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PESQUISA: Governo Bolsonaro é considerado regular ou ruim por 58%, diz CNI/Ibope

A avaliação ótima/boa do governo Jair Bolsonaro (PSL) soma 35 por cento, mostrou nesta quarta-feira a primeira pesquisa CNI/Ibope realizada desde que o presidente assumiu o cargo no início de janeiro.

A sondagem do Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, mostrou ainda que 31 por cento consideram o governo regular, enquanto 27 por cento acham que é ruim ou péssimo. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

A maneira de governar de Bolsonaro é aprovada por 51 por cento dos entrevistados, enquanto 40 por cento a desaprovam, mostrou a pesquisa.

Segundo o levantamento, 51 por cento confiam no presidente, enquanto 45 por cento não confiam.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas entre 12 e 15 de abril.

Reuters
Bolsonaro Presidente

Especialistas dizem que Bolsonaro cometeu infração em passeio de moto por causa de capacete levantado

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) teria cometido uma infração de trânsito em sua volta de moto por Guarujá, no litoral paulista, neste sábado (20), segundo especialistas consultados pela Folha. Em trechos de um vídeo distribuído a jornalistas, o presidente circula com o capacete levantado, que fica apoiado na sua testa.

Segundo o advogado especialista em trânsito Maurício Januzzi, que já foi presidente da comissão de direito viário da OAB-SP, andar com o capacete levantado dessa forma é o mesmo que estar sem o equipamento de proteção.

“É uma infração gravíssima. A penalidade é multa, 7 pontos na carteira, e a pessoa sofre um procedimento de suspensão da carteira de habilitação. Como mandatário da nação ele deu um péssimo exemplo de como conduzir motocicleta”, afirmou Januzzi. De acordo com ele, como há imagens, o presidente pode sofrer as punições.

O engenheiro Ailton Brasiliense, presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), afirma que o capacete colocado de forma errada pode agravar um acidente. “É uma infração. Ele precisa estar fixo, porque se não estiver, não protege e pode piorar o ferimento”.

O consultor em segurança no trânsito Horácio Augusto Figueira concorda que foi um exemplo negativo. “Ele podia ter sido orientado antes do passeio a fazer tudo direitinho. Ele faz barulho desnecessário [quando acelera] e depois ele levanta o capacete, em um veículo de alto risco. Se na área militar é preciso seguir todas as regras, por que no trânsito seria diferente?”, diz.

Segundo o consultor em transporte Sérgio Ejzenberg, o condutor precisa estar com o capacete afivelado quando estiver em movimento. “Se não estiver, é uma infração”. Nem todos os especialistas afirmaram qual seria a gravidade da infração.

A Folha perguntou ao Palácio do Planalto se o presidente tem habilitação para moto, mas não teve resposta.

FOLHAPRESS
Bolsonaro Presidente

“Quem ganha menos pagará menos e quem ganha mais pagará mais”, diz Bolsonaro sobre reforma

Presidente da República, Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro postou mensagem na sexta-feira, 19, em sua conta do Twitter, sobre a reforma da Previdência. No post, Bolsonaro defende que a reforma garantirá que “quem ganha menos pagará menos e quem ganha mais pagará mais”.

Ele também cita serviço disponível na página do Ministério da Economia que faz o cálculo da aposentadoria .

No último dia 17, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, confirmou que o governo aceitou negociar pontos da reforma da Previdência para facilitar a aprovação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. “Tivemos uma primeira conversa com membros de vários partidos, que têm algumas restrições ao projeto como ele se encontra. Iniciamos um diálogo, mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro. Vamos continuar a conversar”, declarou o secretário.

Originalmente, a votação da reforma na CCJ estava prevista para o dia 17, mas foi adiada para a próxima semana.

Agora RN
Bolsonaro Presidente

Bolsonaro diz que imprensa é essencial para que ‘chama da democracia não se apague’

FOTO: MARCOS CORRÊA/PR

O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta quinta-feira, 18, na cerimônia de comemoração do Dia do Exército, em São Paulo, que a imprensa é essencial para a democracia – e sinalizou que quer uma relação mais amistosa com jornalistas.

“Em que pese alguns percalços entre nós, precisamos de vocês (profissionais da imprensa) para que a chama da democracia não se apague”, afirmou Bolsonaro em São Paulo, no Comando Militar do Sudeste. O presidente disse ainda que espera que “pequenas diferenças fiquem para trás”.

Na curta fala, de menos de seis minutos, o presidente relembrou a formação dele no Exército nos anos 1970, período que classificou como “momento conturbado de nossa nação”. Ele voltou a dizer também que o Exército “sempre esteve ao lado da vontade popular”.

Bolsonaro agradeceu ainda o empenho do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), agraciado com medalha no evento, para a construção do colégio militar na cidade.

Portal no Ar
Bolsonaro Presidente

Bolsonaro está na lista dos 100 mais influentes do mundo

O presidente Jair Bolsonaro foi incluído na lista das 100 personalidades mais influentes do mundo em 2019, segundo a revista norte-americana Time, uma das publicações semanais mais relevantes do mundo. No texto que descreve o perfil do presidente, assinado pelo editor da revista, Ian Bremmer, Bolsonaro é apontado como um “personagem complexo”, que “representa uma ruptura brusca com uma década de corrupção de alto nível e a melhor chance de o Brasil implementar, em uma geração, reformas econômicas que possam domar a dívida crescente” do país.

Bolsonaro aparece na categoria “líderes”, ao lado de políticos como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o líder chinês Xi Jinping, o primeiro-ministro italiano Matteo Salvini e o presidente do México, López Obrador, além do papa Francisco.

A lista dos 100 mais influentes do mundo, que inclui, além de políticos, artistas, empresários e esportistas, não estabelece uma ordem de classificação. Nenhum outro brasileiro aparece na lista deste ano.

Portal no Ar
Bolsonaro Presidente

‘Exército não matou ninguém’, diz Bolsonaro sobre 80 tiros em músico

Depois de seis dias de silêncio, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que foi um “incidente” a morte do músico Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, na tarde do último domingo, 7, quando o carro da família foi metralhado por 80 tiros disparados por militares do Exército no Rio. Em entrevista durante inauguração do aeroporto de Macapá, ele disse que o Exército “não matou ninguém” e que a instituição não pode ser acusada de ser “assassina”.

“O Exército é do povo. A gente não pode acusar o povo de assassino. Houve um incidente. Houve uma morte. Lamentamos ser um cidadão trabalhador, honesto”, afirmou.

No último domingo, dez militares dispararam contra um veículo em Guadalupe, zona norte do Rio, que supostamente foi confundido com um automóvel em que estariam criminosos. No carro estavam o músico e sua família. Evaldo morreu no local e duas pessoas ficaram feridas.

Nove militares foram presos. Na quinta-feira, eles entraram com um pedido liberdade no Superior Tribunal Militar (STM). O habeas corpus foi sorteado para o ministro Lúcio Mário de Barros Góes, general do Exército. O teor do pedido de liberdade não foi divulgado.

“Está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre tem um responsável. Não existe essa de jogar para debaixo do tapete”, afirmou Bolsonaro.

Na terça-feira, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, tinha dado a única declaração em nome da Presidência: “O presidente confia na Justiça militar, no Ministério Público militar e, a partir desse pressuposto, ele identifica e solicita até dentro da possibilidade, já que há independência de poderes, que esse caso seja o mais rapidamente elucidado”, afirmou o porta-voz.

Agência Estado
Bolsonaro Presidente » Petrobras

Segundo presidente da Petrobras, preocupação de Bolsonaro com caminhoneiros é legítima

Em nota divulgada no início da noite desta sexta (12), o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse ter considerado legítima a preocupação do governo com ameaça de greve dos caminhoneiros e, por isso, suspendeu o reajuste do diesel anunciado na quinta (11).

No texto, ele confirma ter recebido ligação do presidente Jair Bolsonaro antes de tomar a decisão pelo recuo. Na quinta, a Petrobras disse que não houve pedido do governo para suspender o reajuste – que seria o primeiro desde o dia 22 de março.

“Recebi ontem no fim do dia uma ligação telefônica do presidente Bolsonaro me alertando sobre os riscos do aumento do diesel divulgado pela Petrobras”, escreveu Castello Branco, que está em viagem nos Estados Unidos.

“Considerei legítima a preocupação do presidente”, prosseguiu, dizendo que a decisão foi tomada “com base em cálculos técnicos” e na posição de instrumentos de proteção financeira que a companhia diz usar para evitar perdas com a venda de combustíveis abaixo das cotações internacionais.

Ao fim do texto, Castello Branco afirma que a Petrobras é uma empresa “completamente autônoma para a tomada de decisões, coerente com seus fins institucionais e que sempre buscará a defesa dos interesses dos seus acionistas e do Brasil”.

Em resposta a pedido de esclarecimentos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Petrobras reforçou que o risco de nova paralisação dos caminhoneiros motivou a decisão.

“Diante do anúncio de reajuste do valor do diesel em 5,7% realizado em 11/04/2019 e das ameaças de nova paralisação [dos caminhoneiros], a União alertou para o possível agravamento da situação e solicitou esclarecimentos à Petrobras”, disse a empresa.

Após o alerta, diz o texto, a companhia revisitou sua estratégia de proteção contra perdas com a venda de combustíveis mais baratos e avaliou que poderia segurar o preço “por mais alguns dias”. O preço do diesel não é alterado desde 22 de março.

Em comunicado enviado na noite desta sexta, após pedido de explicações do órgão regulador do mercado de capitais, a empresa diz que reafirma a manutenção do alinhamento do preço do diesel às cotações internacionais.

As ações da Petrobras despencaram no pregão desta sexta, levando a empresa a perder R$ 32 bilhões em valor de mercado, o que levou a CVM a cobrar explicações.

A autarquia quer saber por que a Petrobras considerou que não era necessária a divulgação de fato relevante ao mercado. O recuo foi publicado no site da empresa no início da noite de quinta e divulgado pela imprensa. A Petrobras defende que comunicou a decisão “tempestivamente”.

Folhapress
Bolsonaro Presidente

Bolsonaro diz que quer entender custo para reajuste do diesel

O presidente Jair Bolsonaro questionou hoje (12) o reajuste de 5,7% no preço do óleo diesel anunciado ontem (11) pela Petrobras. Bolsonaro disse que conversará com a direção da empresa para conhecer melhor a composição de custos do combustível no país. Ele negou qualquer tipo de intervenção do governo na estatal. A petroleira adiou o aumento.

“Eu não vou ser intervencionista, não vou praticar a política que fizeram no passado, mas eu quero os números da Petrobras. Tanto é que na terça-feira convoquei todas da Petrobras para me esclarecer porque 5,7% de reajuste, quando a inflação projetada para este ano está abaixo de cinco. Só isso, mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, nós vamos dar a resposta adequada para vocês”, afirmou em entrevista a jornalistas logo após inaugurar o novo terminal internacional do Aeroporto de Macapá.

O presidente disse que há preocupação com reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros. “E eu estou preocupado com o transporte de carga no Brasil, com os caminhoneiros. São pessoas que realmente movimentam as riquezas de Norte a Sul, de Leste a Oeste, que têm que ser tratadas com o devido carinho e consideração. E nós queremos um preço justo para o óleo diesel”, acrescentou.

Sobre o adiamento do reajuste, o vice-presidente Hamilton Mourão julga ser “um fato isolado e justamente pelo momento em que estamos vivendo”. “Tenho visto alguns dados da pressão que havia do lado dos caminhoneiros. Bolsonaro está buscando a melhor solução para esse problema”, disse em entrevista à rádio CBN.

Política de preços

Em comunicado à imprensa, a Petrobras informou que, “em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25/3/2019, revisitou sua posição de hedge e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”. A empresa disse ainda que manterá o alinhamento do combustível com o Preço de Paridade Internacional (PPI). Por causa do adiamento no reajuste, as ações ordinárias (direito a voto) e preferenciais (prioridade na distribuição de dividendos) da Petrobras registravam queda superior a 7% na Bolsa de Valores de São Paulo, na tarde dessa sexta-feira.

No mês passado, a Petrobras havia anunciado que o reajuste no preço do diesel nas refinarias, que corresponde a mais da metade do preço final do produto nas bombas, seria alterado em prazos não inferiores a 15 dias. A medida atendia a uma reclamação dos caminhoneiros contra reajustes semanais no preço do diesel.

EBC
Bolsonaro Presidente

BOLSONARO: ‘Quero ser amigo da imprensa, mas fica difícil’

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou em sua transmissão semanal nas redes sociais nesta quinta-feira (11) que tenta ser amigo da imprensa, mas voltou a se queixar de notícias sobre seu governo.

“Quero ser amigo da imprensa, mas fica difícil. Todo dia são três ou quatro fake news”, afirmou na live que contou com a presença do deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder do governo na Câmara que vem sendo alvo de ataques de aliados do presidente.

“Não existe nenhum computador em minha sala de reunião. Em todos os momentos estive presente nas reuniões. Tratei todos com bastante dignidade, atenção, em reuniões nas quais foi tratado de política com P maiúsculo”, disse na transmissão desta semana, feita após 100 dias de mandato e que teve ainda a participação do porta-voz da Presidência, general Otávio do Rêgo Barros.

Antes consultor legislativo quando Bolsonaro era deputado, Vitor Hugo frequenta assiduamente o Palácio do Planalto e foi elogiado pelo presidente. No entanto, é alvo de questionamentos de outros parlamentares, inclusive do próprio PSL, que o consideram inexperiente e até articulam para sua saída da liderança do governo.

Na transmissão, Bolsonaro afirmou que Vitor Hugo atuou com a Advocacia-Geral da União para flexibilizar a interpretação sobre emendas individuais de parlamentares para municípios –que, segundo o presidente, contribuem para reforçar os cofres das prefeituras.

Bolsonaro disse ainda que outros parlamentares devem recorrer a Vitor Hugo para apresentação de demandas direcionadas ao governo.

Folhapress
Bolsonaro Presidente » Economia » Petrobras

Petrobras suspende reajuste do diesel após pedido de Bolsonaro

A Petrobras suspendeu um reajuste previsto para esta sexta-feira de 5,7% no diesel na refinaria, que passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662. Segundo fonte a par das discussões, ao ser informado da alta de preços, o presidente Jair Bolsonaro teria pedido que a estatal segurasse o aumento no valor do combustível. O Palácio do Planalto considerou a importância do diesel para os caminhoneiros e o custo do transporte de cargas.

De acordo com fontes, a avaliação é que o aumento teria impacto grande para a economia se fosse aplicado agora. Este seria o primeiro reajuste desde que a estatal anunciou uma nova política, no fim de março, que assegura um intervalo mínimo de 15 dias nas revisões de preços para cima ou para baixo.

Em nota, a estatal informou que agiu de acordo com sua estratégia de reajuste de preços e que “revisitou sua posição de hedge (proteção) e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”. A petroleira reforça, no comunicado, que mantém sua política de alinhamento com os preços do mercado internacional.

Os reajustes são divulgados no site da estatal. Durante a tarde, a tabela chegou a ser atualizada para o valor de R$ 2,2662 a partir desta sexta. No fim da noite, porém, a página exibia cotação válida de R$ 2,1432.

Desde o início de 2019, com o fim dos subsídios do governo federal ao combustível, a estatal adotava prazo de sete dias para os reajustes. No fim de março, ampliou o intervalo. Analistas afirmaram na ocasião que a mudança poderia ter sido uma tentativa de evitar uma nova paralisação dos caminhoneiros, insatisfeitos com o preço do produto. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência monitora há meses a movimentação da categoria. Desde o início do ano, o combustível acumula alta de pouco mais de 15% nas refinarias.

No fim de março, a Petrobras já havia anunciado outra medida favorável aos caminhoneiros, com o lançamento do “Cartão Caminhoneiro” , que permitirá a antecipação da compra de volumes maiores de diesel a um preço fixo. Os detalhes, porém, só seriam divulgados após a conclusão de estudos que seriam concluídos no prazo de 90 dias.

Nesta semana, o IBGE divulgou inflação de 0,75% em março, a maior taxa para o mês desde 2015. O resultado foi afetado principalmente por alimentos e combustíveis como álcool e gasolina.

O GLOBO

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