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Em João Pessoa, mulher se joga de prédio por causa dívida de R$ 50 mil investidos na Telexfree

Uma mulher de 22 anos que pulou do quinto andar de um edifício garagem em Manaíra, Zona Leste de João Pessoa, pode ter se jogado do local porque teria uma dívida de R$ 50 mil com um banco, revertidos em investimentos na Telexfree. A empresa continua com todas as operações bloqueadas e o dinheiro dos divulgadores também está retido devido a ordens judiciais.

De acordo com informações da assessoria de comunicação do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na Capital, a mulher está internada em situação gravíssima na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde se recupera de um politraumatismo, ou seja, uma série de fraturas em várias partes do corpo.

Alguns parentes e amigos da vítima informaram ao Portal Correio que a mulher teria conseguido cerca de R$ 50 mil para investir na Telexfree, mas, como não teve retornos e a empresa foi impedida pela Justiça de continuar as operações, ela se desesperou e pulou do prédio por não ter condições de recuperar o dinheiro que havia adquirido emprestado.

Ela se jogou do edifício garagem na noite da última sexta-feira (22). O Corpo de Bombeiros e as equipes de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência intervieram para evitar o caso, mas a mulher não aceitou as negociações e acabou pulando.

Postado por: Jean Souza / Portal Correio
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Homem volta para casa e encontra seus pais levando flores para “seu” próprio túmulo

 

 

Um rapaz voltou para sua cidade natal, tentando reencontrar seus pais, e descobriu que eles estavam depositando flores no “seu” túmulo. Jaroslaw Carolinski, de Siedliska, Polônia, tinha sido declarado morto após sua mãe e seu pai confundirem um corpo encontrado pela polícia florestal perto da fronteira do país com a Ucrânia.

O rapaz de 38 anos saiu de casa em outubro de 2011, sem avisar para onde ia. Quando resolveu voltar para casa, na semana passada, percebeu que os pais estavam tristes e visitavam sempre seu túmulo.

Ele disse que chegou dizendo: “Olá mãe e pai. Estou de volta”. A mulher teria desmaiado ao vê-lo. A promotoria agora está tentando descobrir quem realmente foi enterrado no túmulo.
 

Postado por: Eduardo Bezerra
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Benefício da nova meia-entrada é aprovado em comissão

Foi aprovado nesta terça-feira, 26, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS 188/2007) que regulamenta o benefício da meia-entrada em espetáculos artísticos, culturais, esportivos e de entretenimento.

Segundo a Agência Senado, a concessão ficará restrita a 40% dos ingressos disponíveis (e não se aplica à Copa do Mundo de 2014 e à Olimpíada de 2016). Os integrantes da comissão aprovaram pedido de urgência para votação no plenário, e esperavam que a matéria fosse agendada para votação ainda nesta terça-feira, 26. No fim da tarde, porém, o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou que vai colocar como primeiro item da pauta do plenário da próxima terça-feira (03).

Postado por: Eduardo Bezerra
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Cerro Corá sediará Encontro de Blogueiros

Próximo dia 18 de dezembro, acontecerá na Pousada Colina dos Flamboyants, localizada no município de Cerro Corá, uma confraternização com os blogueiros da região. Segundo João Marcelo, organizador do evento, a intenção é fazer com que os blogueiros tenham a oportunidade de se conhecerem pessoalmente, e não fiquem somente restritos ao contato online.

Postado por: Eduardo Bezerra / Robson Pires
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Receita Federal investiga donos da Telexfree e investidores

Quem fez aplicação financeira na Telexfree deve redobrar os cuidados com o investimento. A empresa de marketing multinível ou pirâmide financeira está sendo investigada pela Receita Federal. Os donos e os investidores. As atividades da Telexfree permanecem bloqueadas, sem previsão alguma de retorno.

Postado por: Eduardo Bezerra
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Delações premiadas implicam Gilson Moura em desvios no Ipem-RN

 

 

Depoentes de seis dos processos da Operação Pecado Capital – suposto esquema de desvio de recursos no âmbito do Instituto de Pesos e Medidas do RN (Ipem) – envolveram o nome do deputado estadual Gilson Moura (PROS) como beneficiado direto das fraudes. O parlamentar já havia sido mencionado por diversas ocasiões pelo Ministério Público, autor das denúncias. Os depoimentos foram prestados sob juramento ao juiz da 2ª Vara Criminal da Justiça Federal, Walter Nunes, na presença do procurador da República, Rodrigo Telles. 11 dos  acusados optaram pela delação premiada, ou seja, disseram o que sabiam em troca de um possível perdão judicial.

Além de procurar desbaratar as fraudes ocorridas nas licitações do órgão, na concepção aleatória de notas fiscais e na fiscalização de postos de combustíveis, a audiência de ontem desvendou a razão da existência de parte dos funcionários fantasmas da gestão de 2008 a 2010. Para receber o pagamento pelo aluguel de três trios elétricos, durante a campanha de prefeito de 2008 de Gilson Moura – então candidato em Parnamirim – Sebastião Garcia, o proprietário, teve que fornecer o número de cinco contas correntes onde o recursos seriam antecipadamente depositados.

O esquema era o seguinte, segundo depoimento do acusado: um irmão, dois sobrinhos, uma amiga, além do próprio, forneceram dados pessoais e números das contas de banco onde foram efetuados depósitos no montante total de R$ 75 mil, o equivalente ao aluguel dos veículos. Como se fossem funcionários do órgão, os valores eram depositados mensalmente por meio de ordem bancária do Ipem. Ninguém, nem mesmo Sebastião, sabia a origem dos recursos. E quando desconfiaram – garantiram eles, imaginaram ser razão de aluguel dos veículos ao instituto de pesos e medidas.

Investigação

O irmão de Sebastião, Valmir Garcia; os sobrinhos Lílian Batista e Conrado Souza; além da amiga Sheila Suerda, afirmaram que ainda sem saber do esquema no qual estavam envolvidos, foram surpreendidos por advogados que em nome de Gilson Moura coagiram todos a mentirem em juízo, sob pena de “algo pior”.

Sebastião rememorou ainda as conversas que teve com Gilson Moura depois que o esquema foi descoberto. “Liguei para ele (Gilson Moura) e ele me disse que ficasse tranqüilo que ia enviar advogados e que nada ia acontecer”, enfatizou Sebastião Garcia. Poucos dias depois, os representantes do parlamentar estadual teriam viajado a Currais Novos para “orientar” os envolvidos. “Chegaram na minha casa tarde da noite. Meus pais e minha filha ficaram assustados. Disseram do problema e me recomendaram o que falar. Tive medo de prejudicar mais alguém da minha família”, disse Lílian Batista.

Os cinco denunciados concederam os primeiros depoimentos, segundo eles “sob ameaça”, por isso a mentira. “Hoje estou aqui para reparar a vergonha que passei. Eu ia ficar processado por causa de mentira?”, desabafou o agricultor Valmir Garcia.
 

Postado por: Eduardo Bezerra
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Dirceu receberá R$ 20 mil mensais em hotel de Brasília

O ex-ministro José Dirceu, preso devido à condenação no processo do mensalão, foi contratado pelo hotel Saint Peter, em Brasília, como gerente administrativo, por um salário de R$ 20 mil mensais. A carteira de trabalho dele foi assinada no último dia 22.

Dirceu cumpre pena de sete anos e 11 meses por corrupção ativa no regime semiaberto, o que lhe dá direito a sair durante o dia para trabalhar. A defesa dele entrou, então, com pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para que ele possa trabalhar durante o dia. O pedido também foi encaminhado à VEP (Vara de Execuções Penais). Segundo a assessoria de imprensa do Supremo, quem irá decidir será o juiz da VEP.

Os documentos de contratação de Dirceu constam do pedido entregue ao STF, disponível no andamento eletrônico do processo.

No pedido, a defesa ressalta que Dirceu "preenche todos os requisitos necessários para que lhe seja deferida a possibilidade trabalho externo. Além de estar cumprindo pena em regime no qual se admite tal medida, o requerente possui toda sua documentação pessoal em ordem", além de possuir "proposta concreta de trabalho", exigência legal para que seja concedido o benefício do trabalho externo. Diz que, inclusive, "já elaborou e assinou o competente contrato de trabalho e carimbou carteira de trabalho do requerente".

O pedido feito ao tribunal destaca que consta do contrato de trabalho que o hotel está ciente quanto às restrições de horário de Dirceu, uma vez que precisará passar as noites na cadeia. Segundo o contrato, o horário de trabalho dele será das 8h às 17h, com almoço de uma hora, das 12h às 13h. Na ficha de solicitação de emprego, Dirceu diz que está se candidatando à vaga por "necessidade e por apreciar hotelaria e área administrativa".

A mando da VEP, o pedido de Dirceu será encaminhado para a Seção Psicossocial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, formada por assistentes sociais e psicólogos, para avaliar a proposta de emprego e elaborar relatório que servirá de base para conceder autorização ou não para o trabalho externo. O Ministério Público também precisará se manifestar sobre o parecer.

Reportagem da Agência Estado mostra que a gerente que contratou o político ganhava no ano passado R$ 1.800, dez vezes menos que Dirceu.

Preso em 15 de novembro junto com outros réus do processo, Dirceu candidatou-se à gerência do hotel brasiliense três dias depois, em 18 de novembro.

Postado por: Eduardo Bezerra
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Senado aprova voto aberto para cassações de mandatos e vetos presidenciais

 

 

Em uma sessão tumultada, o plenário do Senado aprovou com mudanças em  segundo turno a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Voto Aberto, que prevê o fim do voto secreto no Legislativo.

O texto-base da PEC 43/2013, de autoria do ex-deputado Luiz Antônio Fleury (PTB-SP), foi aprovado por 58 votos a favor, quatro votos contra e nenhuma abstenção. A matéria estabelece que serão abertas as votações de cassações de mandatos parlamentares e de vetos presidenciais.

O texto havia sido aprovado em primeiro turno pela Casa no dia 13 deste mês e, antes disso, por unanimidade pela Câmara dos Deputados.

A proposta remetida pela Câmara previa também a abertura do voto para indicações de autoridades e eleições das mesas diretoras das duas Casas, mas a maioria dos senadores considerou que isso poderia prejudicar a independência deles em relação ao Executivo.
 
Como os senadores rejeitaram parte do texto da Câmara e aprovaram o restante, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou a intenção de promulgar o trecho que é consensual. Ele disse que vai se reunir com a Mesa Diretora das duas Casas para tratar da parte que foi rejeitada pelos senadores.
 
Destaques

Chegaram a ser apresentados três requerimentos de destaques, que são pedidos para votação em separado de trechos do texto principal da proposta. O autor dos pedidos foi o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Em uma votação apertada — 31 a 29–, os senadores rejeitaram um dos requerimentos que pedia a exclusão de casos de vetos presidenciais. Os outros dois foram aprovados pela maioria dos parlamentares.

Por 41 votos a 16, o plenário rejeitou a manutenção no texto-base da PEC dos artigos que proíbiam o voto secreto nas decisões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e que estendia a proibição às Assembleias Legislativas dos Estados, à Câmara Legislativa do Distrito Federal e às Câmaras Municipais.

E por 40 votos favoráveis, 21 contrários e duas abstenções, os senadores decidiram manter as regras atuais para exame de indicações de autoridades, que é em votação secreta. 
 
A proposta de pôr fim ao voto secreto ganhou força no Congresso após a sessão em que a Câmara, no final do mês de agosto deste ano, manteve o mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 13 anos de prisão por peculato e formação de quadrilha. Na opinião de especialistas, o voto aberto poderia ter evitado esse resultado.
 
Sessão tumultuada
 

A votação da PEC que acaba com o voto secreto foi tumultuada desde o início. Assim que a sessão foi aberta, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) apresentou questão de ordem para que fossem retirados os requerimentos de destaque, que poderiam alterar a PEC.
 
"Os cortes [na PEC] são antiregimentais. Eu questiono essa mutilação que querem fazer na proposta", afirmou Rollemberg.
 
O presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) indeferiu a questão, argumentando que a "apreciação dos requerimentos é normal, regimental e constitucional, pois requerimento de destaque é procedimento de votação e não emenda".
 
A discussão em torno da questão durou cerca de uma hora e meia da sessão. Diante do apelo de vários senadores, Rollemberg retirou a questão de pauta.
 
Após isso, a forma de votação dos pedidos de destaque também causou bate-boca no plenário. A votação simbólica de dois dos requerimentos –por meio da manifestação dos líderes e não de forma nominal– gerou críticas contra o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).
 
O senador Mário Couto (PSDB-PA) criticou a condução da votação. "Isso foi na marra. Em repúdio, a minoria se retira e não vai votar mais", disse.

Postado por: Eduardo Bezerra / UOL
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Repórter da ESPN lembra agressão de torcida na Argentina e carona a campeão olímpico

O repórter André Plihal, da ESPN, sempre deixou claro que o seu time do coração é o São Paulo. Mas ele garante que nunca teve problema com os torcedores dos outras equipes. Problema mesmo ele teve na Argentina, onde chegou a ser agredido.

O incidente aconteceu em Buenos Aires. Plihal iria entrar ao vivo em frente ao Monumental de Nuñez, três horas antes de um jogo entre River Plate e São Paulo, quando começou a ser agredido. “Nunca levei tanto tapa e cusparada. Seriam muito links e foi apenas um. Trabalhava com um câmera argentino que foi me ajudar e apanhou também”, disse.

Em 1998, ele já havia levado um susto na Argentina, durante a final da Copa Conmebol entre Rosário Central e Santos. “Não sei quem foi o gênio que me deu um cabo verde e amarelo para trabalhar. Foi duro me concentrar com a expressão de ódio dos argentinos e aqueles gritos de ‘brasileiro vai morrer’.

Já no Brasil, a história é diferente. “Todas as torcidas me respeitam. Sempre há alguma brincadeira, como me chamar de bambi, mas nunca houve problema algum. Cobri o título mundial do Corinthians, estive com muitos torcedores e ninguém me criticou. Todos sabem separar as coisas”.

A paixão pelo São Paulo nasceu em 1982, quando Plihal, então com sete anos, viu o goleiro Valdir Peres sofrer um frango na Copa do Mundo. André se solidarizou com o goleiro, criticado por muitos. Perguntou ao pai em que time jogava e pediu para conhecê-lo. Por coincidência havia um amigo do amigo do amigo que era amigo do preparador físico e, seis meses depois, houve o encontro entre o goleiro e o fã solidário. Foi em um treino no Morumbi, onde o São Paulo se preparava para decidir o título paulista com o Corinthians. Três dias depois, ele foi ao Morumbi pela primeira vez. Torceu pelo seu amigo goleiro. Não adiantou. O Corinthians venceu por 1 a 0.

A carreira de Plihal começou em 1995, na rádio Bandeirantes. Em 1997, ele passou para o Canal 21, do mesmo grupo, onde fazia um programa diário de esportes, o Jogo Aberto. “Era bem precário, eu mesmo marcava entrevista e buscava entrevistados em uma Saveiro que eu dirigia. Gente grande como Marcelo Negrão ou Gustavo Borges sofreu para andar em carro pequeno como aquele. O programa era em restaurantes, em esquema de permutas, me diverti e aprendi muito”.

Pouco depois, o Canal 21 deixou de fazer esportes e Plihal teve a oportunidade de voltar para a rádio, mas já havia optado pela televisão. Viu a Copa de 98 pela ESPN e gostou do trabalho. Pediu ajuda ao amigo André Kfouri e conseguiu uma entrevista com José Trajano, que era o diretor geral. “Ele me entrevistou e marcou uma nova conversa dali a alguns dias. Então, na segunda entrevista, me mandou cobrir o Troféu Brasil de Atletismo. Nem deu tempo de avisar a família que estava em emprego novo.”

Em 12 de dezembro de 2013, André Plihal, em parceria com outro goleiro do São Paulo – Zetti – lançará o seu terceiro livro: 1993 Somos bicampeões do mundo, que conta a conquista do título mundial sobre o Milan, por 3 a 2. Os outros livros são Maioridade Penal, que fez juntamente com Rogério Ceni, e 1992 O mundo em três cores, que escreveu com Raí, sobre o primeiro título mundial do São Paulo.

Postado por: Eduardo Bezerra
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Em Acari, gestão Tom gastou mais de R$ 405 mil com combustível em 2012

Líder da bancada governista na Câmara, o vereador Rodrigues de Naldo (PMDB) voltou a usar a tribuna da Casa nesta terça-feira (26), desta vez para fazer um comparativo dos gastos da Prefeitura Municipal de Acari com combustíveis nos exercícios de 2012 e 2013.

Através de levantamento obtido junto a Secretaria de Transportes, Obras e Serviços Urbanos, o vereador atestou que, para essa finalidade, a gestão do ex-prefeito Antônio Carlos pagou ano passado o valor de R$ 405.020,64 (quatrocentos e cinco mil, vinte reais e sessenta e quatro centavos). Vale destacar que 2012 foi um ano eleitoral.

Prestes a encerrar o ano de 2013, a gestão do prefeito Isaias Cabral aplicou na compra de combustíveis o valor de R$ 262.454,31 (duzentos e sessenta e dois mil, quatrocentos e cinquenta e quatro reais e trinta e um centavos), valor bem abaixo do que foi apresentado no exercício anterior.

A economia nos gastos com combustíveis é ainda mais evidente quando leva-se em consideração que a Prefeitura Municipal de Acari aumentou em 10 veículos a sua frota em 2013. Foram adquiridos cinco ônibus escolares novos, uma máquina retroescavadeira, uma máquina motoniveladora, uma máquina pá carregadeira, um caminhão-caçamba e uma van Ducato.

Para se ter uma ideia, o mês de dezembro de 2012 foi o que apresentou maior gasto: R$ 59.390,77 (cinquenta e nove mil, trezentos e noventa reais e setenta e sete centavos); algo curioso, já que no último mês do ano a frota municipal é menos usada.

No ranking de 2012, julho é o mês que apresenta o segundo maior gasto: R$ 46.137,42 (quarenta e seis mil, cento e trinta e sete reais e quarenta e dois centavos). Comparando a 2013, a atual gestão aplicou no mesmo período o valor de R$ 27.148,20 (vinte e sete mil, cento e quarenta e oito reais e vinte centavos). Subtraindo os valores, apura-se que houve uma economia superior a R$ 18 mil somente no referido mês.

O assunto foi bastante discutido na Câmara e os vereadores da oposição, situacionistas até dezembro do ano passado, não souberam explicar a causa do descontrole financeiro da gestão passada com a aquisição de combustíveis.

O vereador Bada (PMDB) afirmou que o Governo Tom fez "farra de combustíveis" e que esse modelo de gestão acabou. O colega Guelão (PMDB) o acompanhou, declarando que o controle nos gastos tem sido a marca do Governo Isaias. "Prova disso é pagamento salarial em dia dos servidores", frisou o edil.

Postado por: Eduardo Bezerra / Romeu Dantas

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