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Aumento » Currais Novos » Mototaxistas

CURRAIS NOVOS: Aumento da tarifa de Mototáxi ocorrerá em Março

NOTA DA ASSOCIAÇÃO DOS MOTOTAXISTA DE CURRAIS NOVOS:

”Atenção população usuária do transporte de mototáxi na cidade de Currais Novos/RN,os mototaxistas em geral e comum acordo, diante da defasagem do valor da tarifa de R$ 3,00 reais que já é cobrado a quatro anos, pede a compreensão de todos os usuários e resolvem reajustar as corridas de tarifa básica para R$ 4,00 reais. A mudança ocorrerá a partir do dia 11 de Março de 2019, ficando no valor das corridas pra locais distantes a critério de cada motorista.”

Blog Edmilson Souza
Aumento » Energia

Consumo de energia elétrica deve crescer 7% em fevereiro

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) prevê crescimento de 7% na demanda por energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN), neste mês, em comparação com fevereiro do ano passado. A expansão será de 5,3 pontos percentuais em relação ao crescimento de 1,7% relativo a fevereiro do ano passado.

A informação foi dada à Agência Brasil pelo diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata. Para ele, no entanto, não há motivo para preocupação, porque o carnaval deste ano cai em março – no ano passado, foi em fevereiro. “As pessoas logo pensam: ‘poxa, vai crescer tanto assim a carga? Então, aí acende o sinal amarelo. Acontece que, em fevereiro do ano passado, nós tivemos o carnaval, que este ano será em março.”

Barata explicou que, no período de carnaval, o consumo cai bastante com a redução no ritmo de algumas atividades, principalmente na indústria. “Então, o consumo de energia em fevereiro deste ano vai ser muito maior do que no ano passado, uma vez que a semana do carnaval é de baixo consumo, por ser de baixa produção no país.”

Temperatura

Lembrando as altas temperaturas verificadas em janeiro, que já levaram à quebra de cinco recordes de demanda de carga de energia ao SIN nas últimas três semanas, Eduardo Barata disse acreditar que a situação não deverá se repetir agora em fevereiro. “Nossa expectativa é de que, obviamente, vai haver crescimento de consumo, mas nada exagerado em relação às demandas que tivemos em janeiro, até porque é possível que as temperaturas não fiquem tão alta em fevereiro quanto estiveram no mês passado.”

Nas últimas três semanas, o país já bateu cinco recordes de demanda de energia ao Sistema Interligado Nacional. O último foi batido no dia 30 de janeiro, quando a demanda máxima do SIN chegou a 90.525 MW às 15h50. O recorde anterior, de 89.114 MW, foi batido no dia 23 de janeiro.

O Subsistema Sul também registrou recorde de carga por dois dias consecutivos. No dia 29 de janeiro, foi registrado pico de 18.554 MW, às 14h28. No dia seguinte, um novo recorde: 18.883 MW, às 14h08. Anteriormente, o recorde era de 17.971 MW, no dia 6 de fevereiro de 2014. Os recordes se devem às altas temperaturas registradas no país.

Por Nielmar de Oliveira/Agência Brasil
Aumento » Rio Grande do Norte

Preço do gás de cozinha aumenta R$ 2 no RN, diz sindicato

O preço médio do gás de cozinha vai aumentar cerca de R$ 2 no Rio Grande do Norte, após a Petrobras reajustar em 1,04% o valor do botijão de 13 quilos nas refinarias. A estimativa é do Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás GLP (Singás). O novo valor aos distribuidores passou a valer na terça-feira (5) e já foi ser sentido pelos consumidores nesta quarta (6).

“Em média, o valor do botijão está R$ 65 no estado. Nós estamos estimando um aumento ao consumidor entre R$ 1,50 a R$ 2”, explicou o presidente do sindicato, Fernando Santos. De acordo com ele, os revendedores vêm reduzindo a margem de lucro desde o final do ano passado para tentar evitar repassar os reajustes para o consumidor.

Ainda de acordo com ele, o sindicato se posicionou contrário ao aumento, porque, de acordo com ele, não houve motivação externa, senão aumento de lucro da Petrobras.

“Não houve aumento de petróleo, não houve aumento de salário, não houve aumento de imposto. O que houve foi aumento da margem de lucro da Petrobras, que tem o monopólio nacional, e dolarizou o valor. Quer dizer, ela diz que é o dólar, mas o dólar está baixando. Defendemos a abertura desse mercado”, declarou.

Francisco Santos também considerou que o reajuste ainda é mais injusto para os potiguares, que contam com produção no próprio estado. “60% do gás consumido no Rio Grande do Norte é de Guamaré, da refinaria Clara Camarão”, reforça.

Ele ainda explicou que a diferença nos preços do gás no estado é reflexo principalmente do frete pago pelos produtos. Enquanto parte dos botijões são comprados em Guamaré, localizada a menos de 200 quilômetros de Natal, outra parte dos produtos revendidos vem do Ceará e de Pernambuco.

Segundo a Petrobras, o aumento causará deixará o valor repassado aos revendedores em R$ 25,33 por unidade, ante R$ 25,07 anteriormente. Francisco Santos diz que o valor repassado fica maior para o consumidor por causa dos impostos que incidem sobre o produto e transporte.

G1
Aumento » Salário

Salário mínimo volta a ter ganho real após 2 anos

O salário mínimo teve aumento real (descontada a inflação) de 1,14% em 2019, segundo a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Foi o primeiro ganho frente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) após dois anos de queda.

O mínimo nacional foi reajustado pelo governo em 4,61% no dia 1º de janeiro, passando de R$ 954 para R$ 998. Já o INPC subiu 3,43% em 2018.

Para reajustar o mínimo, o governo considera a variação do INPC no ano anterior (2018) mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2017, que foi de 1,1%.

Aumentos reais do salário mínimo

Ganho frente à inflação medida pelo INPC, em %

Aumento » Plano de Saúde

ANS aumenta limite de reajuste de plano de saúde individual para 9,65%

Segurem os bolsos, que o teto indica aumento acima da inflação no mercado todo.

Segurem os bolsos que o teto indica aumento acima da inflação no mercado todo.

As mensalidades dos planos de saúde médico-hospitalares individuais contratados a partir de 1999 poderão ser reajustadas em até 9,65% neste ano. O limite máximo, estabelecido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar é o maior em nove anos e superior à inflação.

O reajuste pode ser aplicado pelas operadoras para o período de maio de 2014 até abril de 2015, de acordo com o aniversário do contrato. Quem, por exemplo, tem contrato com aniversário em maio e recebeu os boletos de maio, junho ou julho sem o aumento terá de pagar retroativamente.

Segundo a ANS, o teto protege 17,4% dos clientes de planos de saúde médico-odontológicos no país, ou 8,8 milhões de pessoas. O teto não vale para planos contratados antes de janeiro de 1999 e nem para os planos coletivos, que já respondem por 79% do mercado. O limite também não tem validade para planos exclusivamente odontológicos. Teto indica aumento acima da inflação no mercado todo.

Embora valha apenas para os planos individuais, o teto é uma média dos reajustes dos planos coletivos com mais de 30 clientes, como os contratados por empresas para oferecer a seus empregados, e que respondem pela maior fatia do mercado. Por isso, ao se tornar mais alto, o teto indica que os planos de saúde em geral têm tido reajustes maiores.

O teto de 9,65% indica, assim, que os planos de saúde tiveram reajustes 3,5 pontos percentuais acima da inflação oficial, de 6,15%, registrada entre abril de 2013 e março de 2014 pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo, do IBGE.

A ANS discorda da comparação com o índice médio da inflação, e leva em conta a variação de preços dos Serviços de Saúde medida pelo IPCA, que foi de 8,95% até abril de 2014. “O índice de reajuste divulgado pela ANS não é um índice de preços. Ele é composto pela variação da frequência de utilização de serviços, da incorporação de novas tecnologias e pela variação dos custos de saúde, caracterizando-se como um índice de valor. Em 2014, a variação anual de custos e frequência correspondeu a 9,65%”, diz a agência, em nota.

IG
Aumento » Capacidade » Energia

Capacidade de geração de energia no país aumentou 32% desde 2007

Mediante os constantes investimentos em energia, percebeu-se um acentuado crescimento no setor.

Mediante os constantes investimentos em energia, percebeu-se um acentuado crescimento da capacidade do setor.

Os investimentos em energia desde o Programa de Aceleração do Crescimento 1, criado em 2007, aumentaram a capacidade de geração do país em 32%, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. As obras do eixo energia da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), lançada em 2011, promoveram a entrada de 12,8 mil megawatts (MW) no parque brasileiro, sendo 2,6 mil MW nos quatro primeiros meses de 2014, segundo os números do décimo balanço do programa, divulgado hoje (27) pelo Ministério do Planejamento.

Entre as usinas que entraram em operação, o documento destaca as usinas hidrelétricas de Estreito (1,08 mil MW), entre os estados do Tocantins e do Maranhão; de Mauá (361 MW), no Paraná, Jirau (3,75 mil MW) e Santo Antônio (3,15 MW), ambas no Rio Madeira, em Rondônia, que já estão em operação gerando 2,45 mil MW. Também começaram a funcionar 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1,7 mil MW, com destaque o início de operação nos primeiros quatro meses do ano de mais parques eólicos no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Ceará.

No PAC 2 já foram concluídas 35 linhas de transmissão, totalizando 10,2 mil quilômetros de extensão. De acordo com o ministério, mais 39 linhas de transmissão, com 11,2 mil quilômetros de extensão estão em obras, além de 26 subestações de energia. O balanço divulgado nesta sexta (27) informa que 12 leilões do PAC 2 viabilizaram a concessão de 23,8 mil quilômetros de novas linhas de transmissão, com investimento previsto de R$ 26,3 bilhões.

Segundo o balanço, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo pelo programa, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis. De acordo com o governo, a Refinaria Abreu e Lima (PE) está com 87% das obras concluídas e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com 71%. Quando entrarem em operação, a capacidade de processamento do país deve aumentar em 395 mil barris por dia.

Agência Brasil

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