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Bebidas

Estudo mostra ligação entre álcool e suicídio na faixa de 25 a 44 anos

Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) divulgado este ano em um jornal científico reforçou a ligação entre o consumo de álcool e o suicídio.

Foram analisados 1,7 mil casos na cidade de São Paulo entre 2011 e 2015 a partir de exames toxicológicos e mais de 30% das vítimas apresentavam diferentes concentrações de teor alcoólico no sangue. Entre os homens essa porcentagem chegou a 34,7%. A maior parte dos analisados (49%0 corresponde a adultos jovens, com idade entre 25 e 44 anos. Dentro dessa faixa etária mais de 61% apresentavam álcool no sangue.

Bebidas » Brasil » Cerveja

Destaque: Brasil será 2º maior responsável pelo crescimento do mercado de cerveja no mundo

O mercado produtor de cervejas é um dos que mais cresce no mundo.

O mercado produtor de cervejas é um dos que mais cresce no mundo.

O presidente da Anheuser-Busch InBev, Carlos Brito, afirmou em um evento para investidores no Rio, que o Brasil será o segundo maior responsável no crescimento do mercado de cerveja do mundo, atrás apenas da China, representando 8,9% da encaixar global de 2011-2020. Ele disse ainda que o setor de bebidas frias, onde está inserido o mercado de cervejas, representa 3% do PIB nacional e gera 3 milhões de empregos.

Segundo o executivo, a empresa vai trazer ao Brasil a Corona, marca de cerveja mexicana, apostando no mercado de produtos premium. Ele lembrou que o Brasil vai avançar fortemente no segmento de cerveja premium — hoje representa 6,4% do mercado, contra 14,2% na Argentina e 22,9% nos Estados Unidos — e no segmento de cerveja sem álcool, ainda muito abaixo do registrado na Espanha (15% do total) e na Alemanha (7% do total).

Durante o mesmo evento, André Esteves, presidente do BTG Pactual, minimizou os problemas econômicos do país e afirmou que a piora da inflação, da conta corrente e da situação fiscal são explicáveis e “gerenciáveis”. Em tom otimista, ele comentou que o Brasil deve reforçar onde há maior potencial. Segundo o mesmo, o Brasil nunca vai criar um Google, mas inventou o etanol e é líder em exploração de petróleo em águas profundas.

O Globo
Bebidas » Lei Seca

Lei seca reduz mortes em 16% no RN

Com a implantação da lei seca tem-se evitado muitos acidentes e quaisquer outros prejuízos aos motoristas.

Com a implantação da lei seca tem-se evitado muitos acidentes e outros prejuízos aos motoristas.

A Tribuna do Norte transpareceu em seu portal que o número de mortes nas rodovias federais que cruzam o RN caiu 16% no primeiro semestre de 2014 se comparado ao mesmo período de 2013. Conforme registros da Polícia Rodoviária Federal, nos seis primeiros meses do ano passado foram 81 mortes, enquanto neste ano foram apenas 68.

Além da queda nos óbitos, também foram registradas uma redução de 5,4% nos acidentes e 4,4% nos feridos. Para a PRF, considerando o crescimento na frota de veículos no Rio Grande do Norte, os números representam um saldo positivo e creditam eles ao aumento do policiamento e da fiscalização nas estradas.

Bebidas » Excesso » Pesquisa

Brasil está acima da média mundial e tem consumo de álcool superior a 140 países

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode causar inúmeros prejuízos a saúde.

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode causar inúmeros prejuízos a saúde.

A Organização Mundial da Saúde divulgou um estudo sobre o consumo de álcool em todo o planeta no ano de 2010. O Brasil ficou na 53ª posição entre os países avaliados, à frente de outros 140, com uma média de 8,7 litros de álcool puro consumidos por pessoa em 2010. O volume caiu em relação a 2003, quando a taxa era de 9,8 litros. A média mundial é de 6,2 litros, inferior à brasileira.

Especificamente, os homens brasileiros bebem mais do que as mulheres, 13 litros por ano contra quatro litros por ano, segundo a OMS. Cerca de 60% do consumo é de cerveja, e o vinho tem 4%. A projeção da entidade é de aumento do consumo no Brasil até 2025. O mapa revela que países mais frios têm um consumo de álcool elevado, e a líder do ranking é a Bielorrússia, onde a média foi de 17,5 litros por pessoa em 2010, mais do que o dobro da média brasileira. Rússia e Portugal também estão entre os primeiros colocados.

A OMS fez esta pesquisa para alertar sobre os riscos oferecidos pelo álcool. A entidade disse em nota oficial que houve 3,3 milhões de mortes no mundo em 2012 causadas pelo consumo excessivo de álcool, 5,9% do total, acima de aids e tuberculose.

Bebidas » Copa do Mundo

Cerveja na Copa: Torcedores bêbados podem fazer Fifa voltar atrás e proibir venda de bebidas alcoólicas

Brigas e confusões impulsionadas pelo excesso de bebida alcoólica estão sendo monitoradas pela FIFA.

Brigas e confusões impulsionadas pelo excesso de bebida alcoólica estão sendo monitoradas pela FIFA.

O clima festivo de Copa do Mundo tem sido manchado por rivalidades engrandecidas pelo excesso de torcedores bêbados ao redor dos estádios. Dado os últimos episódios de brigas e confusões impulsionadas pela embriaguez, a Fifa admite até voltar atrás e proibir a venda de cerveja nos estádios das 12 cidades-sede.

A suspensão da venda de bebidas alcoólicas está prevista desde a Copa do Mundo de 2010, na Alemanha, mas nunca precisou ser adotada. Para que esse tipo de ação aconteça seria necessário o pedido da segurança pública, seguido pela avaliação do COL (Comitê Organizador Local).

Diretor de comunicação do COL, Saint-Clair Milesi, disse que partidas que podem trazer mais rivalidade estão sendo monitoradas de perto para evitar novas confusões e uma medida emergencial ainda não foi cogitada. Na última terça-feira (24), um argentino foi baleado por um brasileiro, em um bar em Porto Alegre (RS).

Bebidas » Economia

Propaganda enganosa? Para conquistar os ‘verdes’, Coca-Cola lança bebida adoçada com stévia

A bebida será comercializada na Grã-Bretanha em setembro, mas não há previsão de lançamento no Brasil.

A bebida será comercializada na Grã-Bretanha em setembro, mas não há previsão de lançamento no Brasil.

De acordo com informações veiculadas no portal da revista VEJA, em busca dos consumidores que criticam a quantidade de açúcar e adoçantes em suas bebidas, a Coca-Cola lançou uma nova versão adoçada com açúcar e stévia, a Coca-Cola Life. Extraída da planta stevia rebaudiana, nativa da América do Sul, a stévia adoça mais que o açúcar refinado e contém outras propriedades nutritivas, como ajudar na eliminação de toxinas. A Coca-Cola Life teve suas calorias reduzidas de 140 para 89.

Depois da chegada ao mercado da Coca-Cola Zero, em 2006, este é o primeiro produto da marca com uma remodelação tão significativa. O Ministério da Saúde não avaliou o produto. Contudo, um decreto (6871/2009) sobre a padronização, a classificação, o registro, a inspeção e a fiscalização da produção e do comércio de bebidas proíbe a associação de açúcar e adoçantes (stévia) em bebidas não alcoólicas, com exceção de preparados sólidos para sucos, como as polpas.

O lançamento da Coca-Cola Life faz parte de uma parceria entre a empresa e o governo britânico com o objetivo de reduzir os índices de obesidade na população. A promoção ao produto tem sido discreta nos mercados de teste, como a Argentina, justamente por se tratar de um movimento arriscado para a companhia — que, ao mesmo tempo em que tenta aderir a um viés mais ‘verde’, termina por reconhecer, indiretamente, que fabrica produtos que fazem mal à saúde. A nova bebida se posiciona, de fato, como uma resposta da Coca-Cola às diversas críticas contra seu uso ostensivo de açúcar e produtos químicos em seus refrigerantes.

Bebidas » Diversão

Menos álcool mais gol!

Bebida em exagero não é a melhor combinação aliada a diversão.

Bebida em exagero aliada a diversão não é a melhor combinação para sua saúde.

Quando chega a Copa do Mundo, todo jogo da seleção brasileira é motivo para se reunir com os amigos ou familiares e celebrar, tomando uma cervejinha, por exemplo. Os bares ficam cheios, churrascos são organizados, charangas tocam alto. E a festa continua depois da partida. Se a seleção vence, todos comemoram; se perde, é aquela resenha toda.

Celebrar com álcool é um hábito antigo da humanidade. Tudo bem, mas quando o consumo é excessivo, sempre há o risco de acontecer alguma coisa chata, algo pode dar errado. No Brasil, a média de consumo de álcool supera a mundial e apresenta taxas superiores a mais de 140 países, de acordo da Organização Mundial de Saúde.

Mas, durante o período da Copa, os bares sempre estarão movimentados, independentemente de ressaca no outro dia ou de possíveis doenças no futuro. É importante saber que o álcool, quando consumido em exagero, provoca repercussões físicas e psicológicas, sem contar com as implicações sociais e domésticas.

Entre os efeitos tardios do uso continuado de bebidas alcoólicas estão os cânceres do sistema digestivo, cirrose, pancreatite alcoólica, perda de sensibilidade em membros inferiores, atrofia do cérebro, arritmia cardíaca, impotência sexual, esterilidade e síndrome de abstinência fetal.

Durante o seu consumo, e de acordo com a endocrinologista Ana Karina Medeiros, a bebida pode causar diminuição dos reflexos e da memória, relaxamento muscular, além de interferir na conduta da pessoa, tornando-a, por vezes, agressiva e violenta.

Tribuna do Norte
Bebidas

Bafômetro pessoal é novo aplicativo de smartphone

Você pagaria US$ 99 para sempre saber o quão bêbado está? Uma startup chamada Alcohoot está apostando que os consumidores gastarão essa grana para comprar um equipamento que transforma um smartphone em um bafômetro pessoal. Há produtos similares no mercado, mas a Alcohoot acredita que criará um buzz por meio de uma parceria com a gigante de bebidas Pernod Ricard USA, dona de marcas como Absolut, Jamenson e Malibu.

O acordo inclui ações promocionais e ativações. O Wise Drinking, app para smartphone da Pernod Ricard que promove o consumo responsável de álcool através de funcionalidades como um contador de bebidas, agora tem um link para o app da Alcohoot. O aplicativo funciona em conjunto com um plug-in que mede, dentre outras coisas, o teor de álcool no sangue do usuário.

Bebidas

América Latina é o 2º maior consumidor de álcool

O Brasil é o quinto país na América Latina a consumir maior volume de álcool. O brasileiro bebe, em média, 8,7 litros de álcool puro por ano. O país perde para o Chile, que lidera o ranking na região, com 9,6 litros, Argentina (9,3 litros), Venezuela (8,9) e Paraguai (8,8). O relatório da OMS mostra que mais de 3,3 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, em 2012, por conta da bebida, número que representa 6% de todas as mortes ocorridas no planeta.

Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que a América Latina é a segunda região do mundo com o maior consumo per capita de álcool, atrás apenas da Europa, onde o consumo per capita chega a 10,9 litros/ano, com ênfase especial na Europa Oriental, que tem as maiores taxas do mundo. Quanto ao tipo de álcool consumido na América Latina, a cerveja lidera com 53%, seguido pelo uísque (32,6%) e vinho, com 11,7% do consumo.

Bebidas » Impostos

Receita anuncia mais um aumento de tributação sobre bebidas

A cerveja será mais uma vez tributada.

A cerveja será mais uma vez tributada.

A Receita Federal anunciou na noite de ontem (29), em coletiva de imprensa, a atualização das tabelas usadas para cálculo do PIS, da Cofins e do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) que incidem sobre cerveja, refrigerante, energético, isotônico e refrescos. Segundo o secretário da Receita, Carlos Alberto Barreto, o objetivo é corrigir uma defasagem em função da alta dos preços no mercado verificada nos últimos dois anos.

Com a mudança, que entra em vigor em junho, a estimativa é elevação média de 1,3% no custo dessas bebidas. O órgão espera ainda aumento de R$ 1,5 bilhão na arrecadação até dezembro.

De acordo com Carlos Alberto Barreto, um possível impacto na inflação seria da ordem de 0,02%. Ele acredita, no entanto, que a elevação pode ser absorvida pelo setor de bebidas, sem atingir o consumidor final. Caso seja repassada ao consumidor, a alta no preço das 15 principais marcas de cerveja ficará em R$ 0,05. No caso da garrafa de 600 mililitros (ml) da bebida alcoólica, haverá elevação de R$ 0,12.

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