder estar aqui de novo, sentado aqui. Mas ao mesmo tempo é um luto por ter perdido muitos amigos”, declarou, sem conter o choro. “Como eu postei foto esses dias, falando que seguirei em frente, honrando os que foram morar com Deus. Honrarei seus familiares que aqui ficaram, que hoje estão sentindo a dor.”

Quanto ao acidente, o lateral disse não ter lembranças da forte batida contra um morro, a 30km de Medellín, na Colômbia, onde a equipe da Chapecoense iria enfrentar o Atlético Nacional pelo jogo de ida da final da Copa Sul-Americana.

“Eu lembro de sair de São Paulo, depois a gente estava chegando em Santa Cruz de la Sierra. Depois lembro de estarmos saindo de lá. Não lembro do voo, do acidente. O que eu lembro depois é da minha esposa Marina falando no hospital”, afirmou.

Ele revelou que mudou de assento antes do início do voo e acabou sentando próximo a Jackson Follmann, que também sobreviveu ao acidente. “Quando a gente chegou em Santa Cruz de la Sierra a gente ia pegar o voo fretado e o Cadu pediu para eu sentar um pouco mais para frente para deixar os jornalistas sentarem no fundo. Na hora eu não quis sair dali. Aí eu vi o Follmann e, por olhar para ele, ele insistiu para eu sentar com ele, aí eu saí de lá de trás e fui sentar com o Follmann. É uma parte que eu lembro”, declarou.

Por fim, Ruschel disse que encara o acidente como uma grande lição de vida. “Estava indo para um jogo e simplesmente você não sabe se vai voltar, não sabe o que vai acontecer daqui a dez minutos. O que eu levo de lição é aproveitar a vida e fazer o bem. O que fizeram comigo durante esses dias não tem explicação. O jeito que me trataram na Colômbia, aqui no Brasil, o que os médicos fizeram por mim não tem explicação.”

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DE VOLTA: Último sobrevivente do desastre aéreo, Neto desembarca em Chapecó

Felipe Rau / Estadão.

Felipe Rau / Estadão

O zagueiro Neto, da Chapecoense, desembarcou na noite desta quinta-feira em Chapecó para finalizar a recuperação do acidente aéreo do último dia 28 com a delegação da equipe na Colômbia. O retorno dele cativou a presença de cerca de 30 torcedores no aeroporto municipal da cidade, munidos com camisas e bandeiras, todos gritavam “o campeão voltou” quando a porta do jato se abriu e o jogador desceu em uma maca e foi levado à ambulância.

Era quase 22h quando o avião tocou o solo e motivou aplausos da torcida aglomerada na grade que separa o estacionamento da pista do aeroporto. O zagueiro se mostrou bastante comovido com o retorno e a recepção. No pequeno trecho entre a aeronave e o veículo que o levou ao hospital Unimed, Neto fez questão de acenar com a mão esquerda. O sobrevivente estava emocionado e fez um esforço para corresponder o apoio. A feição era marcada pelas cicatrizes no rosto e a presença de aparelhos médicos.

Outra recepção calorosa da torcida o aguardava no hospital. Mais bandeiras, aplausos, vídeos nos celulares e música religiosa, conduzida até por um violão, demarcaram a chegada dele ao centro médico. Com o retorno de Neto, todos os quatro sobreviventes brasileiros já retornaram ao País. O defensor foi levado do aeroporto municipal da cidade até o Hospital Unimed, onde seguirá internado por mais alguns dias.

No corredor de torcedores na porta do hospital, o grito de “Vamos, Chape” motivou novo aceno de Neto, considerado um guerreiro pelos médicos. O sobrevivente foi o último a ser resgatado no local do acidente, cerca de oito horas após a queda, e também o último a deixar a Colômbia. Os dois tripulantes bolivianos da LaMia foram os primeiros a retornarem ao país de origem, seguidos pelo goleiro Follmann (internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo) e do jornalista Rafael Henzel e do lateral Alan Ruschel. Os dois últimos estão hospitalizados em Chapecó.

Neto deixou a base aérea do aeroporto de Rionegro, nos arredores de Medellín, por volta do meio-dia no horário de Brasília (9h no horário local) e viajou em um jato com equipamentos de UTI, como desfibrilador e respirador, mais a supervisão de médicos e enfermeiros. A aeronave fez uma escala em Manaus antes de seguir para Chapecó, onde aterrissou no aeroporto municipal.

Antes de deixar o hospital o jogador posou para foto junto com o socorrista que o encontrou, Marlon Lengua. A imagem foi publicada no Facebook do irmão de Neto, Leonardo Zampier, e trazia um texto de agradecimento. O retorno do último sobrevivente, que não corre risco de morte, encerra a missão médica da Chapecoense em território colombiano depois de mais de duas semanas.

“Terminamos essa missão. Conseguimos em um curto tempo recuperar todos os atletas, é uma grande vitória. Levamos um pouco de carinho e um voto de recomeço para Chapecó. Viemos com o objetivo de levar os sobreviventes, mesmo que fosse um, para casa. Queríamos que ninguém mais perdesse a vida. Eram seis sobreviventes e agora, com o Neto, todos estão em casa”, afirmou o médico da Chapecoense, Edson Stakonski, que acompanhou todo o trabalho na Colômbia desde os primeiros dias.

O médico, inclusive, desembarcou do avião com a camisa do Nacional de Medellín, presente da diretoria colombiana. O corpo médico do clube considera ser possível o retorno de Neto ao futebol, já que o problema mais grave, a pneumonia, foi superada na Colômbia. A diretoria da Chapecoense garante que dará espaço no elenco no futuro para a volta ao futebol tanto do zagueiro como do lateral Alan Ruschel.

Agência Estado
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DE VOLTA: Follmann é o primeiro sobrevivente da tragédia com a Chapecoense a chegar ao Brasil

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O goleiro Jackson Follmann chegou nesta terça-feira ao Brasil, por volta de 0h20, no aeroporto de Congonhas. Ele é o primeiro dos quatro sobreviventes brasileiros do acidente aéreo que matou 71 pessoas no último dia 29, em avião que levava a delegação da Chapecoense para a Colômbia, a voltar para o País. O jogador será levado para o hospital Albert Einstein para realizar cirurgia na vértebra C2, da coluna vertebral. A operação, a ser realizada pelo ortopedista do Clube, é delicada e o hospital foi escolhido por ter equipamentos que ajudam no procedimento.

Follmann estava internado no hospital San Vicente, em Rionegro, na Colômbia. Ele foi levado de ambulância até o avião que deixou o país por volta das 16h25 (horário de Brasília). Em decorrência da tragédia, o goleiro teve de amputar uma parte da perna direita.

Segundo a assessoria de imprensa da Chapecoense, nesta terça-feira chegarão em Chapecó o lateral Alan Ruschel e o jornalista Rafael Henzel, outros dois sobreviventes da tragédia. A previsão é que eles desembarquem, trazidos por jato ambulância, na cidade catarinense por volta das 20h. Ainda na pista do aeroporto, eles serão colocados em uma ambulância que levará os dois para hospitais da região.

Quanto ao zagueiro Neto, os médicos acreditam que ele precisará continuar hospitalizado por pelo menos mais três dias em Medellín. Ele foi a última pessoa a ser resgatada com vida no acidente e é o sobrevivente em estado de saúde mais delicado, embora já tenha deixado a condição do coma induzido, passando a respirar sem ajuda de aparelhos, o que inicialmente foi necessário em razão de uma infecção pulmonar.

Agência Estado
Chapecoense » Futebol » Luto

COMOÇÃO, LUTO E APLAUSOS: Gil volta a Nova Cruz para seguir na eternidade

Corpo de Gil foi levado ao cemitério de Nova Cruz pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Andrea Tavares/GloboEsporte.com)

Corpo de Gil foi levado ao cemitério de Nova Cruz pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Andrea Tavares/GloboEsporte.com)

A cidade de Nova Cruz, distante a 93 Km de Natal, viveu um dia de luto. O velório e o sepultamento do volante Gil, que morreu no trágico acidente aéreo com a delegação da Chapecoense, a caminho de Medellín, na Colômbia, causou um clima de consternação nos moradores da pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte.

Amigos, familiares, ex-companheiros de clubes pelos quais Gil jogou e uma multidão estiveram no ginásio Giovanna de Azevedo Targino para dar o último adeus e homenagear o jogador, que aos 29 anos, deixa mulher e duas filhas, um de cinco e outra de três anos.

Globo Esporte
Chapecoense » Futebol » Luto

Temer ao velório das vítimas do voo da Chapecoense

Depois da polêmica sobre sua ausência na cerimônia no estádio da Chapecoense, o presidente da República, Michel Temer, mudou de ideia e decidiu ir à Arena Condá, informou a assessoria da presidência, destacando que o local reúne condições de segurança para recebê-lo. O peemedebista está no aeroporto e assiste, junto a autoridades e familiares das vítimas, ao desembarque dos corpos de vítimas da tragédia.

A presença presidencial foi polêmica durante toda a semana. Alguns familiares chegaram a reclamar do fato de precisarem ir até o aeroporto “encontrar o presidente”. A indecisão sobre a presença ou não de Temer no estádio durou até o fim da cerimônia.

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