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Brasil » Decisão » Política

Decisão difícil: Seis partidos ainda indicarão candidatos à Presidência

Ao que consta, pelo menos seis partidos, até o dia 30 deste mês, precisam definir seus candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, ou que nomes vão defender nas eleições de outubro. Até o presente momento, PMDB e PDT já resolveram que apoiarão a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e também confirmaram o vice-presidente Michel Temer na chapa do atual governo.

No sábado (14), o PSDB confirmou a candidatura do senador Aécio Neves (MG) à Presidência, mas ainda não determinou o nome do vice na chapa. No mesmo dia, o PV escolheu para concorrer ao comando do Planalto Eduardo Jorge, de 64 anos, junto com Célia Sacramento – vice-prefeita de Salvador (BA).

A próxima convenção partidária nacional acontece no dia 21, quando o PT oficializará a candidatura de Dilma à reeleição, em Brasília. No dia seguinte, é a vez do PSOL definir seus candidatos. Os encontros ocorrem em Brasília. O PP, partido que integra a base aliada no Congresso, deve trilhar o mesmo caminho do PMDB. A convenção no dia 25 deve afiançar o apoio da legenda à reeleição de Dilma e Temer porém, em alguns estados, o posicionamento deve ser o de liberar a legenda para outras alianças. Em território gaucho, assim como no Rio de Janeiro e Minas Gerais, há dissidência, e a legenda vai apoiar o candidato Aécio Neves.

Já no dia 27, o PCdoB oficializará o apoio ao atual governo e espera a presença da presidenta Dilma Rousseff na convenção. Pelo PSB, disputam o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a ex-senadora Marina Silva, da Rede Sustentabilidade. Os nomes devem ser confirmados pelo PPS no dia 28, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. O encontro será conjunto com PPS, Rede Sustentabilidade, PPL e PHS, que também apoiam a chapa Campos e Marina.

O prazo estipulado pela Justiça Eleitoral também vale para as indicações de candidatos a governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputados federais, estaduais e distritais. Depois desse período, os candidatos, os partidos políticos e coligações têm até o dia 5 de julho para pedir o registro dos candidatos às eleições de outubro.

Beleza » Brasil

Jornal espanhol coloca Bruna Marquezine como ponta direita em time de gatas

A brasileira Bruna Marquezine destaca-se pela sua beleza.

A brasileira Bruna Marquezine destaca-se pela sua beleza.

Numa seleção das mulheres de jogadores que estão disputando a Copa do Mundo, comentada pela portal R7, o jornal espanhol Sport fez uma lista das mais belas, formando um grupo de musas. A convocação mostra que as gatas deste time batem um bolão.  Bruna Marquezine, é claro, não ficou de fora. A namorada de Neymar aparece na ponta direita do ataque do timaço.

Acessibilidade » Brasil » Copa do Mundo

O neurocientista Miguel Nicolelis acusa FIFA de cortar exibição de paraplégico na Copa do Mundo

Ontem (13), um dia depois da abertura do maior futebolístico do mundo e do pontapé inicial simbólico da Copa, dado por um paraplégico utilizando um experimento robótico de última geração e ainda em processo de aperfeiçoamento, o líder do projeto de desenvolvimento do exoesqueleto, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, acusou a FIFA de ter impedido que a demonstração do projeto “Andar de Novo” fosse transmitida na íntegra. A informação é da Folha de São Paulo.

O neurocientista utilizou seu perfil no Twitter para responder a críticos, agradecer a apoiadores e anunciar que os objetivos do projeto foram cumpridos: “O que foi prometido, foi entregue. Depois de 17 meses de trabalho insano, a missão foi cumprida integralmente”, escreveu. Ele disse ainda que a responsabilidade pela transmissão era totalmente da FIFA. No entanto, o momento contou com certo desprezo da entidade, pois a exibição do chute na televisão, durante a cerimônia de abertura, durou cerca de três segundos, ou pelo menos foi o que as redes de televisivas repassaram para os espectadores.

Confira o que aconteceu neste quadro.

Confira o que aconteceu neste quadro.

Brasil » Descaso » Política

“Vaiada sim, intimidada não”, disse Dilma em motivo dos palavrões recebidos no Itaquerão

Presidente Dilma disse ter enfretado maiores dificuldades em sua vida do que os palavrões ouvidos na quinta (12) durante o 1º jogo do Brasil.

Presidente Dilma disse ter enfrentado maiores dificuldades em sua vida do que os palavrões ouvidos na quinta (12) durante o 1º jogo do Brasil.

Em nota, a presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira (13), que não vão intimidá-la os palavrões que ela e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, ouviram ontem (12) no jogo entre Brasil e Croácia, em São Paulo, na abertura da Copa do Mundo. De maneira velada, comentou já ter suportado até as torturas no período da ditadura militar. “Passei por situações do mais alto grau de dificuldade, ao mais alto grau de limite físico; não suportei agressões verbais, mas físicas, quase insuportáveis, e nada me tirou do meu rumo”, e completou ainda Dilma “não serão xingamentos que vão me intimidar e atemorizar. Eu não me abato e nem abaterei”.

A plateia chegou a interromper a presidente com um coro pela reeleição. “Um, dois, três, é Dilma outra vez”, repetiam. A presidente criticou os autores dos xingamentos. Ontem, antes e durante o jogo, torcedores no estádio Itaquerão gritavam “Ei, Dilma, vai tomar no c…” e “Ei, Fifa, vai tomar no c…”. A presidente argumentou que as palavras ditas “não podem ser sequer escutadas pelas crianças e famílias”, e asseverou que a maioria dos brasileiros é educada e não tem esse pensamento sobre ela.

“O povo brasileiro não age assim, não pensa assim, não sente da forma como esses xingamentos expressam. O povo brasileiro é civilizado, extremamente generoso e educado. Podem contar que isso não me enfraquece”, garantiu ela, ao final de seu discurso, na inauguração de um trecho do BRT Expresso DF, na região sul da capital federal.

A presidente disse ainda que os desafios da organização da Copa foram mais difíceis que os palavrões ouvidos ontem. “Não vai ser agora, depois de vencer o mais difícil, depois de superar esses desafios – uma revista disse que o estádio [de Brasília] ficaria pronto em 2021… depois de tudo isso, não vou me deixar perturbar por agressões verbais.”

Com informações do portal Congresso em Foco
Brasil » Copa do Mundo

Copa começa e escreve um novo capítulo na história do Brasil

É impossível prever o que acontecerá no gramado a partir das 17h (horário de Brasília) de hoje quando os atacantes Neymar e Fred darão os primeiros toques na bola para iniciar a Copa do Mundo de 2014, na Arena Corinthians, em São Paulo. Além deles, porém, uma coisa é fato: o torneio já bateu a marca de maior evento da história do país.

Telão de LED da Arena Corinthians exibindo a arte do jogo de abertura da Copa do Mundo 2014.

Telão de LED da Arena Corinthians exibindo a arte do jogo de abertura da Copa do Mundo 2014.

A audiência somada de todos os jogos deverá chegar a  três bilhões de pessoas. Outras três milhões acompanharão as partidas nos estádios. Estarão envolvidos 736 jogadores; 170 mil homens farão a segurança, entre agentes particulares, policiais e membros das Forças Armadas do Brasil.

Seis bilhões de reais terão sido investidos pelo mercado publicitário. Os mesmos seis bilhões serão lucrados pela Fifa. O poder público brasileiro colocou R$ 8 bilhões no esforço de construir ou reformar as 12 arenas. Ao todo, considerando todas as obras e aquisições feitas pelo governo brasileiro e pelos governos estaduais e municipais para receber a Copa, o dinheiro público empenhado é da ordem de R$ 30 bilhões, cifra que inclui investimentos que ficarão aqui após a Copa, como reformas e aeroportos e construção de obras de mobilidade urbana.

A Copa é o maior evento mundial que o Brasil já recebeu, superando a Copa de 1950, a Eco-92, os Jogos Pan-Americanos de 2007 e a Rio+20 sob os mais variados aspectos. E escancarou, aos olhos do mundo, as riquezas, mazelas e contradições da sétima economia do planeta.

O discurso oficial no já longínquo 30 de outubro de 2007, quando foi anunciada a sede do Mundial, nos apresentava um projeto de país que queria usar o torneio como propaganda de seus feitos recentes, de sua nova cara e posição no planeta.

Nesse sentido, a Copa seria a materialização do protagonismo brasileiro no mundo moderno, um país que havia estabilizado sua economia, consolidado sua democracia, tirado milhões de pessoas da miséria e virado mediador na geopolítica internacional.

Em 2009, quando o mundo assistiu a uma crise econômica que tomou conta das nações mais desenvolvidas do globo, notadamente os países da Europa e os Estados Unidos, a posição brasileira de destaque no contexto internacional se intensificou.

Por aqui, a crise não freou o consumo interno, não gerou uma maciça onda de desemprego nem pôs em risco os programas sociais. Assim, a organização da Copa do Mundo viria coroar este novo Brasil.

Sete anos depois da escolha do país como sede do torneio, porém, a alta desaprovação popular ao evento, o gasto desenfreado de dinheiro público, as manifestações que tomam as ruas há mais de um ano, os atrasos e as obras de infraestrutura que não saíram do papel fazem um retrato muito mais próximo da realidade nacional do que a propaganda oficial pretendia.

O Brasil, ao fim das contas, continua sendo o Brasil. O país não se livrou graças à Copa de suas mazelas históricas. Corrupção, excesso de burocracia administrativa e injustiça social não sumiram do mapa por decreto.

Isso não significa, porém, que a Copa será um fracasso. Será um evento superlativo, do ponto de vista econômico, midiático, do turismo e esportivo. Mas ela será um evento com a cara do Brasil, com tudo que isso implica de bom e de ruim.

Como legado, a Copa deixará novas arenas, aeroportos ampliados, obras urbanas que, espera-se, serão concluídas um dia e uma estrutura de telecomunicações aprimorada, tudo a um custo financeiro discutível. Mas para dizer se, aos olhos do mundo, o Brasil continuará sendo um país confiável e rumo ao protagonismo global, será preciso esperar o árbitro encerrar a última partida, no Maracanã, no dia 13 de julho.

 

Brasil

Desemprego fica em 4,9% em abril e é o menor para o mês desde 2002

A taxa de desemprego no país ficou em 4,9% em abril, segundo mês consecutivo de queda na taxa, ante 5% em março, informou a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (22).

Trata-se da menor taxa desde janeiro deste ano, quando o desemprego atingiu 4,8%. A leitura também é a menor para meses de abril na série histórica iniciada em 2002.

Na comparação com abril do ano passado, quando o desemprego foi de 5,8%, o indicador teve queda de 0,9 ponto percentual. O total de pessoas desocupadas (1,2 milhão) também ficou estável em relação a março, e caiu 17% em relação a abril do ano passado.

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