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Barragem

Apesar das chuvas, reservatórios do RN só estão com 21,53% da capacidade total

Foto: Divulgação

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte monitora, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pela segurança hídrica estadual. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais divulgado nesta terça-feira (18) indica que, mesmo com as recentes chuvas, os principais mananciais do Estado não receberam recarga expressiva. Apesar disso, as reservas hídricas superficiais totais continuam superiores ao apresentado mesmo período de 2019.

Em relação ao relatório apresentado no último dia 10 de fevereiro, o açude Itans, localizado em Caicó, que apresentava apenas 0,05% da sua capacidade, se apresenta como seco. Em 2019, neste mesmo período o manancial possuía 1,66% de sua capacidade.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, atualmente está com 521.088.765 m³, correspondentes a 21,96%. No mesmo período do ano passado o reservatório estava com 476.585.733 m³, percentualmente, 19,86% da sua capacidade total.

Segundo maior reservatório do Estado, a Barragem Santa Cruz do Apodi, com capacidade para 599.712.000 m³, acumula atualmente 108.467.001 m³, o que corresponde a 18,09% do seu volume total. Em 2019, o manancial estava com 132.484.526 m³, percentualmente, 22,09% da sua capacidade total.

O açude Umari, localizado em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, atualmente acumula 81.973.503 m³, percentualmente, 28% da sua capacidade total. Já no mesmo período do ano passado o reservatório estava com 98.297.416 m³, correspondentes a 33,57% do seu volume máximo.

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente são 942.298.261 m³, percentualmente, 21,53% da capacidade total de acumulo das bacias potiguares, que é de 4.376.444.842 m³. No mesmo período do ano passado o volume total das reservas hídricas monitoradas era de 932.099.976 m³, percentualmente, 21,29% da capacidade total.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 12 permanecem com menos de 10% das suas capacidades, considerados em nível de alerta, percentualmente, 25% dos mananciais monitorados. Já os secos são 7, o correspondente a 14,89% dos reservatórios. No mesmo período do ano passado os mananciais em nível de alerta eram 9, percentualmente, 19,14% dos açudes monitorados. Os secos eram 8, percentualmente, 17% dos mananciais monitorados.

Os reservatórios com níveis inferiores a 10% são: Bonito II, localizado em São Miguel; Jesus, Maria, José, em Tenente Ananias; Lucrécia, localizado no município de Lucrécia; Malhada Vermelha, em Severiano Melo; Zangalheiras, em Jardim do Seridó; Marechal Dutra (Gargalheiras), em Acari; Passagem das Traíras, em São José do Seridó; Esguicho, em Ouro Branco; Cruzeta, localizado na cidade de Cruzeta; Dourado, em Currais Novos; Santa Cruz do Trairi, em Santa Cruz e Flechas, localizado em José da Penha.

Já os secos são: Santana, localizado em Rafael Fernandes; Pau dos Ferros, localizado em Pau dos Ferros; Pilões, localizado no município de Pilões; Inharé, em Santa Cruz; Trairi, em Tangará, Japi II, em São José do Campestre e Itans, localizado em Caicó.

Barragem

Idema averigua mortandade de vários peixes na Barragem Armando Ribeiro Gonçalves

Foto: Divulgação

A equipe de Fiscalização do Instituto do Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, representado pelas fiscais ambientais, Lissandra Cavalcante e Maria Silveira Câmara, realizou vistoria na última segunda-feira (10), na Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, localizada na cidade de Itajá. O órgão ambiental estadual atendeu a solicitação da Prefeitura do município para investigar a morte de vários peixes no maior reservatório hídrico do Estado.

Na ocasião, a equipe foi recepcionada pela secretária Municipal de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente, Umbelina Lopes. A secretária também solicitou apoio do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca – DNOCS/Assú, representado pelo engenheiro Rafael Mendonça de Souza.

O engenheiro do DNOCS informou que enviará uma amostra para Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte – CAERN, para analisar a água. A medida visa esclarecer o que pode ter provocado a mortandade dos peixes. Após a avaliação da CAERN, o Idema fará uma análise ambiental do incidente.

Barragem

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves acumula 22,12% do seu volume total

Barragem Armando Ribeiro Gonçalves – Foto: Divulgação

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte monitora, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), 47 reservatórios com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos responsáveis pela segurança hídrica estadual. O Relatório da Situação Volumétrica dos Principais Reservatórios Estaduais divulgado nesta segunda-feira (10) indica que a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial potiguar, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, atualmente acumula 524.843.309 m³, correspondentes a 22,12% do seu volume total. No mesmo período de fevereiro de 2019 o reservatório acumulava 479.966.933 m³, percentualmente, 20% da sua capacidade total.

Já a barragem Santa Cruz do Apodi, com capacidade para 599.712.000 m³, atualmente acumula 109.976.674 m³, percentualmente, 18,34% da capacidade total do manancial. Em fevereiro de 2019, Santa Cruz do Apodi acumulava 132.072.797 m³, correspondentes a 22,02%.

O açude Umari, localizado em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula 82.769.791 m³, percentualmente, 28,27% do seu volume total. Já em 2019, o reservatório estava com 98.695.560 m³, o que correspondia a 33,71% da sua capacidade.

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente são 950.421.609 m³, percentualmente, 21,71% da capacidade total de acumulo das bacias potiguares, que é de 4.376.444.842 m³. No mesmo período do ano passado o volume total das reservas hídricas monitoradas era de 934.749.276 m³, percentualmente, 21,35% da capacidade total.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 13 permanecem com menos de 10% das suas capacidades, considerados em nível de alerta, percentualmente, 27,65% dos mananciais monitorados. Já os secos são 6, o correspondente a 12% dos reservatórios. No mesmo período do ano passado os mananciais em nível de alerta eram 9, percentualmente, 19,14% dos açudes monitorados. Os secos eram 8, correspondentes a 17% do total de mananciais monitorados.

Os reservatórios com níveis inferiores a 10% são: Bonito II, localizado em São Miguel; Jesus, Maria, José, em Tenente Ananias; Lucrécia, localizado no município de Lucrécia; Malhada Vermelha, em Severiano Melo; Zangalheiras, em Jardim do Seridó; Marechal Dutra (Gargalheiras), em Acari; Passagem das Traíras, em São José do Seridó; Itans, em Caicó; Esguicho, em Ouro Branco; Cruzeta, localizado na cidade de Cruzeta; Dourado, em Currais Novos; Santa Cruz do Trairi, em Santa Cruz e Flechas, localizado em José da Penha.

Já os secos são: Santana, localizado em Rafael Fernandes; Pau dos Ferros, localizado em Pau dos Ferros; Pilões, localizado no município de Pilões; Inharé, em Santa Cruz; Trairi, em Tangará e Japi II, em São José do Campestre.

Barragem » Rio Grande do Norte

QUADRO GRAVE: 10 barragens do RN necessitam de recuperação

FOTO: REPRODUÇÃO/INTERNET

O Crea-RN divulgou o relatório com a situação das barragens do RN após as visitas de inspeção realizadas pela comissão constituída por conselheiros, servidores e colaboradores de órgãos e entidades. A apresentação do documento foi feita durante o lançamento do Crea Debate, projeto que tem como objetivo propor discussão de temas relevantes para a sociedade.

Após as visitas de inspeção, a presidente do Crea-RN, Ana Adalgisa Dias, disse que foram detectados vários pontos nas barragens que necessitam de reparos como: vegetação nas paredes, fissuras, percolação do solo e drenagem sem função. “Nossa maior preocupação é com a barragem Passagem das Traíras, localizada entre os municípios de São José do Seridó, Caicó e Jardim do Seridó. Temos grandes barragens e elas precisam de manutenção”, disse a presidente.

Segundo o ouvidor do Crea-RN, Luiz Carlos Madruga, um dos integrantes da comissão, foram detectadas fissuras e vegetação na parte da estrutura. “Essa barragem (Passagem das Traíras) é a que apresenta um quadro mais grave diante dos reservatórios visitadas, mas em todas foram encontrados problemas durante a inspeção visual”, explicou.

Inspeção

A comissão do Crea-RN realizou inspeção em 10 barragens. Segundo o relatório, todas as barragens visitadas necessitam de serviços de recuperação em toda a sua estrutura, apesar do açude Gargalheiras, localizado no município de Acari, ter recebido manutenção há pouco tempo. Todas as contribuições sugeridas durante o evento serão acrescentadas ao relatório para que seja finalizado e entregue aos órgãos competentes.

Participaram do evento os secretários Gustavo Coelho e Haroldo Azevedo Filho, titular e adjunto da Secretaria de Estado da Infraestrutura, representantes de órgãos como Dnocs, Corpo de Bombeiros, entidades de classe e instituições de ensino. Professor da disciplina Obras de Terra do curso de Engenharia Civil da UFRN, Olavo Santos, informou que relatório apresentado pelo Crea-RN é compatível com estudos elaborados pela instituição de ensino.

Portal no Ar
Barragem » Rio Grande do Norte

RN: Maior reservatório do estado registra recuperação e cota de água aumenta mais de 2 metros

Maior reservatório do RN, Barragem Armando Ribeiro Gonçalves tem capacidade para até 2,4 bilhões de metros cúbicos de água — Foto: Bruno Andrade

O maior reservatório do Rio Grande do Norte, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, dá mostras de que vem se recuperando dos últimos 7 anos de chuvas escassas. De fevereiro até agora, por exemplo, a cota de água subiu mais de 2 metros e o volume armazenado saltou de 19,83% para 26,80% – o que representa 643,2 milhões de metros cúbicos de água. A capacidade máxima da barragem é de 2,4 bilhões de metros cúbicos.

Para se ter uma ideia ainda mais clara desta recuperação, basta lembrar que há 1 ano a barragem entrou, pela primeira vez desde sua inauguração (em 1983), no chamado volume morto – nome que se dá à reserva de água mais profunda das represas, que fica abaixo dos canos de captação. À época, no dia 9 de fevereiro de 2018, o Instituto de Gestão das Águas do Estado (Igarn) chegou a registrar que o reservatório estava com apenas 10,8% do seu volume total, o mais baixo da história.

Melhora

Ainda de acordo com o Igarn, no dia 21 de fevereiro deste ano, a Armando Ribeiro Gonçalves estava com uma cota de 38,61 metros, com um volume de pouco mais de 476 milhões de metros cúbicos de água (19,83% da capacidade). Já neste sábado, dia 6 de abril, a cota estava em 40,95 metros, e um volume de 643,2 milhões de metros cúbicos (26,80%). “No caso, a cota aumentou 2,34 metros, e em volume aumentou 167 milhões de metros cúbicos – um crescimento de 6,97% em pouco mais de um mês”, reforçou.

Com relação à vazão, a barragem estava liberando cerca de 5.500 litros de água por segundo. Porém, em razão das chuvas que vêm alimentando bem o rio Piranhas/Açu, a abertura das comportas foi reduzida para 1.000 litros por segundo, “até para ajudar numa maior acumulação de água dentro do reservatório”, ressaltou o Igarn.

Armando Ribeiro

Maior reservatório do Rio Grande do Norte e o segundo do Nordeste, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves tem suas comportas localizadas na cidade de Itajá, no Vale do Açu, e capacidade para 2,4 bilhões de metros cúbicos de água.

Seca histórica

Os últimos sete anos foram castigantes no interior do Rio Grande do Norte. Com chuvas abaixo da média histórica, o estado enfrenta a seca mais severa de todos os tempos. As chuvas que caem desde o início do ano até que aliviam o sofrimento do sertanejo, mas os efeitos da estiagem ainda são preocupantes.

Dos 167 municípios potiguares, 148 estão em situação de emergência por causa da escassez de água – o que representa 88% do estado. Na lavoura e pecuária, por exemplo, os prejuízos somaram R$ 2,5 bilhões em 2018, segundo o governo do estado.

De acordo com a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), atualmente cinco cidades (João Dias, Paraná, Pilões, São Miguel e Cruzeta) estão em colapso no bastecimento – que é quando a cobrança da conta é suspensa por não haver fornecimento – e outras 92 possuem algum sistema de rodízio.

G1 RN
Barragem » Chuvas

Nível de água na Barragem Armando Ribeiro Gonçalves subiu oito centímetros

O nível do volume da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves continua subindo. De acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), nas últimas 24 horas a lâmina de água da Barragem passou da cota 38.59 para 38.67.

A elevação é de oito centímetros e decorre das chuvas que têm caído ultimamente no Seridó em especial na cidade de Jucurutu que faz fronteira com o Vale do Açu. A Barragem Armando Ribeiro atualmente está com 20% de sua capacidade total de armazenamento, informa o Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn).

Blog Wllana Dantas
Barragem » Brasil

Governo determina medidas de precaução para barragens em todo o país

Por recomendação da Agência Nacional de Mineração (ANM), o Ministério de Minas e Energia (MME) definiu uma série de medidas de precaução de acidentes nas cerca de mil barragens existentes no país, começando neste ano e prosseguindo até 2021. A medida inclui a extinção ou descaracterização das barragens chamadas “a montante” até 15 de agosto de 2021. A resolução está publicada, na seção 1, página 58, no Diário Oficial da União.

“Essa resolução estabelece medidas regulatórias cautelares, objetivando assegurar a estabilidade de barragens de mineração, notadamente aquelas construídas ou alteadas pelo método denominado “a montante” ou por método declarado como desconhecido”, diz o texto.

Em três meses, a diretoria colegiada da agência vai avaliar a execução das medidas.“A Diretoria Colegiada da ANM, até 1º de maio de 2019, reavaliará as medidas regulatórias cautelares objeto desta resolução e, se for o caso, fará as adequações cabíveis considerando, dentre outras informações e dados, as contribuições e sugestões apresentadas na consulta pública.”

Riscos

Há 84 barragens no modelo denominado a montante em funcionamento no país, das quais 43 são classificadas de “alto dano potencial”: quando há risco de rompimento com ameaça a vidas e prejuízos econômicos e ambientais. Porém, no total são 218 barragens classificadas como de “alto dano potencial associado”.

Pela resolução, as empresas responsáveis por barragens de mineração estão proibidas de construir ou manter obras nas chamadas Zonas de Autossalvamento (ZAS).

A resolução é publicada menos de um mês depois da tragédia de Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte (MG), na qual 169 pessoas morreram e ainda há 141 desaparecidos com o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão.

Datas

Pela resolução, as responsáveis pelas barragens têm até 15 de agosto de 2019 para concluir a elaboração de projeto técnico de descomissionamento ou descaracterização da estrutura.

Nesse período, as empresas também serão obrigadas a reforçar a barragem a jusante ou a construção de nova estrutura de contenção para reduzir ou eliminar o risco de liquefação e o dano potencial associado, obedecendo a todos os critérios de segurança.

Outro prazo fixado é até 15 de fevereiro de 2020 para concluir as obras de reforço da barragem a jusante ou a construção de nova estrutura de contenção a jusante, conforme estiver previsto no projeto técnico.

Por determinação do governo, todas as barragens a montante, como a da Mina Córrego de Feijão, em Brumadinho (MG), que sofreu o rompimento no último dia 25, serão submetidas a descomissionamento ou a descaracterização até 15 de agosto de 2021.

Diferenças

A resolução detalha as diferenças entre as barragens “a montante” e “a jusante”. As denominadas “a montante” consistem na existência de diques de contenção que se apoiam sobre o próprio rejeito ou sedimento previamente lançado e depositado.

O modelo “a jusante” consiste no alteamento para jusante a partir do dique inicial, onde os diques são construídos com material de empréstimo ou com o próprio rejeito.

Há ainda o método “linha de centro”, variante do método a jusante, em que os alteamentos sucessivos se dão de tal forma que o eixo da barragem se mantém na posição inicial, ou seja, coincidente com o eixo do dique de partida.

Tragédias

Na resolução, o MME e a ANM citam um histórico de recentes rompimentos de barragens de mineração, como a barragem B1 da Mina Retiro do Sapecado, em 10 de setembro de 2014, em Itabirito (MG).

Também mencionam a barragem de Fundão da Mina Germano, em 5 de novembro de 2015, localizada em Mariana (MG), e a última da barragem B1, da mina Córrego do Feijão, em 25 de janeiro, em Brumadinho (MG).

“Considerando que todos os episódios recentes de rompimento envolveram barragens de rejeitos construídas e alteadas pelo método construtivo “a montante” cuja eficiência e segurança são controversas”, diz o texto da resolução.

Barragem » Rio Grande do Norte

Segurança de barragens potiguares é tema de audiência pública nesta segunda-feira

Os deputados estaduais do RN, vão discutir a situação de segurança e manutenção predial, dando ênfase a situação das barragens potiguares. A audiência está marcada para acontecer às 9h30 desta segunda-feira (11), no auditório deputado Cortez Pereira, na sede da Assembleia Legislativa.

A audiência pública, tem como objetivo discutir um projeto de lei apresentado, em dezembro de 2018 pelo deputado Kelps Lima (Solidariedade), parecer técnico do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), “condenando” o poder público a fazer manutenção em prédios, obras e barragens.

“É necessário implantar uma cultura de manutenção predial, prevenção, com critérios e punições para que tragédias como Mariana, Brumadinho e a última que foi a dos meninos do Flamengo sejam evitadas” alegou o Deputado Estadual.

“Cinco reservatórios potiguares estão com algum comprometimento importante”, disse Keps. De acordo com o parlamentar será apresentado na audiência o relatório de 2017 da Agência Nacional de Águas (ANA), que aponta preocupação com as barragens de Barbosa de Baixo em Caicó, Riacho do Meio em Equador, Passagem das Traíras em Jardim do Seridó, Marechal Dutra (Gargalheiras), em Acari, e Calabouço em Passa e Fica.

Entrará na pauta de discursão a Ponte de Igapó, com necessidade de implantar medidas de prevenção. “66% dos acidentes registrados em obras e prédios públicos, ocorrem por falta de manutenção” declarou o deputado reportando-se a dados nacionais.

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