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EXCLUSÃO: Menino com síndrome de Down é impedido de fazer natação

Gabriel tinha ido com a mãe a um teste para entrar em escolinha localizada no Ibirapuera

Um menino de 9 anos, que tem síndrome de Down, foi impedido de fazer um teste para um curso gratuito de natação em São Paulo. O caso, que está sendo apurado pela Secretaria de Esportes, ocorreu na última quinta-feira (9), mas foi relatado pela mãe da criança, a psicóloga Elaine Hojaji, nesta terça-feira (14). Elaine conta que levou Gabriel para tentar vaga na escolinha do Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera. Ao ver o menino, o instrutor recusou-o de imediato.

Hojaji disse ao G1 que o avaliador justificou a exclusão de Gabriel com o fato de uma experiência negativa do passado: “Olha, não é por nada, não. Acho que não vai dar certo com ele aqui. Ano passado, teve uma aluna e não deu certo”, disse. “São muitas crianças aqui, não dá pra dar atenção. O melhor é encontrar um lugar que a senhora possa entrar junto com ele na piscina”, concluiu.

“Na hora eu desfaleci, fiquei sem reação e com medo de meu filho perceber a situação. Não argumentei, talvez por conta disto”, desabafou a mãe de Gabriel no Facebook. “Se um serviço público de esportes é para todos, também tem que ser para quem tem Síndrome de Down. Se os locais não têm estrutura e recursos humanos, que se capacitem”. O site do Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães anuncia quatro piscinas pequenas usadas para aulas da comunidade, além de natação para pessoas com deficiência.

A Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo (SELJ) informou, em nota, enviada ao G1, que “prima pela inclusão social por meio do esporte e rechaça qualquer comportamento discriminatório por parte de seus colaboradores”. A secretaria informou ainda que o avaliador foi identificado e que “os acontecimentos no dia citado estão sendo apurados internamente para que as devidas providências sejam tomadas com o rigor inerente ao caso”.

G1
Acessibilidade » Rio Grande do Norte » Turismo

ESPECIALISTA ALERTA: “Praias de Natal não possuem acessibilidade”

Praia de Ponta Negra

Enquanto o mundo se preocupa cada vez mais com a acessibilidade, o mesmo parece não ocorrer em Natal. Famosa por seu litoral paradisíaco, a capital do Rio Grande do Norte não possui nenhuma de suas praias adequadas para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida.

A arquiteta e urbanista, especialista em acessibilidade, Danielle Sá, alerta que Natal não possui, atualmente, nenhuma parte do seu litoral com acessibilidade adequada. “Hoje esta situação é inaceitável, acessibilidade é uma questão de inclusão social. E nesse contexto, são poucas as iniciativas para se tornar possível o acesso por pessoas com deficiência a esses lugares”, disse.

Na mais conhecida das praias potiguares, Ponta Negra, o acesso é difícil para todos, já que é preciso passar por longas escadas ou vencer o desafio de se equilibrar sobre pedras para chegar na areia. Recentemente, a Prefeitura de Natal anunciou um primeiro programa chamado Natal Praia Acessível, voltado para permitir o acesso dos cadeirantes ao banho de mar. A iniciativa, por enquanto, será restrita exatamente a Ponta Negra.

Para tornar as praias acessíveis, em primeiro lugar, continua Danielle, é preciso adequar as escadas existentes e ofertar rampas associadas à essa rota. Além disso, na Praia do Meio, por exemplo, há uma grande distância em quase todo o litoral da areia para o calçadão. Neste caso, ainda é preciso construir mais acessos. Na Redinha a situação também é parecida.

Danilo Sá
Ação Social » Acessibilidade » Lagoa Nova » Notícias » Política » Rio Grande do Norte

LAGOA NOVA: prefeito Luciano Santos dispensa carro de gabinete

Pensando no conforto e na agilidade, a nova administração municipal de Lagoa Nova sede o antigo carro usado no gabinete do prefeito para o transporte dos pacientes que fazem hemodiálise, quimioterapia e outros tratamentos médicos. “A hora é de pensar em cuidar da nossa gente, cuidar de quem verdadeiramente está precisando de cuidados” Destacou Luciano Santos.
O bem público é do povo, os atender da melhor forma possível é obrigação. A coisa pública deve atender seu objetivo social.

Absurdo » Ação Social » Acessibilidade

INSS bloqueia Bolsa de atletas


A aplicação de uma mudança na legislação está movimentando os bastidores do esporte paralímpico brasileiro. Com a obrigação de contribuir com 20% do valor do Bolsa Atleta para o INSS, atletas que já recebiam algum tipo de benefício se viram em um impasse: quem recebe pensão não pode ser contribuinte.
Acessibilidade » Justiça

MPF aciona UFRN por acessibilidade no campus de Caicó

O Ministério Público Federal (MPF) em Caicó apresentou uma ação contra a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para que a Justiça determine a realização de obras de acessibilidade no Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres/Caicó). Um laudo de dezembro de 2013 aponta diversos obstáculos à circulação de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e, desde então, poucos avanços foram implementados.

A ação do MPF, assinada pelo procurador da República Bruno Lamenha, requer a promoção de um total de 111 intervenções em 13 prédios do campus, incluindo obras simples como a instalação de rampas, adaptação de sanitários, colocação de sinalização tátil, ampliação de portas e retirada de obstáculos à circulação, entre outras medidas.

Em 2013, o MPF solicitou a realização de perícia com objetivo de verificar a adequação dos imóveis do Ceres às regras de acessibilidade de prédios públicos previstas na legislação. Em dezembro daquele ano foi elaborado um laudo, por parte de especialistas da Subsecretaria de Infraestrutura da Procuradoria Geral da República, apontando a necessidade de readequação ou reforma em todos os edifícios do campus de Caicó.

O laudo registrou 33 inconformidades na estrutura física do Ceres, dentre as quais acessos para pedestres sem rampa de rebaixamento de calçada; estacionamento sem demarcação de vagas e com piso irregular; inexistência de sinalização visual ou tátil indicando as edificações. Os peritos constataram ainda a falta de proteção de corrimãos ou guarda-corpos em algumas passarelas; pisos irregulares ou desnivelados; passagens obstruídas; e até um auditório sem previsão de assentos para obesos, pessoas com mobilidade reduzida ou espaço para cadeira de rodas.

Medidas – Entre a conclusão do laudo e a apresentação da ação, o MPF buscou informações junto ao Ceres a respeito de possíveis melhorias na estrutura física. A resposta da instituição, enviada em setembro, registrou alguns avanços, porém não suficientemente detalhados, muito menos abrangendo todos os problemas indicados pela perícia.

E mesmo após a resposta da UFRN, novos relatos chegaram ao conhecimento do MPF, apontando as péssimas condições de acessibilidade do Ceres. A ação requer que a universidade promova, além da correção dos problemas apontados no laudo de 2013, um levantamento atualizado que inclua eventuais estruturas construídas após a perícia, adequando todos espaços do campus às normas de acessibilidade estabelecidas na Lei 10.098/2000, no Decreto 5.296/2004 e na norma ABNT NBR 9050/2004.

A ação civil pública irá tramitar na Justiça sob o número 0800037-07.2015.4.05.8402.

Acessibilidade » Inovação » Tecnologia

Acessibilidade: Estudantes criam projeto de aplicativo para traduzir linguagem de sinais

Um aplicativo poderia permitir a interação em tempo real entre pessoas que utilizam a linguagem de sinais para se comunicar e aqueles que não sabem compreender o significado dos gestos utilizados. Este foi o projeto idealizado por estudantes da Escola de Comunicação de Berghs, na Suíça, que foi premiado no Festival Internacional de Criatividade de Cannes, maior e mais prestigiado evento de publicidade mundial.

O aplicativo Google Gesture (Google Gestos, em tradução livre) funcionaria com auxílio de duas faixas eletrônicas utilizadas nos antebraços da pessoa que realiza os sinais. Elas poderiam analisar o movimento dos músculos, associá-los aos gestos e enviar as informações para o smartphone, que reproduziria as palavras correspondentes em tempo real. Apesar de usar o nome do Google, a empresa não está envolvida no projeto, que foi idealizado pelos estudantes como uma campanha publicitária, e não tem previsão de ser desenvolvido.

Veja
Acessibilidade » Copa do Mundo

Acessibilidade: Quatro estádios têm audiodescrição para pessoas com deficiência visual

Audiodescrição, a tecnologia que possibilita pessoas com deficiência visual a compreender todos os detalhes dos jogos da Copa (Foto: Buda Mendes).

Audiodescrição, a tecnologia que possibilita pessoas com deficiência visual compreender todos os detalhes dos jogos da Copa (Foto: Buda Mendes).

Em quatro estádios, os torcedores com deficiência visual podem acompanhar em detalhes tudo o que está ocorrendo no campo e nas arquibancadas. Está sendo oferecido o serviço de audiodescrição, durante o Mundial, nos estádios Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Corinthians (São Paulo), Mané Garrincha (Brasília) e Mineirão (Belo Horizonte). Dois voluntários em cada local descrevem para esses torcedores, além do jogo, detalhes da partida, como linguagem corporal, expressões faciais e uniformes dos jogadores e brincadeiras das torcidas.

A audiodescrição pode ser acessada por meio de frequências de rádio. Quem quiser ouvir, deve levar um aparelho portátil de rádio ou telefone celular com receptor FM, além de fones de ouvido. O serviço está disponível durante os jogos nas frequências 103,3 FM em Belo Horizonte, 98,3 FM em Brasília, 88,9 FM no Rio de Janeiro e 88,7 FM em São Paulo.

Milton dos Santos Peres, que não enxerga desde que nasceu, só foi uma vez a um estádio de futebol, quando tinha 18 anos. “Deficiente visual vai ao estádio fazer o quê?”, diz. Agora, com 43 anos, voltou para ver um jogo da Copa do Mundo com o sistema de audiodescrição, no Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha, para assistir à disputa entre Colômbia e Costa do Marfim. “A narração é feita para pessoas que enxergam, não dá muitos detalhes. Na audiodescrição, há detalhes mais específicos, como sinais, gestos, quando o juiz levanta a bandeira, quando alguém cai”, explica ele, que é diretor de comunicação da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais.

A audiodescrição nos estádios é feita por locutores voluntários, que foram treinados. O projeto é uma parceria entre a Fifa, a organização não governamental Urece Esporte e Cultura para Cegos, do Rio de Janeiro; e o Centro de Acesso ao Futebol na Europa. Em 2010, na Copa da África do Sul, a audiodescrição foi oferecida em seis estádios do campeonato.

Agência Brasil
Acessibilidade » Brasil » Copa do Mundo

O neurocientista Miguel Nicolelis acusa FIFA de cortar exibição de paraplégico na Copa do Mundo

Ontem (13), um dia depois da abertura do maior futebolístico do mundo e do pontapé inicial simbólico da Copa, dado por um paraplégico utilizando um experimento robótico de última geração e ainda em processo de aperfeiçoamento, o líder do projeto de desenvolvimento do exoesqueleto, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, acusou a FIFA de ter impedido que a demonstração do projeto “Andar de Novo” fosse transmitida na íntegra. A informação é da Folha de São Paulo.

O neurocientista utilizou seu perfil no Twitter para responder a críticos, agradecer a apoiadores e anunciar que os objetivos do projeto foram cumpridos: “O que foi prometido, foi entregue. Depois de 17 meses de trabalho insano, a missão foi cumprida integralmente”, escreveu. Ele disse ainda que a responsabilidade pela transmissão era totalmente da FIFA. No entanto, o momento contou com certo desprezo da entidade, pois a exibição do chute na televisão, durante a cerimônia de abertura, durou cerca de três segundos, ou pelo menos foi o que as redes de televisivas repassaram para os espectadores.

Confira o que aconteceu neste quadro.

Confira o que aconteceu neste quadro.

Acessibilidade » Currais Novos

Prefeitura, COMADE e CDL discutem acessibilidade de vias urbanas

Em Currais Novos, a acessibilidade ainda precisa ser melhorada.

Em Currais Novos, a acessibilidade ainda precisa ser melhorada.

Tornar as vias urbanas públicas acessíveis para todas as pessoas é uma das reivindicações constantes dos conselhos de pessoa com deficiência em todo o país que buscam melhores condições de acesso à prédios públicos, empresas, residências, etc. Sobre este assunto, a Prefeitura Municipal de Currais Novos, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência – COMADE, e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), discutiram alternativas para melhorar a mobilidade urbana na cidade. A reunião contou com a participação do prefeito Vilton Cunha, da presidente do COMADE, Betinha Paiva, da presidente do CDL, Francisca Galvão, de Walter Antero, Secretário executivo do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), e de Virgínia (ASPOSBERN) e Alair (APADEVIS). Uma das sugestões apresentadas é a realização de um mapeamento de todas as calçadas e passeios públicos para detalhar as necessidades de reestruturação para a acessibilidade. O Prefeito Vilton Cunha disse que o assunto merece importância e será discutida para tornar os espaços mais acessíveis à população.

Assecom - João Bezerra

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