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Bolsonaro Presidente

Ditaduras não entregam poder de forma pacífica, diz Bolsonaro sobre Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista exibida na noite desta quarta-feira pela “Record”, que as “ditaduras não passam o poder de forma pacífica”, em referência ao governo de Nicolás Maduro na Venezuela. A declaração foi dada após o Bresil reconhecer o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, como presidente interino.

— A História tem nos mostrado que as ditaduras não passam o poder para a respectiva oposição de forma pacífica. E nós tememos as ações do governo, ou melhor, da ditadura Maduro.

Bolsonaro disse que o Brasil está “no limite” do que pode fazer para reestabelecer a democracia na Venezuela, mas não adiantou qual serão as próximas atitudes em relação ao governo de Maduro.

— Obviamente, o Brasil acompanha com muita atenção. Estamos no limite do que podemos fazer para reestabelecer a democracia naquele país.

Mais cedo, em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, Bolsonaro prometeu dar “todo o apoio necessário” para o reconhecimento internacional de Guaidócomo presidente e para a mudança de regime na Venezuela. Ele fez uma rápida declaração ao lado do colega colombiano, Iván Duque, da vice-presidente peruana, Mercedes Araóz, e da chanceler canadense, Christya Freeland. Todos participaram de um “diálogo diplomático” sobre a crise venezuelana.

— O Brasil, juntamente com os demais países do Grupo de Lima ao longo do dia, que estão reconhecendo um a um esse fato, nós daremos todo o apoio político necessário para que esse processo siga seu destino — afirmou Bolsonaro, referindo-se ao grupo formado por 14 países da América Latina e do Caribe mais o Canadá.

O Globo
Bolsonaro Presidente

Por ‘amor à pátria’, Bolsonaro quer retirar brasão do Mercosul de passaporte

O governo do presidente Jair Bolsonaro quer retirar do passaporte brasileiro o brasão do Mercosul e adotar o Brasão da República no documento usado para identificação de cidadãos e viagens ao exterior. A medida consta em documento divulgado na tarde desta quarta-feira (23) pela Casa Civil com as ações que a gestão pretende realizar nos primeiros 100 dias.

Segundo o texto, o objetivo é “fortalecer a identidade nacional e o amor à Pátria”. A medida está entre as duas ações listadas pelo Ministério das Relações Exteriores como prioritárias para o início do governo. Elas foram apresentadas a Bolsonaro pelo chanceler, Ernesto Araújo, e acatadas pelo presidente.

Além da modificação na identidade visual do documento, o MRE pretende também reduzir tarifas para Mercosul.

“Aperfeiçoar instrumentos favoráveis ao setor produtivo por meio de redução tarifária e dinamização da agenda externa. Mais exportações e barateamento dos insumos e de produtos e serviços para o cidadão”, diz o texto.

O documento não detalha, por exemplo, com quais países o Brasil pretende intensificar seu comércio.

A relação com o Mercosul tornou-se uma incógnita depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter dito logo após a vitória de Bolsonaro que o bloco não seria prioridade.

Em reunião com o presidente argentino, Maurício Macri, na semana passada, Guedes aproveitou a visita do mandatário do país vizinho para desfazer o mal-estar e disse que o Mercosul teria papel de destaque nas relações comerciais do Brasil.

Folhapress
Bolsonaro Presidente » Judiciário » Policial » Política

MPF prorroga segundo inquérito sobre facada em Bolsonaro

Bolsonaro foi esfaqueado em ato de campanha em Juiz de Fora – Reprodução redes sociais

O Ministério Público Federal (MPF) concedeu mais 90 dias para a Polícia Federal (PF) concluir o inquérito que investiga o pagamento de honorários ao advogado de Adélio Bispo de Oliveira, que, em 6 de setembro do ano passado, esfaqueou o então candidato a Presidência da República, Jair Bolsonaro, no centro de Juiz de Fora (MG).

O inquérito é o segundo processo a ser instaurado. No primeiro, que tramita na 3ª Vara Federal, em Juiz de Fora (MG), Adélio Bispo é réu por atentado pessoal devido a inconformismo político. De acordo com denúncia do MPF, ele planejou o ataque com antecedência para tirar o candidato da disputa à Presidência.

A extensão do prazo foi solicitada pela PF em 16 de janeiro. Segundo a assessoria da Justiça Federal em Minas Gerais, como a situação legal de Bispo não exige a intervenção do juiz, o pedido da PF pode ser analisado exclusivamente pelo MPF. Neste caso, não é necessário que o pedido retorne à 3ª Vara, “exceto na hipótese de ser requerida uma nova medida cautelar.”

Adélio Bispo está detido no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS). Seu advogado, Zanone Manuel de Oliveira Júnior, não revela o nome da pessoa que o contratou para defender o agressor, alegando ter o direito de manter em sigilo sua identidade.

Em dezembro de 2018, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em dois imóveis relacionados ao advogado.

A defesa de Adélio afirmou que ele agiu sozinho e que o ataque foi “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada”, devido a um suposto problema mental.

Agência Brasil
Bolsonaro Presidente » Onyx

Onyx apresenta 35 metas para os primeiros 100 dias do governo Bolsonaro

Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, apresenta nesta tarde, no Palácio do Planalto, as 35 metas prioritárias dos primeiros 100 dias de governo. Dentre elas, está a redução da máquina administrativa. A estimativa do governo é extinguir 21 mil funções comissionadas e gratificações.

“Vamos lutar internamente para fazer essas reduções dentro dos 100 dias. Cada vez que diminuirmos a estrutura do governo federal, reduzimos os níveis hierárquicos, reduzirmos o dispêndio com chefia, assessoramento e cargos comissionados, mais dinheiro sai da atividade meio e vai para a ponta”, disse Onyx.

O ministro enfatizou que o governo se esforçará para cumprir as metas. Outra meta é incluir o 13º benefício no Bolsa Família, que atende 14 milhões de famílias.

O governo pretende apresentar um Projeto de Lei (PL) chamado “PL Anticrime”. É um projeto para, segundo o governo, aumentar a eficácia no combate ao crime organizado, ao crime violento e à corrupção. Com o PL Anticrime, a ideia é “reduzir pontos de estrangulamento do sistema de justiça criminal”.

Segundo Lorenzoni, as metas foram selecionadas por cada um dos ministérios. “Não são todas [as metas] nem necessariamente as mais importantes. São metas que o governo vai se empenhar para ter a condição de apresentar após 100 dias de governo. Estamos apresentando metas finalísticas escolhidas pelos ministérios, marcando o compromisso dos ministérios com essa meta.”

Agora RN
Bolsonaro Presidente

Se por acaso ele errou, terá que pagar o preço, diz Bolsonaro sobre Flávio

Em entrevista para a agência de notícias Bloomberg, em Davos, nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro disse que se o senador eleito Flávio Bolsonaro, seu filho mais velho, errou e se isso for provado, ele terá que pagar pelos atos dele.

— Se por acaso ele errou, e isso for provado, eu me arrependo como pai, mas ele terá que pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar.

Segundo a agência de notícias, a investigação sobre Flavio Bolsonaro corre o risco de “minar a agenda anticorrupção do presidente”.

Flávio está na berlinda desde que foram divulgadas as movimentações financeiras atípicas de R$ 1,2 milhões do ex-assessor dele Fabrício Queiroz, registradas pelo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf).

O Globo
Bolsonaro Presidente

Para empresários, Bolsonaro diz que sua equipe “sabe o dever de casa”

Em Davos, o presidente Jair Bolsonaro participou de jantar com empresários que participam do Fórum Econômico Mundial. Em discurso, o presidente disse que seu governo sabe o precisa ser feito para mudar o Brasil, citando a reforma da Previdência, e que tem confiança nos investidores internacionais.

“Minha equipe sabe o dever de casa que tem que ser feito e esperamos obter esse apoio do Parlamento”, disse Bolsonaro. “Minha confiança nos senhores é muito grande e sei da minha responsabilidade”, acrescentou em vídeo publicado em sua conta pessoal do Twitter.

Bolsonaro afirmou que os contratos serão respeitados e que buscará restabelecer a confiança dos investidores internacionais com o Brasil.

Segundo o presidente, ao ser eleito, a “esperança passou para o nosso lado” e que o compromisso agora é “transformar essa esperança em realidade”.

O presidente iniciou o discurso dizendo que foi informado que na sala estava o equivalente a US$ 23 trilhões e fez uma brincadeira: “O Brasil só precisa de 10% disso [US$ 23 trilhões]”, brincou.

Mais cedo, Bolsonaro fez discurso na abertura do Fórum Econômico Mundial e reafirmou os compromissos de campanha. Ele destacou a determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção. “Representamos um ponto de inflexão.”

Agência Brasil
Bolsonaro Presidente » Política

FOTO: Com bandejão, Bolsonaro almoça em ‘birosca’ do baixo clero em Davos, em vez de salão 6 estrelas

Registro do presidente Jair Bolsonaro almoçando nesta terça-feira(22) em ‘birosca’ do baixo clero em Davos, longe da pompa dos colegas presidenciáveis nos salões dos 6 estrelas, repercutiu nas redes sociais.

Enquanto quem não simpatiza com o presidente fala em marketing intencional, quem o admira destaca a tentativa de manter o modo de vida após o cargo.

Bolsonaro Presidente

Em Davos, na Suíça, Bolsonaro diz que abrir economia é compromisso do país; veja íntegra do discurso do presidente no Fórum Econômico Mundial

Em seu discurso inicial no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22) que “o Brasil ainda é uma economia relativamente fechada ao comercio internacional, e abri-la é um compromisso desse governo”.

A fala inicial de Bolsonaro durou menos de dez minutos. Nela, Bolsonaro também falou sobre a necessidade de “diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender e criar empregos”.

“Gozamos de credibilidade para fazer as reformas que precisamos e que o mundo espera de todos nós”, disse o presidente à plateia, composta em boa parte por políticos e investidores.

Em seguida, o presidente brasileiro foi questionado pelo presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, sobre temas como primeiros passos das reformas econômicas, corrupção, sustentabilidade e integração da América Latina.

Ele disse que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, também presente no evento, “tem todos os meios para seguir o dinheiro no combate à corrupção e ao crime organizado”, além de defender melhorias e mudanças na atual legislação.

Schwab pediu que Bolsonaro compartilhasse “detalhes sobre a agenda de sustentabilidade” do Brasil.

O presidente argumentou que “o meio ambiente tem que estar casado com o desenvolvimento”.

“A parte da agricultura ocupa menos de 9% do território nacional, a pecuária, aproximadamente 10%. Hoje, 30% do Brasil são florestas. Então, nós damos exemplo para todo mundo.”

Bolsonaro acrescentou que o Brasil procurar estar “sintonizado” com o mundo nas metas de redução de carbono.

Sobre a integração com os vizinhos sul-americanos, o presidente brasileiro voltou a defender “aperfeiçoamentos” no Mercosul, além de criticar o que chamou de “América bolivariana”.

“Estamos preocupados em fazer uma América do Sul grande, que cada país mantenha sua hegemonia local. Não queremos uma América bolivariana, como há pouco existia no Brasil em governos anteriores. Essa forma de interagir vem contagiando esses países da América do Sul e mais mais gente de centro e centro-direita tem se elegido presidente. Creio que isso seja uma resposta de que a esquerda não prevalecerá nessa região.”

Leia a íntegra do discurso de Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial:

Boa tarde a todos!

Muito obrigado, professor Schwab!

Agradeço, antes de mais nada, o convite para participar deste fórum e a oportunidade de falar a um público tão distinto.

Agradeço também a honra de me dirigir aos senhores já na abertura desta sessão plenária.

Esta é a primeira viagem internacional que realizo após minha eleição, prova da importância que atribuo às pautas que este fórum tem promovido e priorizado.

Esta viagem também é para mim uma grande oportunidade de mostrar para o mundo o momento único em que vivemos em meu país e para apresentar a todos o novo Brasil que estamos construindo.

Nas eleições, gastando menos de 1 milhão de dólares e com 8 segundos de tempo de televisão, sendo injustamente atacado a todo tempo, conseguimos a vitória.

Assumi o Brasil em uma profunda crise ética, moral e econômica.

Temos o compromisso de mudar nossa história.

Pela primeira vez no Brasil um presidente montou uma equipe de ministros qualificados. Honrando o compromisso de campanha, não aceitando ingerências político-partidárias que, no passado, apenas geraram ineficiência do Estado e corrupção.

Gozamos de credibilidade para fazer as reformas de que precisamos e que o mundo espera de nós.

Aqui entre nós, meu ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o homem certo para o combate à corrupção e o combate à lavagem de dinheiro.

Vamos investir pesado na segurança para que vocês nos visitem com suas famílias, pois somos um dos primeiros países em belezas naturais, mas não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo. Conheçam a nossa Amazônia, nossas praias, nossas cidades e nosso Pantanal. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido!

Somos o país que mais preserva o meio ambiente. Nenhum outro país do mundo tem tantas florestas como nós. A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território e cresce graças a sua tecnologia e à competência do produtor rural. Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária. Essas commodities, em grande parte, garantem superávit em nossa balança comercial e alimentam boa parte do mundo.

Nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis.

Os setores que nos criticam têm, na verdade, muito o que aprender conosco.

Queremos governar pelo exemplo e que o mundo restabeleça a confiança que sempre teve em nós.

Vamos diminuir a carga tributária, simplificar as normas, facilitando a vida de quem deseja produzir, empreender, investir e gerar empregos.

Trabalharemos pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas.

O Brasil ainda é uma economia relativamente fechada ao comércio internacional, e mudar essa condição é um dos maiores compromissos deste Governo.

Tenham certeza de que, até o final do meu mandato, nossa equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, nos colocará no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios.

Nossas relações internacionais serão dinamizadas pelo ministro Ernesto Araújo, implementando uma política na qual o viés ideológico deixará de existir.

Para isso, buscaremos integrar o Brasil ao mundo, por meio da incorporação das melhores práticas internacionais, como aquelas que são adotadas e promovidas pela OCDE.

Buscaremos integrar o Brasil ao mundo também por meio de uma defesa ativa da reforma da OMC, com a finalidade de eliminar práticas desleais de comércio e garantir segurança jurídica das trocas comerciais internacionais.

Vamos resgatar nossos valores e abrir nossa economia.

Vamos defender a família e os verdadeiros direitos humanos; proteger o direito à vida e à propriedade privada e promover uma educação que prepare nossa juventude para os desafios da quarta revolução industrial, buscando, pelo conhecimento, reduzir a pobreza e a miséria.

Estamos aqui porque queremos, além de aprofundar nossos laços de amizade, aprofundar nossas relações comerciais.

Temos a maior biodiversidade do mundo e nossas riquezas minerais são abundantes. Queremos parceiros com tecnologia para que esse casamento se traduza em progresso e desenvolvimento para todos.

Nossas ações, tenham certeza, os atrairão para grandes negócios, não só para o bem do Brasil, mas também para o de todo o mundo.

Estamos de braços abertos. Quero mais que um Brasil grande, quero um mundo de paz, liberdade e democracia.

Tendo como lema “Deus acima de tudo”, acredito que nossas relações trarão infindáveis progressos para todos.

Muito obrigado.

R7 e G1
Bolsonaro Presidente

Ministros estão “mapeando” problemas pelo Brasil, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22), no Twitter, que ministros e representantes do governo estão viajando pelo Brasil para levantar os problemas de responsabilidade da administração pública. Bolsonaro está em Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial.

“Ministros e outros representantes do governo estão percorrendo o Brasil nestes primeiros dias para mapear e procuramos sanar muitos problemas de responsabilidade da administração pública e como derivaremos nos próximos passos, como mostrados neste e em tweets anteriores!”, escreveu na rede social.

Na mensagem, Bolsonaro divulgou um vídeo do ministro da Saúde, Luiz Mandetta, no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, ao lado da equipe de plantão. Mandetta integrou uma comitiva interministerial que esteve na semana passada no estado para verificar as ações de assistência aos refugiados venezuelanos no âmbito da Operação Acolhida do governo federal.

“Hospital público com muita dificuldade, gestão clínica insuficiente, muita gente na maca, muita gente esperando exame, índice de mortalidade alto. Este é o típico hospital que a gente vai ter que trabalhar muito para reverter. Fica aqui o meu respeito ao corpo clínico que está trabalhando em condições não corretas de trabalho e também aqui o meu respeito à população que não está tendo atendimento na altura do que ela merecia”, disse o ministro no vídeo.

“Vamos trabalhar para ver se a gente transforma essa realidade. Hoje, a visita surpresa foi aqui em Boa Vista, Roraima. Que isso sirva para todos os hospitais brasileiros. Daqui a pouco eu passo aí no seu”, completou Mandetta.

Agência Brasil
Bolsonaro Presidente

Em 45 minutos, Bolsonaro destacará abertura econômica e democracia

O presidente Jair Bolsonaro discursa hoje, 22, pela primeira vez, depois de eleito, no exterior. Ele participa da abertura da 39ª edição do Fórum Econômico Mundial, que reúne a elite política e econômica global, em Davos, na Suíça. Em um discurso de 45 minutos, vai destacar a disposição do Brasil na abertura econômica, no combate à corrupção e no compromisso com a democracia.

Bolsonaro chegou ontem, 21, a Davos acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

“Queremos mostrar que o Brasil tomou medidas para que o mundo restabeleça confiança, que os negócios voltem a florescer entre o Brasil e o mundo, sem viés ideológico, que nós podemos ser um país bom para investimentos, e, em especial, para o agronegócio” disse ao chegar.

Imagem externa

Bolsonaro quer mostrar ainda que a economia brasileira está se modernizando, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais.

Na noite desta terça-feira, o presidente tem jantar fechado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella.

Amanhã, 23, está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial este ano.

Depois, a comitiva retorna a Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira, 24.

Ministros

Os ministros terão agendas paralelas em Davos. Paulo Guedes tem previstas reuniões com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e encontros com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo; com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Roberto Moreno, e com o secretário-geral da Câmara de Comércio Internacional, John Denton. O ministro da Economia também se encontrará com o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin.

Guedes também pretende reunir-se com empresários das áreas de infraestrutura, logística, energia e tecnologia e representantes de fundos de investimentos e fundos soberanos. Nos encontros, o ministro informará que a equipe econômica trabalha numa agenda calcada em quatro pilares: reforma da Previdência, privatizações, reforma administrativa e abertura comercial.

Segundo o Ministério da Economia, Guedes informará que o Brasil pretende dobrar os investimentos (público e privados) em pesquisa, tecnologia e inovação, nos próximos quatro anos, e a corrente de comércio – soma de importações e exportações – de 22% para 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

A abertura comercial defendida por Guedes ocorreria de forma gradual, acompanhada de um programa de desburocratização e de redução de impostos para empresas. Essa diminuição de tributos seria financiada por privatizações e pelas reformas que reduzirão os gastos públicos nos próximos anos.

Agora RN

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