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Bancos » Economia » Nordeste

Com taxa de juros subsidiada, Banco do Nordeste tira espaço do BNDES

O Banco do Nordeste (BNB) tem ocupado o espaço do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento de projetos de infraestrutura na região. Uma medida provisória, convertida em lei no mês passado, reduziu os juros do BNB e provocou uma corrida de investidores por empréstimos da instituição, que até 2016 tinha restrições para atuar em algumas áreas, como energia elétrica. Só no primeiro semestre deste ano, o banco contratou R$ 12,4 bilhões, 77% de todo o volume fechado em 2017 – desempenho tem incomodado a cúpula do BNDES.

Nos últimos meses, antigos e potenciais clientes do banco nacional de fomento desistiram de continuar o processo na instituição e foram bater na porta do BNB em busca de custos mais baixos. Esse movimento começou a se intensificar no ano passado, com a Medida Provisória 812/17, que mudou a fórmula de cálculo das taxas de juros para os empréstimos concedidos com recursos de fundos constitucionais, como é o caso do crédito oferecido pelo Banco do Nordeste.

A medida, proposta do governo, atrelou esse tipo de empréstimo à Taxa de Longo Prazo (TLP) – que é a mesma taxa de juros do BNDES. A TLP, em vigor desde janeiro, foi criada para se igualar às taxas de mercado, em substituição à TJLP, que era subsidiada pelo Tesouro. A MP, no entanto, criava uma diferença entre os dois bancos: o texto incluiu no cálculo da taxa de juros do Banco do Nordeste um redutor para compensar desigualdades regionais.

“O objetivo principal foi alinhar essas taxas às tendências de juros praticados no restante da economia e, ao mesmo tempo, permitir que os fundos cumpram sua missão de oferecer taxas adequadas ao padrão de renda das regiões atendidas”, explicou o Banco Central, em nota.

Durante a tramitação no Congresso, a bancada do Nordeste – liderada pelo deputado Julio Cesar (PSD-PI) – fez pressão para dar ainda mais competitividade aos financiamentos do BNB. Eles conseguiram incluir o fator de localização, que beneficia regiões menos favorecidas economicamente e reduz ainda mais a taxa de juros. Para se ter ideia, enquanto a taxa do BNDES em um projeto de geração de energia pode ficar na casa de 10% ao ano, a do BNB fica em cerca de 6%.

A MP que reduziu os juros do Banco do Nordeste teve 35 emendas e virou lei em 19 de junho deste ano. Uma semana depois, o grupo de energia Equatorial já anunciava contrato de R$ 1,1 bilhão com o BNB para financiar linhas de transmissão na região. Em seguida, foi a vez da francesa Vinci fechar empréstimo de R$ 516 milhões para as obras do Aeroporto de Salvador (BA). Antes disso, a italiana Enel já havia conseguido R$ 678 milhões para três parques solares.

Fonte: Agora RN

Bancos » Economia

Com crise, bancos têm ‘sobra’ de R$ 100 bilhões para crédito imobiliário

A lenta retomada do setor imobiliário, aliada à resistência do consumidor em assumir dívidas longas, gera uma situação inédita no mercado de crédito para a compra da casa própria: vão sobrar mais de R$ 100 bilhões em recursos para financiamento, entre esse ano e o próximo ano, segundo estimativa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Essa montanha de recursos ociosos é reflexo do ritmo lento de recuperação da economia, que, por consequência, emperra a venda de imóveis. Ao mesmo tempo, a poupança, de onde sai parte dos recursos usados pelos bancos nos empréstimos imobiliários, voltou a registrar no primeiro semestre, após quatro anos, um volume maior de depósitos do que de saques.

“Teremos nos próximos dois anos, uma liberação de recursos da ordem de R$ 239 bilhões. O financiamento imobiliário, na melhor das hipóteses, vai chegar a R$ 125 bilhões. Ou seja: vão sobrar R$ 114 bilhões no sistema inteiro”, calcula o presidente da Abecip, Gilberto Duarte.

O dinheiro que os bancos emprestam para financiar a casa própria vem, sobretudo, da poupança. As instituições usam cerca de 65% do que é aplicado na caderneta com o crédito imobiliário. A segunda fonte é o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), recolhido de quem tem carteira assinada.

Consumidor. A disponibilidade recorde de recursos, no entanto, não beneficia diretamente o comprador de imóvel neste momento. Segundo Duarte, se as perspectivas para a economia fossem positivas, a consequência seria uma redução da taxa de juros por parte dos bancos. Com o cenário de incerteza, o movimento tende a ser o oposto. “Como os financiamentos podem durar mais de 30 anos e a previsão é de que os juros subam lá na frente, ninguém quer baixar mais”, diz.

Nos últimos dois anos, os bancos já vinham reduzindo os juros do crédito imobiliário, acompanhando o movimento de queda da Selic, a taxa básica de juros da economia, que passou de 13,75% no fim de 2016 para 6,5% ao ano. A disputa por clientes nesse segmento também aumentou, principalmente entre os bancos privados que aproveitaram o recuo da Caixa Econômica Federal.

Para Feliciano Giachetta, da FGI Negócios Imobiliários, houve uma leve melhora para o consumidor. “Quem comprova que está apto para financiar consegue o dinheiro. Há três anos, o banco levava 90 dias para liberar o financiamento. Hoje, um crédito sai em 45 dias. O que segura o consumidor hoje é mesmo a incerteza.”

Pesa o fato de as perspectivas para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) terem piorado. O mercado tem relação direta com o andar da economia: quando ela vai bem, as pessoas têm mais renda, ficam otimistas e compram mais casas.

A despeito de as expectativas para expansão do PIB neste ano terem caído praticamente pela metade, os bancos mantêm as projeções para o crédito imobiliário. O volume de financiamento deve subir 15%, totalizando R$ 116 bilhões, considerados os empréstimos com recursos da caderneta de poupança (SBPE) e do FGTS, de acordo com projeções da Abecip.

Fonte: Blog do BG

Bancos » Copa do Mundo 2018

Em sexta de jogo do Brasil na Copa, bancos funcionam em horário especial

As agências bancárias abrem nesta sexta-feira (6) das 9h às 13h. O atendimento em horário especial é devido ao jogo da Seleção Brasileira de Futebol, às 15h, contra a Bélgica, em busca de vaga nas semifinais da Copa do Mundo.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), não há atendimento durante os jogos do Brasil “por motivo de segurança das agências e de transporte de valores”. A definição dos horários em dias de jogos da Copa foi feita de acordo com circular do Banco Central.

A Febraban lembra que os bancos deverão afixar nas agências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos do Brasil com antecedência mínima de 48 horas. Lembra ainda que as instituições bancárias oferecem aos clientes alternativas como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativo no celular (mobile banking) e operações bancárias por telefone. Esses canais de atendimento funcionam normalmente em horários de jogos.

Fonte: Blog do BG/Agência Brasil

Bancos » Copa do Mundo 2018

Confira os horários que os bancos funcionarão nesta segunda de jogo do Brasil

Por conta do jogo entre Brasil e México, às 11h, as agências bancárias de todo o país vão funcionar em dois períodos nesta segunda-feira (2 de julho): das 8h30 às 10h30 e das 14h às 16h.

Segundo informou a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o horário de atendimento foi reduzido a quatro horas nos dias dos jogos da Seleção Brasileira na Copa da Rússia em respeito a uma circular emitida pelo Banco Central (BC), que recomenda o corte por motivos de segurança das agências e de transporte de valores.

Quem tem conta que vence na segunda-feira (2) precisa ficar atento ao horário das agências. Se deixar de pagar, terá de arcar com multa e juros.

Fora do expediente, os bancos oferecem aos clientes opções como os caixas eletrônicos, a internet banking, o aplicativo do banco no celular e operações bancárias por telefone. Esses canais funcionam normalmente para transações bancárias, inclusive durante os jogos do Brasil, de acordo com a entidade.

Fonte: Blog do BG

Bancos

Hoje é o último dia de funcionamento das agências bancárias em 2016

Hoje (29) é último dia de funcionamento das agências bancárias para atendimento ao público. A partir de amanhã (30) as agências ficam fechadas e só abrem no próximo dia útil, dia 2 de janeiro. Por isso, as pessoas que precisam resolver questões bancárias este ano precisam fazê-lo até hoje.

Vale lembrar que todas as contas com vencimento nos dias em que as agências estiverem fechadas podem ser pagas no primeiro dia útil após o vencimento sem incidência de multa. Do dia 30/12/2016 até 01/01/2017, os clientes podem realizar operações bancárias nos caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking e banco por telefone.

Existem ainda os correspondentes bancários, que são casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados. Eles também podem realizar operações bancárias, mas o cliente precisa verificar os horários de funcionamento de cada um, que são independentes dos bancos

Bancos » Tecnologia » Tecnologia & Informática

Sensores biométricos de caixas eletrônicos se tornam novo alvo de criminosos

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Os caixas eletrônicos da atualidade contam, na maioria das vezes, com sensores biométricos para ajudar na identificação do dono da conta. Contudo, os leitores de impressões digitais podem estar se tornando vulneráveis por conta das artimanhas de criminosos que querem burlar o sistema.

De acordo com especialistas da Kaspersky Lab as máquinas estão sendo cada vez mais visadas pelos fraudadores que desejam obter os dados dos cartões de crédito inseridos.

O método utilizado para isso é chamado de “skimmer”. Esse é o nome dado para dispositivos caseiros conectados aos terminais. Com a ajuda de webcams e teclados falsos, eles copiam os dados dos cartões que, mesmo evoluindo e contando com chips de segurança, ainda estão vulneráveis aos dispositivos.

A esperança das instituições bancárias era de que a biometria pudesse inutilizar essas traquitanas. Contudo, não foi bem isso o que aconteceu. Os novos skimmers são artefatos que conseguem até mesmo roubar as impressões digitais da vítima.

Segundo a pesquisa realizada, há pelo menos 12 vendedores oferecendo esse tipo de acessório. Três deles garantem que o item consegue obter os dados das impressões das palmas e também da íris do usuário.

Contudo, durante testes realizados pela Kaspersky, os instrumentos apresentaram algumas falhas, principalmente por conta da lentidão na transmissão das informações. Os especialistas, no entanto, acreditam que o acessório possa ser aprimorado no futuro.

Bancos » Notícias » Segurança

Caixa eletrônico a prova de bombas chega ao mercado brasileiro

Uma feira para o setor bancário lançou na semana passada em São Paulo um produto destinado a ter muito mercado em lugares como Síria, Faixa de Gaza e… Brasil. Trata-se de um caixa eletrônico a prova de bombas. Ou, como promete a empresa que o fabrica, “resistente a ataques por explosão”. É uma evolução de um produto que já existe no mercado brasileiro — o caixa eletrônico que resiste a dinamite.

Lauro Jardim
Bancos » Notícias

Bancos trocarão moedas e cédulas falsas sacadas em caixas ou terminais

Divulgação

Divulgação

Os bancos agora são obrigados a trocar, imediatamente, moeda ou cédulas falsas sacadas em caixa ou terminais de autoatendimento. A nova regra, regulamentada pelo Banco Central (BC), foi publicada na edição de hoje (21) do Diário Oficial da União.

Essa medida foi definida pelo Conselho Monetário Nacional em maio, mas ainda precisava de regulamentação. Anteriormente, os bancos costumavam substituir as cédulas, mas o prazo de troca dependia da relação da instituição com o cliente.

Bancos » Segurança

Bancos: seguranças terão curso que prevê treinamento com explosivos

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Diante do aumento da criminalidade com o foco voltado para as agências bancárias, os profissionais de segurança privada que atuam em bancos vão ter que se submeter a curso de extensão diferenciado do que é submetido os vigilantes que trabalham na segurança de condomínios, repartições públicas ou empresas privadas de outros segmentos. Segundo o empresário potiguar e vice-presidente da FENAVIST, Edmilson Pereira de Assis, a medida vai alterar a lei 7.102, que rege a segurança privada no País, e deverá melhorar consideravelmente a qualificação dos profissionais do setor, a exemplo do que já ocorrer com os vigilantes que trabalham em carros-fortes.

A iniciativa, que será encaminhada para a análise da Polícia Federal, foi deliberada durante reunião da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (FENAVIST), realizada em Vitória (ES), no início da semana em curso. “O nível de estresse e a possibilidade de enfrentamento de ações criminosas, como assaltos, explosões e arrombamentos, são bem diferentes do que é vivenciado por vigilantes de que trabalham numa portaria de uma indústria ou de uma instituição qualquer. Portanto, a reciclagem dos profissionais de segurança de agências bancárias tem que ser diferenciada”, explica Edmilson Pereira.

A grade curricular dos cursos de extensão para seguranças bancários prevê não só a ampliação do treinamento e quantidade de tiros, como também treinamento sobre explosivos, uma vez que a explosão de caixas de auto-atendimento é uma das modalidade de roubo mais praticadas atualmente.  Os cursos de extensão, que serão ministrados em escolas especializadas e credenciadas junto a Polícia federal, serão custeados pelo empregador.

 

Agora RN
Bancos

Bancos privados suspendem crédito consignado a servidores federais

Bancos privados decidiram suspender as operações de crédito consignado para servidores públicos federais, após a empresa de software Consist ter virado alvo da Operação Lava Jato. Segundo a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), as instituições financeiras estão revendo sua participação no convênio de gestão firmado com as autoridades públicas.

Segundo o Ministério do Planejamento, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal continuam oferecendo crédito consignado.

A CBN teve acesso a comunicados reservados distribuídos por três bancos – Itaú/BMG, Bradesco e Bom Sucesso – para avisar os gerentes sobre o bloqueio das operações. A medida afeta todas as operações de crédito – tanto para quem deseja realizar um novo empréstimo, quanto quem precisa refinanciar ou fazer a portabilidade, e prejudica funcionários da ativa, aposentados e pensionistas.

A Fonte

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