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Automóveis » Economia

Vendas de veículos seminovos caem 50% no 1º semestre

As vendas de veículos seminovos, que têm até 3 anos de uso, fecharam o 1º semestre com queda de 50,9% em comparação com o mesmo período de 2017, mantendo o cenário visto no começo do ano.

O volume total de vendas de veículos usados praticamente se manteve, com leve alta de 1,1%, também na comparação com o ano anterior. O que tem acontecido é que os carros mais velhos passaram a ser mais negociados.

Segundo a federação dos revendedores de usados, a Fenauto, os campeões de venda no 1º semestre foram os com 4 a 8 anos rodados (“usados jovens”), somando 2,73 milhões de unidades de janeiro a junho, volume 32% maior que o de 1 ano atrás.

O segundo maior montante foi o dos usados com 13 anos ou mais (“velhinhos”), com 1,49 milhão de unidades negociadas, 29% a mais.

Em terceiro ficaram os seminovos , com 1,37 milhão de vendas, superando apenas os usados de 9 a 12 anos (“maduros”), com 1,2 milhão de unidades negociadas, uma alta de 72% nas vendas, a maior entre os usados.

Ao todo, a venda de veículos usados somou 6,8 milhões de unidades, de acordo com a Fenauto.

Fonte: Auto Esporte

Automóveis » Trânsito

Multas sobre principal motivo de mortes nas estradas sobem até 900%

As punições para motoristas que fazem ultrapassagens perigosas e rachas passam a ser mais severas neste sábado (1º) em todo o Brasil. Em alguns casos, as multas ficaram 900% mais pesadas e se equiparam com a de dirigir embriagado, chegando a R$ 1.915 – o valor mais alto para uma infração de trânsito no país (veja a tabela abaixo).

É o caso, por exemplo, de ultrapassagens forçadas quando outro veículo vem em sentido oposto da via (artigo 191 do Código de Trânsito Brasileiro), que passam de R$ 191,54 para o valor máximo, além de suspensão da carteira de habilitação (CNH). Ultrapassagens ilegais ou perigosas são responsáveis pelo tipo de acidente que mais mata nas estradas federais: as colisões frontais.

De janeiro a setembro de 2014, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 5.042 acidentes deste tipo. Isso equivale a 3,99% do total de acidentes no período, mas esse é o tipo mais letal.

Segundo levantamento da polícia, as colisões frontais deixaram 2.067 vítimas fatais nos 9 primeiros meses do ano, ou 33,5% do total de mortes nas estradas. O número de mortos em batidas de frente no período subiu 5,5% em relação ao ano passado.

Colisões traseiras lideram em número de acidentes entre janeiro e setembro (37 mil), mas o as mortes causadas por elas equivalem a um quarto do número dos que morreram por causa de colisões frontais.

A segunda principal causa de mortes nas estradas é o atropelamento, que vitimou 940 pessoas até setembro.
De acordo com a PRF, as punições mais severas para determinados tipos de infração fazem parte de um pacote para reduzir as mortes no trânsito em 50% até 2020.

No total, são 11 artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) alterados, entre eles ultrapassar em faixa contínua (artigo 203) ou pelo acostamento (artigo 202). Neste último caso, a infração foi de grave para gravíssima – as demais já eram consideradas de maior gravidade.

Além disso, se o motorista repetir a infração em menos de 12 meses, o valor da multa dobra na segunda autuação, para até R$ 3.830,80. A mudança na legislação foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em maio deste ano, com validade após 6 meses.

Desequilíbrio

De acordo com os especialistas consultados, a correção dos valores é feita com atraso de mais de uma década, mas é importante para retomar a eficácia das punições. As multas foram fixadas em 1997 e deveriam ser corrigidas pela Ufir (Unidade fiscal de referência), que foi extinta em 2000. Desde então ficaram congeladas, com exceção das mudanças na chamada Lei Seca em 2008.

“Após um período inicial com efeito muito importante de redução da mortalidade, de lá para cá a coisa veio perdendo força. Agora, esse pequeno pacote foca em uma das frentes do problemas, a alta gravidade dos acidentes nas rodovias”, afirma Biavati.

As mudanças pontuais criam um desequilíbrio dentro do Código Brasileiro de Trânsito com relação às multas, dizem eles. A sanção para quem fala ou utiliza telefone celular dirigindo continua de R$ 85 e 4 pontos na carteira, enquanto quem não usar o cinto de segurança é penalizado com R$ 127 e 5 pontos na carteira. “Algumas pessoas ‘colecionam’ essas multas de R$ 80 ou R$ 100. Não dá em nada”, comentou Biavati.

No Reino Unido, por exemplo, a multa para usar o telefone enquanto dirige é de 1 mil libras, ou seja, cerca de R$ 3,9 mil (na cotação de sexta-feira) – mais do que a multa máxima no Brasil. Por lá, a sanção para dirigir embriagado é de 5 mil libras (R$ 19,5 mil) e não há limite para multa em caso de morte.

“Para o motorista médio, um possível problema financeiro causado por multa gera uma mudança no comportamento. No entanto, há um limite. Valores muito altos já não fazem diferença, mas ainda não chegamos nem perto deste valor excessivo. Por enquanto, quanto maior a multa, melhor”, afirmou Gold.

Auto Esporte/G1
Automóveis » Economia

RN: 5 mil veículos foram financiados no Estado em junho‏

Mesmo com a economia estável no RN, número de financiamentos de automóveis cresce.

Mesmo com a economia estável no RN, número de financiamentos de automóveis cresce.

O financiamento de veículos no Rio Grande do Norte atingiu 5.778 unidades em junho. O destaque do mês foi para a venda financiada de automóveis de passeio, que superou os números dos outros modelos de veículos novos e usados e representou 59% do total financiado, com 3.424 unidades comercializadas. O levantamento é da Cetip, que opera o maior banco de dados privado de informações sobre financiamentos de veículos do país, o Sistema Nacional de Gravames.

Do total de veículos financiados no estado também foram comercializados 1.334 motos, 833 comerciais leves, 145 caminhões e 40 ônibus. No primeiro semestre, foram financiadas 39.232 unidades. Na região Nordeste, que também engloba Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Sergipe, foram realizados 84.001 financiamentos em junho. Neste primeiro semestre, foram financiados 557.488 veículos novos e usados.

No Brasil, os veículos financiados atingiram 461.828 unidades em junho, entre automóveis leves, motocicletas, pesados e outros, apresentando uma queda de 13% frente ao mês anterior. Desse total, 230.121 foram de veículos novos e 231.707 foram de usados. As concessões de crédito para financiamentos de veículos somaram R$ 12,6 bilhões em junho, uma queda de 12% sobre o mês anterior, e de 13%, quando comparado com junho de 2013. São levadas em consideração operações de Crédito Direto ao Consumidor, leasing e consórcio.

SOBRE A CETIP

Cetip é a integradora do mercado financeiro. É uma companhia de capital aberto que oferece produtos e serviços de registro, custódia, negociação e liquidação de ativos e títulos. Por meio de soluções de tecnologia e infraestrutura, proporciona liquidez, segurança e transparência para as operações financeiras, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do mercado e da sociedade brasileira.

A empresa é, também, a maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina e a maior câmara de ativos privados do país. Mais de 15 mil instituições participantes utilizam os serviços da Cetip. Entre eles, estão fundos de investimento; bancos comerciais, múltiplos e de investimento; corretoras e distribuidoras; financeiras, consórcios, empresas de leasing e crédito imobiliário; cooperativas de crédito e investidores estrangeiros; e empresas não financeiras, como fundações, concessionárias de veículos e seguradoras.

Milhões de pessoas físicas são beneficiadas todos os dias por produtos e serviços prestados pela companhia, como processamento TEDs e liquidação de DOCs, bem como registros de Gravame, CDBs e títulos de renda fixa

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Governo pretende aumentar o IPI

Aquecimento no mercado de veículos novos deve acontecer em julho devido à alta do IPI

Aquecimento no mercado de veículos novos deve acontecer em julho devido à alta do IPI (Foto: Divulgação Trib. do Norte).

Pela programação do governo, a alíquota “cheia” do IPI, que vigorava antes do início das desonerações, deve ser retomada no próximo mês. “Não sei ainda se vamos praticá-lo. O que está definido é que terá um aumento. Poderá ser pequeno ou não, mas vamos avaliar a situação do mercado na véspera em que essa medida terá de ser tomada”, disse o ministro Mantega.

Receita previu aumento
Na semana passada, o secretário-adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, afirmou que o órgão trabalha com a retomada das alíquotas “cheias” do IPI de automóveis a partir do próximo mês. Isso significa que os descontos no imposto dados pelo governo para o setor poderiam terminar.

Alíquotas do IPI
Pela programação do governo, a alíquota do IPI para os carros populares (1.0) permanece em 3% até 30 de julho,  quando o governo então vai avaliar se haverá um novo aumento, para 7%, alíquota que vigorava antes de a equipe econômica determinar a redução do IPI, no início de 2012.

Para carros com motor entre 1.0 e 2.0 Flex, a alíquota do IPI subiu de 7% para 9% no início do ano, e pode retornar ao patamar de 11% em julho. Para os veículos com o mesmo motor, mas movidos apenas à gasolina, a alíquota subiu de 8% para 10%, e pode avançar para 13% em julho.

Veículos utilitários também tiveram alta no Imposto sobre Produtos Industrializados, que passou de 2% – em vigor até 2013 – para 3% em 1° de janeiro. A partir de julho, o imposto para essa categoria pode subir para 8%. No caso dos utilitários usados para transporte de carga, a variação foi dos mesmos 3% no início do ano e, em julho, se houver alta, o IPI pode avançar para 4%.

Este ano, marcado por eleições presidenciais, o governo já desistiu, porém, de aumentar os impostos sobre cosméticos, e também decidiu adiar para setembro a entrada em vigor do aumento dos impostos sobre bebidas frias (cervejas, refrigerantes, refrescos, isotônicos e energéticos), que será feito de forma parcelada.

O governo mexeu no IPI dos veículos em maio de 2012, quando as montadoras estavam com estoques acima da média. O objetivo foi estimular as vendas e evitar demissões. Inicialmente, o imposto foi zerado para carros 1.0, e as alíquotas dos demais foi reduzida. O desconto no IPI fez a indústria automobilística bater recordes nos meses seguintes. Em janeiro de 2013, o imposto começou a ser recomposto.

Com informações da Tribuna do Norte

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